Malu Gaspar disse que Vorcaro não gostou de uma notícia e ameaçou colocar o site no inquérito das fake news, relatado por Alexandre de Moraes. Inquérito sigiloso e ilegal, que vai completar 7 anos neste mês.
Vorcaro tinha milícia pessoal, rede de espionagem e acesso a sistemas de inteligência.
Vorcaro também contratou a esposa de Moraes por 129 milhões e recebeu o ministro em sua casa.
Essa é a "democracia" que venceu.
Por que Soros financiaria isso?
É um ataque ao trabalho produtivo! Redução de jornada e benefícios amplos aumentam dependência estatal e forçam uma reengenharia econômica. A WEF quer substituir o capitalismo de acionistas (shareholder) pelo de partes interessadas (stakeholder).
Só gente muito limitada não enxerga que tudo que foi feito nos últimos 30 anos teve o objetivo de culminar exatamente no que vemos hoje: o ódio incontrolável pelo outro. Ou vocês acham q deixar muçulmano implementar a sharia em bairros de Londres era para estimular a tolerância?
O wokeísmo depende pesadamente da necessidade constante que certas pessoas possuem de parecerem virtuosas. Não se trata da defesa de grupos em situação de vulnerabilidade. Trata-se de santificar a si próprio nas águas do identitarismo.
Não é sobre altruísmo.
É mero exibicionismo.
"Estratégia do movimento pró-pedofilia: Primeiro dizem que é doença para não dizer que é crime. Depois tornam crime dizer que é doença."
- Olavo de Carvalho
CEM ANOS DE PEDOFILIA
Troca-se o nome do monstro e ele permanece intocado. Muda-se a embalagem, como se o problema estivesse na palavra, não no ato.
O método é antigo, elaborado pela academia pós-moderna do século XX. Primeiramente, ressignifica-se a linguagem. Depois, constrange-se quem insiste em chamar as coisas pelo nome. Por fim, tenta-se transformar o novo vocabulário em norma, em diretriz, em lei. A engenharia social raramente começa no Código Penal. Quase sempre, começa no dicionário.
Em 1998, um periódico ligado à American Psychological Association sugeriu suavizar a terminologia, como se a gravidade moral fosse apenas uma questão de conotação. A elite cultural chama isso de refinamento. Na prática, é anestesia. A partir daí, a genealogia se encaixa: Freud contribui para sexualizar a infância no imaginário moderno; literatura e cinema passam a tratar criança como miniadulto atravessado por impulsos; Reich converte fantasia em agenda e empurra a libertação sexual para dentro do ativismo. No fim, a revolução dos costumes descobre o atalho para colonizar o futuro: desmoralizar o pai, ridicularizar a mãe e corroer o vocabulário que ainda protege a infância.
É nesse terreno que Kinsey surge como altar acadêmico e arma simbólica. O relatório não relativiza apenas o pudor; ele mina a reputação moral de uma geração inteira, carimbando a família como hipocrisia clínica. Sob o verniz científico, aparecem tabelas sobre reações sexuais infantis e dados obtidos por vias indecorosas, segundo críticos e biógrafos. Ainda assim, a academia absorve como pesquisa, a imprensa vende como progresso e o público aprende a chamar de normalidade. Não por convicção, mas por condicionamento.
O circuito se repete até parecer natural. Escolhe-se um culpado coletivo, produz-se tempestade de teses, filmes, reportagens e conferências, e o acusado, para parecer razoável, adota o idioma do acusador. Quando isso vira hábito, entram a etapa administrativa e a etapa jurídica, até que a etapa penal apareça travestida de proteção. Nesse ponto, resistir já não é discordar. É confessar. A objeção vira suspeita.
O nome disso é dessensibilização. Acostuma-se o público por camadas, por símbolos, narrativas, slogans, debates, enquanto se mede a reação e se ajusta o ritmo. Se houver revolta, recua-se e chama-se de erro editorial. Se a reação for fraca, consolida-se o avanço e passa-se ao próximo degrau. Nada vem anunciado como ruptura. Tudo vem embalado como atualização clínica, modernização pedagógica, cuidado com vulneráveis. A substância permanece a mesma.
O professor Olavo de Carvalho apontou o detalhe que desmonta a encenação. Pedofilia não é amor a uma pessoa. É fixação na imaturidade, num instante cronológico que desaparece. A criança cresce, o objeto some, o predador procura outro. Chamar isso de amor não é só cinismo; é incapacidade básica de distinguir pessoa de fase. E quando essa incapacidade vira cátedra, pauta e manual, entrega-se a formação moral dos filhos a adultos regressivos convencidos de que são vanguarda.
A história registra que civilizações toleraram práticas desse tipo. Onde elas recuaram, recuaram sobretudo sob a influência cristã, que introduziu uma ideia insuportável para qualquer cultura predatória: a infância não é matéria-prima. Só que todo freio moral cria inimigos. E inimigos aguardam ocasião.
Os Epstein Files funcionaram como confirmação documental do que muita gente preferia chamar de exagero. Ali aparece uma rede com proteção estrutural, trânsito entre bilionários, prestígio acadêmico e cobertura institucional (o ambiente em que agendas se decidem em jantares e a ética vira ornamento). Quando os documentos falam, a pergunta deixa de ser se existe. Passa a ser quem sustenta, quem protege e quem apaga vestígios.
O restante é previsível. A cada dano produzido, surge uma teoria pronta para culpar família, religião, cultura, capitalismo, qualquer coisa que não seja o operador do dano. O engenheiro quase nunca aparece na fotografia. Aparece a obra demolida, e ainda se pede aplauso.
No século XXI, porém, não basta brutalidade. Exige-se consentimento. Por isso a sequência é precisa e silenciosa: primeiro muda-se a linguagem, depois muda-se a percepção e, quando a percepção já foi domesticada, muda-se a lei. Quando a lei enfim mudar, dirão que sempre foi assim.
Le dije a mi terapeuta:
“No soy suic*da…”
pero estoy cansado de una manera que me asusta”.
Ella no lo ignoró.
Ella no dijo “todo el mundo se cansa”.
Ella no me dijo que pensara positivamente.
Ella dijo suavemente:
El arquetipo del Sanador Herido nace cuando el dolor no se convierte en amargura, sino en conciencia. Es quien ha atravesado la pérdida, la traición o el vacío… y en lugar de cerrarse, ha decidido comprender. Su autoridad no viene de los libros, sino de la herida que fue habitada con presencia.
En su sombra, puede querer salvar a todos para no sentir su propio dolor. Pero cuando está integrado, no rescata ni impone. Acompaña. Escucha. Sostiene. Porque sabe que la verdadera sanación no es eliminar la herida… sino encontrar sentido en ella.
Tu mayor dolor puede convertirse en tu mayor medicina. No porque desaparezca, sino porque te vuelve humano, compasivo, real. Y desde ahí, sin máscaras, tu presencia ya sana.
Guardiola:
-O racismo não tem nada a ver com a cor da pele, tem a ver com a educação e o comportamento.
Vinicius, COMPROVADAMENTE falhou na educação e no comportamento.
O resto, nunca será comprovado a não ser que Prestianni o confesse.