Eis a obra do Damarismo Cultural que está sendo votada HOJE NO SENADO. 👇🏻👇🏻
🚨 ALERTA – PL 2/2026 (Regulação de Redes Sociais por meio de Discurso de Ódio contra Mulheres)
Pautado hoje (17/03) o PL 2/2026, que institui a Política Nacional de Combate ao Discurso de Ódio contra a Mulher na Internet.
📌 O projeto cria obrigações de monitoramento ativo de conteúdo, rastreabilidade em serviços de mensageria privada e redesign de funcionalidades das plataformas, com impacto direto na operação e no desenvolvimento de produtos digitais.
Além disso, amplia prerrogativas de moderação de conteúdo e cria novas camadas de burocratização e intervenção externa, inclusive com a possibilidade de atuação de entidades e stakeholders ainda não claramente definidos no texto.
❗️Embora trate de uma causa meritória e legítima, a eventual aprovação do projeto sem debate aprofundado sobre seus impactos operacionais e sobre a interação com mecanismos regulatórios já existentes pode gerar insegurança jurídica, inviabilizar determinados produtos e afetar o funcionamento das plataformas.
Também há risco de impactos sobre a liberdade de expressão, inclusive no debate público e político, na medida em que o projeto não estabelece critérios objetivos suficientemente claros para a caracterização de “discurso de ódio”, ampliando o espaço para interpretações extensivas e para remoções preventivas de conteúdo.
Pontos de atenção:
⚠️ Monitoramento obrigatório de conteúdo – Art. 10
Plataformas deverão implementar sistemas permanentes de detecção por IA, combinados com revisão humana, para identificar potenciais conteúdos classificados como discurso de ódio e reportá-los à autoridade central.
⚠️ Rastreabilidade em mensageria privada – Art. 13
Aplicativos de mensagens deverão manter registros de encaminhamento de mensagens por até 3 meses quando houver envio em massa, criando obrigações adicionais de armazenamento e potencial impacto na arquitetura de privacidade dos serviços.
⚠️ Integração obrigatória com banco nacional de conteúdos – Art. 17
Prevê a criação de um cadastro nacional de hashes de conteúdos considerados ilícitos, que deverá ser consultado pelas plataformas para impedir novas publicações do mesmo material.
⚠️ Notificadores de confiança – Arts. 18 e 19
Entidades credenciadas poderão enviar denúncias com prioridade obrigatória de tratamento, criando um canal institucionalizado de remoção acelerada de conteúdos.
⚠️ Obrigação de novos recursos de produto – Arts. 20 a 23
Plataformas deverão implementar funcionalidades específicas de “Modo de Segurança” para usuárias, com mecanismos de blindagem de interações e filtros automáticos.
⚠️ Responsabilidade por contas reincidentes – Art. 28
As plataformas poderão ser responsabilizadas caso usuários previamente sancionados consigam criar novas contas, ampliando o dever de monitoramento e controle sobre a identificação de usuários.
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes usou o aparato do Estado para perseguir uma família por um bate-boca em um aeroporto no exterior?
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes baniu o X no Brasil?
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes puniu uma empresa de Elon Musk sem razão?
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes ameaçou um delator, citando prender esposa, pai e filha de 18 anos?
A imprensa viu as pescas probatórias?
A imprensa viu quando centenas foram condenados sem individualização de conduta, sob narrativa de golpe armado contra o Estado?
A imprensa viu uma mãe condenada a 11 anos por escrever numa estátua com batom?
A imprensa viu a ameaça de multa de R$ 50 mil à população?
A imprensa viu um inquérito sem objeto claro durar sete anos e incluir desafetos?
A imprensa viu contas congeladas, passaportes cancelados, verbas bloqueadas e prisões questionadas?
A imprensa viu a prisão de Filipe Martins por uma viagem que nunca ocorreu?
Onde a imprensa estava durante esse período?
Bem-vindos ao Brasil que a imprensa ajudou a construir.
A warm welcome to all Americans.🇺🇸
I’ve noticed quite a few Americans joining after my recent posts about Greenland, Denmark, the US, and Trump.
So let me briefly introduce myself.
In what is often called one of the most atheistic countries in the world - Denmark, I run a global family business together with my husband and our son: The Word.
To non-believers, it may look like just another merch brand. To us, it is built on a divine foundation.
It is part of a cultural battle we have consciously chosen to step fully into, with the purpose of bringing The Word into popular culture, across generations, and sending a clear signal about what so many people around the world have lost touch with: God.
And in our understanding, that loss is exactly why the world has ended up where it is today - a place where humans have elevated themselves, or the state, to God, and in doing so lost all deeper meaning.
Alongside running our businesses (we have several), we spend our time every single day exposing and calling out the b*llsh*t we have been subjected to for years: ideological thinking, woke doctrines, and narratives that have systematically undermined the Western world - especially Europe.
In Europe, we still lack leaders like the one you have had in Trump - leaders willing to clean up the mess rather than manage the decline.
