ele trabalhou com o michael jackson, meteu o som da cuíca brasileira em wanna be startin' somethin' e também fez a percussão de don't stop 'til you get enough usando duas garrafas de vidro, tem que respeitar.
Caralho, vamos direto ao ponto sem enrolação de viado. Quem foi o imbecil, o retardado, o filho da puta sem neurônio que teve a brilhante ideia de colocar Michael Jackson, o Rei do Pop no mesmo patamar da Taylor Swift que canta sobre ex-namorado como se fosse um diário de adolescente com TPM? É como dizer que o Einstein e um professor de reforço escolar são iguais porque os dois sabem somar 2+2.
Thriller, o álbum de 1982, vendeu mais de 70 milhões de cópias puras. Setenta milhões, caralho! É o álbum mais vendido da história da humanidade. O cara fez isso nos anos 80 com vinil, cassete, sem Spotify, sem streaming, sem algoritmo de merda. Ele teve 13 singles número 1 na Billboard Hot 100. O cara quebrou barreiras raciais: primeiro artista negro com vídeo pesado na MTV. Thriller vendeu mais que o catálogo inteiro de muitos artistas juntos. Michael dominou o planeta quando não existia internet. A diferença é abissal CARALHO.
Anos 80/90 era outra realidade. Sem celular filmando tudo, sem redes sociais pra “vazar” o show antes. A fama do MJ era explosiva e global de um jeito que quase ninguém mais teve. Michael Jackson tinha uma aura que literalmente fazia gente passar mal de tanta emoção. Em Viena, na Bad Tour, mais de 130 pessoas desmaiaram numa única noite. PESQUISEM PRA VER SE É MENTIRA, PORRA.
E fica a pergunta. Quem Taylor influenciou ou influencia? Michael Jackson foi uma geração de artistas da humanidade. Pensem nisso.
Imagina você estar morto há 17 anos e colocar uma música lançada há 43 anos atrás no TOP 10 MUNDIAL do maior aplicativo de música do mundo.
Michael Jackson é o maior artista da história. E o mais imortal também. Estará sempre presente, com fãs que nem nasceram ainda.