LINDO! Harry Styles se declarou para seus fãs ontem, no show em Londres:
“Tenho uma amiga que mora bem perto de Wembley. Ela estava voltando para casa sozinha, tarde da noite, e sentiu que alguém a estava seguindo, o que a deixou desconfortável e um pouco assustada. Enquanto caminhava, ela encontrou fãs que estavam saindo do show e perguntou se podia andar com eles. Eles a acompanharam até em casa, desviando 15 minutos do caminho deles na direção oposta. Ao longo dos anos, ouvi pessoas — amigos, todos vocês — falarem sobre as pessoas que conheceram, os amigos que fizeram e a comunidade que construíram juntos. Isso é maior do que esses shows; é maior do que eu. Essa comunidade existe mesmo depois que o show acaba e vocês voltam para casa; ela existe até mesmo depois que uma música termina. Ela sempre estará lá para vocês — vocês nunca estarão sozinhos aqui.” 💖
fui atrás das ongs que o festival irá ajudar e elas vão desde organizações de apoios a mães negras, coleta de fundos para educação de meninas filipinas até proteção de leis que asseguram os direitos de mulheres trans. que projeto lindo olivia rodrigo te amo
🏆 BEST NEW ALBUM: no disco mais bem produzido da carreira, Olivia Rodrigo refina a tracklist, colabora com uma lenda e nos entrega o melhor álbum do ano até o momento. “you seem pretty sad for a girl so in love” beira o sublime.
Olivia Rodrigo mentiu. Não há nada de feliz que vá além da própria insegurança em estar com alguém desejado, o que se reflete no início de seu novo álbum. Ela é, de fato, aquela amiga que sempre está mal. Se despindo com emoções enlouquecidas e produção refinada, Olivia quase alcança o sublime na sequência de “you seem pretty sad for a girl so in love”, contando uma história com começo, meio e fim. Como diria Letrux, “até o amor ser bom, ele é tão ruim.”
Em faixas como “My Way” e “Expectations”, a barra sobe. O que poderia soar piegas ou monótono se quebra na renovação da parceria com Dan Nigro, que continua ousando com referências de diferentes vertentes do rock sem perder ritmo. O fato de a primeira parceria da carreira acontecer no terceiro disco, na era do streaming, e ser com ninguém menos que Robert Smith em um casamento harmônico numa faixa sobre depressão… Tô boba. É esse elo entre clássicos alternativos e a mira no futuro popular que faz com que Olivia, hoje com 23 anos, se conecte com o público jovem e com os “adolescentes” de 25 a 35 anos, por toda a bagagem que traz.
A transição entre “Purple” e “The Cure” marca a virada para o Lado B com maestria. É em frases como “se me amar significa me deixar ir e me desejar o melhor, então acho que eu queria que você me amasse menos”, de “Less”, que percebemos que, lá no fundo, tem um babado… E se nem o término do disco em “cigarette smoke” (uma faixa emocionante de mais de 5 minutos, com transição final épica) te pegar… Sinto lhe informar, mas cacura, você vai ter que engolir por bem ou por mal, pois não vamos voltar ao tenebroso mainstream de 2015. Diferentemente de muitos artistas da década passada ou da pandemia que surgiram, não consolidaram fã-base ou uma sonoridade potente e, por consequência, sumiram, Olivia já tem seu lugar no hall ao lado de lendas, garantido pelas próprias, à altura de suas composições.
quando você tá perdido na rua do estupro próximo a avenida do assalto e resolve abrir o moovit e ele acha que é a hora perfeita pra fazer uma compra na shopee