Saiu Rodrigo Sarcone, entrou Fábio Portela.
Mudou o nome, mas os vícios continuam os mesmos.
A função de um assessor de imprensa é pautar a imprensa, construir narrativas favoráveis ao candidato e abrir espaço para que o candidato seja o protagonista da própria campanha.
Mas parece que alguns profissionais confundem assessoria com projeto pessoal. Vivem de foto, bastidor, articulação e papel de papagaio de pirata, como se fossem protagonistas da história.
Não são.
São prestadores de serviço. E muito bem pagos para prestar um serviço que deveria fortalecer o candidato, não a própria marca pessoal.
Na real: o que está acontecendo com Daniel Vorcaro é o mesmíssimo roteiro que os calhordas que protagonizam o atual desgoverno encenaram com Mauro Cid: eles querem porque querem agora que Vorcaro implique Flávio Bolsonaro!
Ficaram "decepcionados" porque Vorcaro NÃO "confessou" qualquer ilícito envolvendo Flávio.
Ora, com Mauro Cid, eles recusaram várias delações, até obter a que queriam. O mesmo "script" está se desenhando novamente!
A asquerosa PGR e a PF, na pessoa do mentiroso Andrei (aquele que gosta de whisky!), recusaram a nova delação oferecida por Vorcaro, que trazia MUITOS novos elementos sobre o partido das trevas porque, repito, NÃO havia nada que incriminasse Flávio!
PATIFARIA!
CANALHICE!
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@mfriasoficial Deputado, devemos questionar porque o governo federal foi buscar parceria chinesa, e rejeitou a parceria japonesa, para a produção local.
Aguardando a Justiça dar 48 horas para o desgoverno explicar as mortes associadas à vacinação contra a dengue e as dezenas de relatos de reações graves.
A impressão que fica é que só existe urgência quando se trata de um governo de direita.
Quando é um governo de esquerda, parece haver tempo de sobra e toda a boa vontade da imprensa para tentar justificar o injustificável.
Este é o momento p lembrar que, durante a pandemia, qualquer pessoa com QI um pouco mais alto que questionasse a porcaria q chamaram de "vacina" era imediatamente classificado como "antivacina" -- o que é equivalente a chamar de anti-comida quem critica os ingredientes do Cheetos
O governo brasileiro recusou parceria de produção nacional com a vacina japonesa Qdenga (TAK-003, da Takeda) priorizando a vacina do Instituto Butantan (Butantan-DV), que envolve parceria com empresa chinesa (WuXi Vaccines).
Merece uma CPI.
Bora, oposição?
O IntercePT acabou de soltar uma reportagem que prova que é tudo lícito e registrado referente ao investimento - que no fim pelo visto não foi integralizado - de Vorcaro no filme Dark Horse.
Não entendi. Eles estão fazendo campanha para o Flávio?
>Alberto Luiz Freitas Monção
>era presidente do PSOL de Timon, no Maranhão
>também era diretor-adjunto de uma creche
>suspeito de abusar sexualmente das crianças da creche
>todas entre dois e três anos
>ele escolhia crianças autistas não-verbais, pra dificultar as denúncias
>foi preso dia 27 de maio
>e você só ficou sabendo por esse post aqui
. @pfigueiredo08 também desafia a imprensa a mostrar que eu sugeri a substituição do PIX pelo Zelle, caso contrário terão que aceitar quietos os adjetivos que ele usou para qualificar este tipo de “profissional”.
Completo👇
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Como pode alguém em sã consciência achar que o Cotonete do Goiás é de direita e ainda por cima supor em votar nele. Caiado é uma das coisas mais abjetas que temos na política nacional. Fisiológico e encravado no sistema.
O Médico que Esqueceu que a Ciência se Faz com Dúvidas
Ronaldo Caiado foi ao IronTalks e disse, com a convicção de quem não teme a contradição, que ninguém tem o direito de questionar autoridades sanitárias. Que as medidas adotadas durante a pandemia foram corretas. Que a vacinação compulsória era e continua sendo necessária. Tudo isso dito com o peso adicional de quem carrega no currículo um diploma de medicina.
O problema é exatamente esse. Caiado é médico. E médico que defende a proibição do questionamento científico não está defendendo a ciência. Está defendendo a autoridade. São coisas radicalmente distintas — e confundi-las, para quem estudou medicina, não é ingenuidade. É desonestidade intelectual.
A Ciência Não É um Decreto. É um Processo.
A história da medicina é, em sua essência, uma sequência ininterrupta de heresias que se tornaram consenso.
Durante séculos, a teoria dos humores de Galeno foi "a ciência". Questionar o sangramento como tratamento era desrespeitar os especialistas. Ignaz Semmelweis foi institucionalizado — literalmente internado em um hospício — por insistir que médicos deveriam lavar as mãos antes de partos. A comunidade científica da época o rechaçou. Ele morreu antes de ser reconhecido. Hoje, a higiene hospitalar é protocolo universal.
