As BETs são uma praga e nós decidimos fazer do Rio o exemplo nacional no combate à praga das BETs.
A partir de hoje, o Rio passa a proibir publicidade externa de casas de apostas em espaços públicos da cidade.
Essa decisão não é contra quem faz uma aposta por escolha própria. É contra uma indústria que passou a ocupar ruas, avenidas, pontos de ônibus e outros espaços públicos para estimular um comportamento que pode levar ao endividamento, ao vício e à destruição de famílias.
Espaço público existe para servir à população, não para incentivar um problema social.
Durante anos, o Brasil enfrentou o tabagismo com informação, restrições à propaganda e políticas públicas consistentes. O resultado foi uma queda histórica no número de fumantes. Quando o risco é coletivo, o poder público tem o dever de agir.
Com as BETs, o princípio é o mesmo.
A @prefeitura_rio escolheu proteger as pessoas, especialmente os mais jovens, em vez de normalizar uma atividade que vem causando impactos cada vez maiores na vida de milhares de brasileiros.
Aqui, a prioridade continua sendo defender a nossa cidade e os cariocas que vivem nela. E essa decisão é mais um passo da @prefeitura_rio nessa direção. Que o Rio sirva de exemplo nacional inspirando outras cidades a enfrentar a praga das BETs.
Eu vou dar meu pitaco aqui, ontem um advogado criminalista postou isso, dizendo que era uma forma de engordar as contas de alguns corruptos.
Porém, toda vez que eu dou entrevistas sobre o tema MULTA eu sempre dou a dica de ouro, aquela que te faz não tomar UMA MULTA SEQUER, que é:
NÃO FAÇA NADA DE ERRADO!
Não existe indústria da multa, o que existe é indústria de infratores, há muita mão de obra. O cara quer dirigir usando o celular, quer dirigir sem cinto, acima da velocidade e não quer ser punido. Assim não dá.
Quem diria! O nome escolhido por Flávio Bolsonaro para disputar o Senado, Márcio Canella, foi alvo de uma operação da Polícia Federal e preso, nesta terça-feira, em flagrante após a apreensão de um fuzil de calibre restrito. Essa é a sexta fase da operação “unha e carne” que investiga um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo uma rede de postos de combustíveis.
Quem quer falar de segurança pública precisa, antes de tudo, explicar as próprias alianças. Flávio Bolsonaro nunca decepciona: a gente espera o ruim e ele sempre entrega.
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
Insano que essa gente seja a nata da oposição ao gov Lula e mesmo assim o F Bol$sonaro siga com esse índice de intenção de votos. Isso é inexplicável, senhoras & senhores.
Olhem só a diferença que faz quando o governo do Estado pensa mais no povo do que em politicagem. Estamos há meses tentando melhorar a vida do povo da Baixada integrando os ônibus das diferentes cidades com o terminal margaridas do BRT. Aliás, vocês viram o que o DETRO fez a mando do governador Cláudio Castro para impedir que atendêssemos o povo de Mesquita: Literalmente aprenderam três ônibus da prefeitura do Rio que levariam o povo pela metade do preço na metade do tempo. Agora com o governador que não está preocupado em politicagem, já se discute formalmente essa integração. Manda brasa @CavaliereRio ! Integração Metropolitana é fundamental!
Essa turma que estava no Estado nos últimos 8 anos não fazia e não deixava fazer!
E ainda querem continuar!