And speaking of Trump:
Here in Denmark, mainstream media and our prime minister have done everything possible to portray him as an evil man. God forbid you express the opinion - as I do - that Trump has been one of the best things to happen to the Western world. If you do, you’re instantly labeled a traitor, racist, homophobic, a climate denier - all the familiar accusations thrown at anyone who dares to challenge the approved narrative.
So we - my husband and I - say it all out loud. Again and again.
With the purpose of creating the necessary counterforce together with all of you - so that we can once again find our way home to:
Order
Freedom
Truth
Justice
and to God - The father. The Son. The Holy Spirit.
I daiily communicate here on X and on Facebook, where our combined reach is around 80 million views and approximately 80,000 followers across all platforms.
Soon, our podcast The Word will launch - in English, and therefore international.
Welcome - and God bless you.🪽❤️🔥🦍💃
🚨URGENTE: Reanálise revisada por pares do Estudo Henry Ford constata que crianças vacinadas estão mais doentes em TODAS as 22 categorias de doenças crônicas
Reanálise do MAIOR estudo de coorte de nascimento vacinados vs. não vacinados já realizado nos EUA revela taxas de CÂNCER 54% maiores e transtornos relacionados ao AUTISMO 549% maiores entre crianças vacinadas.
Nossa reanálise independente por incidência proporcional e revisão por pares do estudo de coorte de nascimento do Henry Ford Health System (Lamerato et al.) — apresentada na Audiência no Senado dos EUA em 9 de setembro de 2025 — analisou 18.468 crianças (16.511 vacinadas, com mediana de 18 doses, e 1.957 completamente não vacinadas) e encontrou o seguinte ⬇️
⚠️ Todas as 22 categorias de doenças crônicas foram mais comuns em crianças vacinadas.
🧩 Condições que juntas formam o perfil clínico associado ao transtorno do espectro autista — incluindo o próprio autismo, TDAH, atraso de desenvolvimento, transtorno de fala, dificuldade de aprendizagem, comprometimento neurológico e diagnósticos relacionados — ocorreram com odds 5,49 vezes maiores (aumento de 549%) nas crianças vacinadas.
🎗️ Câncer na infância ocorreu 54% mais vezes em crianças vacinadas.
📈 Aos 10 anos de idade, 57% das crianças vacinadas já tinham desenvolvido pelo menos uma doença crônica, contra apenas 17% das não vacinadas.
Usamos análise de incidência proporcional porque muitas condições tiveram zero ou quase zero casos no grupo não vacinado — o conhecido problema de “célula zero” que torna a modelagem por odds ratio matematicamente incapaz de detectar as diferenças reais. Esse método revela as enormes disparidades que as estatísticas dos autores originais esconderam.
Aumentos proporcionais que calculamos para todas as 22 condições crônicas:
1. Qualquer condição crônica: 3,50× maior (+250%)
2. Asma: 6,53× maior (+553%)
3. Doença atópica: 4,86× maior (+386%)
4. Doença autoimune: 12,2× maior (+1120%)
5. Disfunção cerebral: presente apenas nos vacinados
6. Câncer: 1,54× maior (+54%)
7. Diabetes: presente apenas nos vacinados
8. Alergia alimentar: 2,28× maior (+128%)
9. Transtorno de saúde mental: 7,96× maior (+696%)
10. Transtorno do neurodesenvolvimento (guarda-chuva): 13,54× maior (+1254%)
11. TDAH: presente apenas nos vacinados
12. Autismo: 2,8× maior (+180%)
13. Deficiência comportamental: presente apenas nos vacinados
14. Atraso de desenvolvimento: 5,12× maior (+412%)
15. Dificuldade de aprendizagem: presente apenas nos vacinados
16. Deficiência intelectual: presente apenas nos vacinados
17. Transtorno de fala: 9,03× maior (+803%)
18. Deficiência motora: 9,1× maior (+810%)
19. Tiques: presente apenas nos vacinados
20. Outra deficiência psicológica: presente apenas nos vacinados
21. Transtorno neurológico: 1,26× maior (+26%)
22. Transtorno convulsivo/epilepsia: 3,16× maior (+216%)
Calculamos que o atual calendário de imunização infantil do CDC contém pelo menos 81 doses de vacinas até os 18 anos — mais de quatro vezes maior que a exposição mediana da coorte Henry Ford. Isso significa que as dramáticas disparidades que descobrimos neste conjunto de dados surgem mesmo com apenas uma fração do calendário completo do CDC.
Este é um dos conjuntos de dados em nível populacional mais claros JÁ produzidos demonstrando que o calendário vacinal infantil do CDC é um dos PRINCIPAIS impulsionadores de doenças crônicas, lesão neurodesenvolvimental e morbidade na primeira infância.
