Chega daquele «apenas repassando!!». Antes de encaminhar qualquer mensagem, pense nesses três filtros:
1. A informação é útil?
2. Há certeza?
3. Fala bem?
Porque, se falar mal, é preciso ainda mais rigor.
https://t.co/wWNaRWvxWn | @jornalnacional
@fabriciomoura Eu falei num sentido diferente da sua interpretação. Você diria “pra mim, não leva 30 segundos chegar até aqui” ou “pra eu, não leva 30 segundos chegar até aqui”? Entendo o ruído, mas as vírgulas deslocam à vontade o termo pela frase. Agora deixo aqui meu ponto final.
Matéria mais que especial que o @showdavida deu neste domingo sobre o novo disco de Elza Soares, #NoTempodaIntolerancia. Tem trechos exclusivos de canções, curiosidades sobre as composições, imagens inéditas de nossa rainha em estúdio e muito mais. [+]
A principal ação precisa ser aqui, na Internet. É hora de fechar a torneira do chorume que encharca o cérebro dessa gente - sobretudo no WhatsApp e Telegram. Não há democracia que resista à tanta conspiração diária. Nenhum outro assunto é mais urgente do que o combate à fake news
Um taxista escocês descobriu que eu era brasileiro e falou de Pelé. Aí mostrei a minha foto com o Rei. Ele então pediu uma foto comigo: precisava provar que apertou uma mão que já cumprimentou o Rei.
A história do homem que se alimentava de luz vai virar série. A volta do irmão do Henfil é pro Brasil dos que se empanturram de ouro enquanto tem gente na fila do osso.
Reportagem no link:
@showdavida | https://t.co/00pMice8uV
Edição: Jana Araújo
Montagem: Alexandre Tandy
A penúltima crônica da Copa fala da Amarelinha enlutada. A Seleção vive depois da Croácia as cinco fases do luto: raiva, barganha, negação, tristeza e aceitação.
Reportagem completa no link:
https://t.co/sw4DXdwiOH | @showdavida
Montagem: @ericromar2602
Edição: Caio Areosa
@andregallindo@MarceloCourrege@rodrigo__c Apesar de tudo, a experiência aí ainda é melhor. Em todos os estádios britânicos que fui não teve batuque e a torcida visitante era quem mais se ouvia o jogo todo. Premiere League é bonita, mas ordinária. Pronto, podem me cancelar.
Bastou um debate pra ele abrir vantagem contra Marine Le Pen no segundo turno. Os franceses entenderam melhor o que pensam os dois candidatos. E Júpiter, que precisa chegar mais perto pra atrair o eleitor.
Não conheço um presidente com tanto apelido. Macron era o «Mozart do Eliseu» pelo frescor de ideias como um jovem ministro. Depois de eleito, ele descreveu sua presidência como «jupiteriana» - referência ao Deus supremo da mitologia romana. Ele acha que a distância traz sabedoria
Mesmo que a pessoa discorde, a compreensão do projeto de governo minimiza a implicância - a mãe dos apelidos. Ele mal conseguia explicar que desemprego é o mais baixo em 15 anos e a França cresce mais do que a média europeia. Nem que a queda do poder de compra é problema mundial.
A Frente Republicana até apareceu: os derrotados pediram voto contra a extrema-Direita. Mas pesquisas alertam pra abstenção recorde - na média, três em cada quatro frances fazem questão de entrar na fila. Há o risco de nem Esquerda nem Direita aparecerem em peso pra salvar Macron
O que um castor tem a ver com a Eleição da França? É o apelido francês pro eleitor que vota em qualquer um, menos na extrema-Direita. Mas a construção da «barragem» perdeu eficiência agora: dois terços dos eleitores de outros candidatos pensam em não aparecer pro voto útil.
O desânimo é reflexo da repaginada da Le Pen, que diminuiu a rejeição. E da antipatia com Macron. Ele foi eleito com discurso centrista: «nem Esquerda nem Direita». Mas o governo mancou na destra e frustrou progressistas. Agora o presidente ouve o slogan «nem Macron nem Le Pen».