Embora as semanas anteriores tenham sido um caos, consegui organizar alguns conteúdos filosóficos para eles e pretendo levá-los amanhã a uma feira, onde poderão ter acesso a livros importantes.
Não reclamei nem um pouco ao acordar cedo para arrumar meus filhos, levá-los para a escolinha e, em seguida, ir direto lecionar. Fui muito bem recebido pelos meus colegas e também pelos meus alunos, alguns dos quais disseram que sentiram bastante a minha falta.
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No mundo humano não chega a ser diferente, se você não se casar até uma certa idade na Coreia Do Sul, pode ser repleto de julgamentos. Mas a única diferença é que alguns se casam por amor. Estou com 31 anos, e nem mesmo o meu oceano irá me perdoar se não me casar.
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Estou na ilha com minha irmã de consideração e meus filhos, me recuperando de tudo o que me aconteceu até aqui, hoje pela madrugada saímos para caminhar na beirada do mar ; nosso lar. E um assunto curioso tomou conta por parte de Lowen.
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Em nossa tradição no oceano, não podemos esperar muitos anos para nos casarmos, e não há essa de se ter paixão como no mundo terreno, é casamento na certa e aos poucos o casal compartilha o amor que vai se criando, algo completamente antigo.
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A cada novo encontro, sinto a lâmina fria do julgamento, a pressão do olhar alheio. É como se cada palavra trocada se transformasse em um grilhão, prendendo-me a uma realidade que não escolhi.
A filosofia da vida é simples, ou toca, ou não toca. É nesse instante fugaz, nesse toque sutil que reside a essência do ser. Quando a pele se encontra com a pele, quando o olhar se cruza e a alma se reconhece, tudo se revela em uma dança silenciosa.
Alguns humanos são completamente insanos, mas lidei com um pior do que eu imaginava. — um serial killer, aquele maníaco que estava a solta em Seoul. Ele está morto agora e eu? Fui parar em um navio pirata pois, como uma das vítimas, me faltou ar no mundo terreno.
ATENÇÃO: de acordo com o que está havendo no plot, Ártemis ficará desaparecido e entrará na lista de vítimas desaparecidas de um maníaco que está solto em Seoul, para mais informações INTERPRETATIVAS, acesse aqui:
https://t.co/KrpEq3ih5f
A vida, então, seguia, indiferente, enquanto eu permanecia preso nessa teia de desespero e resignação, contemplando o abismo que nos separava, agora intransponível. Não, nós não nos veremos de novo.
No silêncio opressivo daquela sala, onde as sombras dançavam nas paredes, uma sensação de inexorável separação pairava no ar. "Não, nós nunca nos veremos de novo", pensei, como se as palavras se desintegrassem antes mesmo de chegar aos meus lábios.
O peso da certeza me esmagava, como se a vida se distanciasse em um abismo que não podia ser atravessado. Os rostos se tornavam borrões, figuras distantes em um sonho que se desfazia.