היה לי לעונג לפגוש את ידידי @BolsonaroSP אדוארדו בולסונארו (בנו של הנשיא לשעבר ג'איר בולסונארו), תומך גדול של ישראל 🇮🇱 ומי שכיום מוביל את המאבק להחזרת החירות בברזיל 🇧🇷
כשאדוארדו ייבחר לנשיא ברזיל, הוא יעשה שם את מה שחבייר מיליי עושה בארגנטינה 💪
COP30 descended on impoverished Belem in a cloud of jet fumes. Two ocean cruise ships (the Costa Fascinosa and Preziosa with 6,000 berths) are moored in the harbour, their diesel engines purring 24/7. This enabled the world elite to avoid the filth and stench of life in Belem, the world's most neglected city, oozing stench from untreated sewage. This was a statement about a lack of concern about atmospheric CO2. Money, jet fuel and diesel engines 'should' have consequences for the atmosphere, CO2 levels or net zero. But it doesn't. This is the grift and hypocrisy of a campaign about reducing CO2, the foundation for all life on earth, but especially the precious rainforests of the Amazon rainforest. COP30 didn’t just talk about emissions—they brought them. In private jets. On diesel cruise liners. While preaching net zero waffle from air-conditioned cabins.
#COP30Hypocrisy #ClimateGrift #BelémFumes
Para ler enquanto chove. Voo do Rio de Janeiro para Lisboa em Airbus A340 completamente cheio (300 pax). Próximo da Bahia vêm dizer-me que há um passageiro a sentir-se mal. Aparecem 2 médicos brasileiros (casal) que diagnosticam problema cardíaco a necessitar de assistência urgente. Declaro emergência médica e desço para a Bahia a toda a velocidade. Há um problema: naquele momento o avião tem 17 toneladas de excesso de peso para aterrar porque só estávamos a voar há pouco mais de 2 horas. Não dava para despejar combustível porque isso iria demorar 17 minutos (dumping rate é de 1000kg / minuto). Partimos para o procedimento Overweight Landing previsto pela Airbus para situações de emergência. Faz-se mas é preciso rigor e concentração máxima. Correu bem. À chegada estava uma equipa médica à espera do doente que acabou por ser enviado para o Hospital Português da Bahia, um dos melhores. Dois meses depois volto ao Rio e sou recebido pela Chefe de Escala: -Cte, lembra-se daquele doente que deixou na Bahia? -Sim, lembro bem. Morreu? -Não. É esse o problema. Salvou-se mas agora tem uma conta de US$ 30,000 para pagar. Diz que não paga. Acha que a culpa é sua porque decidiu aterrar na Bahia e mandá-lo para o hospital quando ele estava inconsciente. Ameaça com Tribunal. Como sempre pagou a TAP mas fiquei sem vontade de voltar a tentar salvar alguém. Claro que voltaria mas naquela altura apeteceu-me nunca mais o fazer. Soubemos depois que o doente estava já gravemente doente quando embarcou. Queria morrer em Portugal. Morreu uns meses depois. Paz à sua alma
Anos atrás, quando o Brasil ainda não aparecia no radar da imprensa internacional e a ditadura de Moraes parecia um problema distante demais para despertar solidariedade, Charlie Kirk já se levantava em nossa defesa. Foi ele um dos primeiros que abriu espaço em seu respeitado programa para que eu pudesse denunciar o que estava acontecendo. Foi ele quem deu voz ao Brasil quando quase ninguém se importava. Posso dizer sem medo: sem esse guerreiro, jamais teríamos chegado ao ponto de conquistar sanções contra Alexandre de Moraes e outros ministros do STF. Todos os que amam a liberdade, inclusive no Brasil, devemos muito a ele.
No início de 2023, durante a longa estada do ex-presidente Bolsonaro nos EUA, Charlie fez questão de mostrar que sua solidariedade não era apenas retórica. Organizou um grande evento no Trump Hotel em Miami, reunindo uma plateia numerosa e entusiasmada, e conduziu uma entrevista extensa com o ex-presidente, projetando sua voz para além das fronteiras do Brasil. Ao final do dia, um jantar selou aquele encontro marcante. Ajudei a organizar este evento e estive presente, acompanhando os bastidores, e pude testemunhar de perto o empenho de Charlie em dar visibilidade e dignidade à causa brasileira.
Charlie não era apenas um patriota americano, embora o fosse com intensidade incomparável. Ele foi um dos mais aguerridos defensores do lema America First — e, paradoxalmente, essa devoção à sua pátria o tornava capaz de olhar além de suas fronteiras. Porque o que ele via no Brasil não era um caso isolado: era o mesmo ataque às liberdades fundamentais que ameaça todo o Ocidente. Mas, acima de tudo, Charlie era um cristão convicto. Um homem de fé, de princípios sólidos e coragem moral. Amava a liberdade não apenas como bandeira política, mas como expressão da dignidade que Deus concede a cada ser humano.
Hoje, Deus o chamou de volta. E, se há consolo na dor de sua partida, é a certeza de que sua missão foi cumprida — e que missão espetacular foi a sua. Charlie Kirk deixa um legado de luta, fé e coragem que continuará a inspirar não apenas americanos, mas brasileiros e todos aqueles que ainda acreditam na liberdade.
Descanse em paz, guerreiro. Seu exemplo viverá.