Barry Marshall bebeu uma solução com H. pylori em 1984 para provar que úlceras gástricas tinham causa bacteriana — e não emocional, como "a ciência" sustentava. A comunidade médica o ridicularizou. Ele ganhou o Nobel em 2005.
A lista é interminável: a circulação sanguínea de Harvey; a anestesia, combatida por médicos que achavam que a dor era terapêutica; a vacinação do próprio Jenner, condenada pela Royal Society; a teoria da placa tectônica, rejeitada por décadas como absurdo geológico.
O método científico não é a aceitação de autoridades. É exatamente o oposto: é a institucionalização organizada da dúvida. Karl Popper definiu com precisão cirúrgica: uma teoria científica é aquela que pode ser refutada. O que não pode ser contestado não é ciência — é dogma. E dogma com jaleco continua sendo dogma.
Quando Caiado diz que ninguém deve questionar autoridades sanitárias "por respeito à ciência", ele não está defendendo a ciência. Ele está negando o seu fundamento epistemológico mais básico.
A Pandemia e a Revisão que Não Parou
A pandemia de Covid-19 foi, entre outras coisas, um experimento em tempo real sobre o que acontece quando se trata consenso científico provisório como verdade inabalável — e se persegue quem ousa divergir.
Vejamos o que "a ciência" dizia em 2020 e o que os próprios órgãos sanitários foram obrigados a rever depois:
A OMS inicialmente descartou a transmissão por aerossóis, insistindo na transmissão por gotículas. Meses depois, recuou. O CDC americano reverteu suas recomendações sobre máscaras múltiplas vezes — em sentidos opostos. A eficácia das vacinas de mRNA contra transmissão comunitária, vendida com entusiasmo no início, foi progressivamente rebaixada à medida que as evidências chegavam: estudos da temporada 2024-2025 estimaram eficácia de apenas 33% contra visitas a emergências e 40% contra hospitalização geral em adultos — números distantes da promessa original de proteção superior a 90% contra infecção. O conceito de imunidade de rebanho via vacinação foi abandonado a cada nova variante.
Nada disso, registre-se, invalida a vacinação como instrumento de saúde pública. O que invalida é a pretensão de que as posições iniciais eram infalsificáveis — e que contestá-las era "anticiência". Era, na verdade, ciência funcionando.
Compulsório: Uma Questão de Poder, Não de Saúde
A vacinação compulsória não é uma questão científica. É uma questão política, jurídica e ética.
Mesmo que uma vacina seja eficaz — dado que precisa ser avaliado caso a caso, faixa etária por faixa etária, risco por risco — a imposição coercitiva ao corpo de um indivíduo envolve ponderação de direitos fundamentais que transcendem a epidemiologia: autonomia, integridade física, liberdade de consciência, proporcionalidade entre risco individual e benefício coletivo.
O Brasil mantém a vacina de Covid-19 em seu calendário nacional de vacinação infantil de 2025, aplicável a crianças a partir de 6 meses de idade. Enquanto isso, países com sistemas de saúde reconhecidamente superiores ao nosso foram na direção contrária. Uma avaliação americana de 20 nações desenvolvidas concluiu que os EUA eram um outlier global no número de doses recomendadas — sem apresentar taxas de vacinação mais altas do que países que recomendam menos e confiam na educação em vez de mandatos. A Dinamarca imuniza contra 10 doenças; os EUA recomendavam 18. A resposta racional não é tutelar — é informar e respeitar a escolha.
A compulsoriedade não protege a saúde pública. Ela corrói a confiança pública — e sem confiança, não há adesão voluntária sustentável a nenhum programa de saúde. A confiança pública americana em saúde caiu de 72% para 40% entre 2020 e 2024, coincidindo exatamente com o período de mandatos e restrições. A taxa de adesão à vacina de Covid-19 infantil não passou de 10% em 2023, mesmo com a vacina no calendário oficial. A coerção fracassou onde a persuasão não foi sequer tentada honestamente.
Os Tratamentos que Foram Criminalizados Antes de Ser Estudados
Há um capítulo que o discurso oficial ainda não fechou, e que o silêncio de Caiado sobre ele é particularmente eloquente.
Durante a pandemia, médicos brasileiros que prescreveram tratamentos off-label foram denunciados ao CRM, ameaçados de perda de registro, tratados como charlatões. A ivermectina — um antiparasitário com perfil de segurança amplamente estabelecido, com bilhões de doses administradas mundialmente, com propriedades antivirais conhecidas in vitro — foi transformada em símbolo de negacionismo pela narrativa oficial, antes que os estudos clínicos rigorosos sequer chegassem a termo.
