Imagina a paz que a Jout Jout está sentindo nesta quinta-feira de primavera, no seu sítio, sem redes sociais, sem internet, ao lado de sua família, com comida garantida e tendo como único problema acordar cedo pra regar os alfaces que ela planta.
Vez ou outra a conversa sobre pardos/negros/mestiços volta com força e minha contribuição sempre será o Negritudes Brasileiras, um documentário de 2018 que desenvolvi durante mais de um ano e contém reflexões, experiências, literatura negra e seriedade:
https://t.co/tvEsTVL7L0
O mais legal das conversas é que algumas questões estão ali... é só olhar mais de perto ou olhar de longe...
Numa outra perspectiva...
Viva os encontros!
A sala de aula é principalmente um espaço de escuta.
Terminar a aula com os estudantes agradecendo e vibrando com aula me faz ver que são eles que fazem a aula acontecer...
É menos sobre mim, mais sobre a disponibilidade deles para o diálogo...
"Diferentemente das elites europeias, que aprenderam a ceder espaço sob a pressão de revoluções e guilhotinas, a brasileira adaptou-se aos novos tempos refinando seu controle. Tornou-se banqueira, tecnocrata, lobista e acionista do próprio privilégio. "
https://t.co/Al0r9zRlR3
A verdade é que essa Virgínia (que vi o rosto pela primeira vez hoje) é a cara do Brasil atual.
Entendê-la é entender o Brasil. Esse Brasil doente, inclusive por vício em BETS e que usa o nome de Deus no início da fala no Senado. A comunicação dela é a comunicação com a maioria.