Embora tenha havido um esforço hercúleo de entregar um novo catecismo aos católicos eivado de humanismo, ecumenismo e relativismos (todos no pior sentido destes termos), o que é irônico é que ele foi muito mal-ensinado. Vejam, o estrago poderia ter sido bem maior.
Já pensam num GPT que dada uma proposição doutrinária ele avalia se ela incorre em algum grau de censura teológica, explicando as razões do erro e mostrando a doutrina católica? Pois ele existe. Para saber mais assinem meu canal no WhatsApp.
Para além da oposição entre Tradição e ruptura, floresce uma aberração interpretativa: a hermenêutica da pirraça progressista. Trata-se de um esforço pseudo-intelectual que, por uma espécie de compulsão pós-conciliar, insiste em enxergar continuidade onde há patente dissonância.
Os fieis protestantes comuns estão mais propensos a abraçar a Fé Católica porque sua razão na maioria das vezes não está desordenada pelos ensinamentos da má filosofia moderna. Este não é o caso dos teólogos e por isso a dificuldade para eles é maior.
Hoje a Igreja celebra o Pentecostes. No Antigo Testamento celebra-se a inauguração de Israel com a Lei escrita em tábulas de pedra. Hoje celebramos a inauguração do Novo Israel, isto é, a Igreja, com a Lei da Graça escrita em nossos corações (cf. 2Cor 3,3-7)