O estado atual da evidência científica sobre ivermectina e Covid-19 é genuinamente incerto. Há meta-análises que não encontraram benefício significativo sobre hospitalização ou mortalidade. Há estudos observacionais que apontam potencial em determinados contextos e estágios da doença. O debate científico, como deve ser, permanece em aberto. Esse resultado — mesmo que o resultado final seja negativo — seria o resultado legítimo de um processo científico honesto.
O que foi feito, porém, foi diferente: a hipótese foi criminalizada antes de ser testada adequadamente. Médicos foram punidos por tentar. Pacientes foram deixados sem opções enquanto as autoridades sanitárias repetiam "aguardem as evidências" — e ao mesmo tempo impediam ativamente que as evidências fossem produzidas de forma ampla e livre. É o equivalente científico de proibir uma investigação e depois alegar que não há provas do crime.
A questão não é se a ivermectina funciona. A questão é: quem deu às autoridades sanitárias o direito de encerrar o debate antes de ele acontecer?
O Agravante: O Médico Que Deveria Saber
Tudo isso seria grave vindo de qualquer político. Vindo de Caiado — médico formado, que em tese estudou a história da medicina, que sabe o que aconteceu com Semmelweis, que conhece o conceito de ensaio clínico randomizado, que entende o que é viés de confirmação — é inescusável.
E há um dado que transforma a inescusabilidade em cinismo: em janeiro de 2021, Caiado sancionou em Goiás uma lei garantindo expressamente o direito da população de não se submeter à vacinação compulsória contra Covid-19. A lei existiu. Foi publicada no Diário Oficial. O mesmo Caiado que hoje, em um podcast de grande audiência, defende a compulsoriedade e a proibição do questionamento sanitário, foi o governador que assinou exatamente o oposto quando o vento político soprava em outra direção.
Isso não é evolução de pensamento fundada em novas evidências — o que seria cientificamente honroso. É reposicionamento de palanque. É a vacina da conveniência, aplicada em dose única conforme a temperatura do eleitorado.
Liberdade Como Premissa, Não Como Concessão
O livre debate público não é um luxo que as democracias se permitem quando tudo corre bem. É a condição de possibilidade do progresso científico e da legitimidade política.
Quando um Estado decide quais hipóteses podem ser discutidas, quais tratamentos podem ser tentados e quais questionamentos são permitidos — ele não está protegendo a ciência. Está substituindo a ciência pela autoridade. E autoridade, por definição, não se prova: se impõe.
A ciência médica avançou porque Semmelweis lavou as mãos contra o consenso. Porque Marshall bebeu as bactérias. Porque Harvey desenhou a circulação que ninguém via. Porque cada geração teve a ousadia de perguntar o que a geração anterior proibia.
Caiado quer ser presidente de um país com 215 milhões de pessoas. Antes disso, deveria responder a uma pergunta simples, aquela que qualquer estudante de medicina de primeiro ano aprende antes de qualquer protocolo clínico:
O que você faz quando a evidência contradiz a autoridade?
Se a resposta for "silencio a evidência e protejo a autoridade" — então não é da medicina que ele se esqueceu. É da liberdade.
Na verdade, Ronaldo Caiado revela simplesmente ser um burocrata autoritário, disposto a suprimir a liberdade individual do cidadão, violando a Constituição e os direitos humanos.
Silvério dos Reis delatou os inconfidentes e foi premiado pela Coroa Portuguesa. Ganhou terras em três províncias. Mansão. Pensão vitalícia. Título de fidalgo. Morreu de velhice em 1819.
Quem foi enforcado e esquartejado em praça pública foi o Tiradentes. O herói.
O presidente da República confundiu o delator com o herói. Quis chamar o Flávio de traidor. E comparou ao Tiradentes sem perceber.
No mesmo dia: “vendilhões da pátria”, “família metralha”, “pior espécie de ser humano”, “merece ser enforcado” — num microfone oficial, em Goiás.
Horas depois, Trump publicou na Truth Social: “Foi muito bom receber Flávio Bolsonaro no Salão Oval — um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil!”
Lula manda enforcar. Trump chama de inteligente. Mesmo dia. Mesmo Flávio.
Flávio respondeu com denúncia no STF. Não com xingamento. Com a lei.
Comenta FLÁVIO É TIRADENTES 👇
Siga @paulomansur_ — aqui você vê o que não vai pra TV.
#FláviéTiradentes #PauloMansur #AliadoDeBolsonaro #BolsonaroPresidente #Lula Trump Brasil
É o mesmo que fazem traficantes no Brasil. O mesmo. E da mesma forma que os traficantes, os muçulmanos, a esquerda política apoia.
Não é por acaso. É puro Gramscismo.
HORRIBLE
In Bangladesh 🇧🇩, a Muslim Imam from a mosque is mistreating non-Muslim women, treating them worse than animals on the streets. This is real Islam.