a regra é clara:
1- torcer pro Brasil
2- torcer pros sulamericanos (menos a argentina)
3- torcer contra a argentina
4- torcer contra a alemanha
5- torcer contra qualquer europeu
eu quando a idiota da minha esposa se acha mais inteligente só porque tem phd em engenheira nuclear enquanto eu consigo resolver o cubo mágico com 3 dedos enfiado no cu
em 2016 pararam de oferecer merenda na minha escola e algumas outras da minha cidade, eu e uns amigos fomos falando falando e quando vimos estávamos fazendo manifestação na frente da delegacia de ensino. resolveram rapidinho
funfact sobre mim é q quando estudava em JP a merenda era nojenta de ruim, um dia achei tapuru e foi a última gota d’água pq as crianças comiam, ativei modo karen liguei umas 1000x pra prefeitura e ameacei ir na imprensa
mudaram toda a cozinha no mês seguinte kkkkkk
o mais frustrante é que o cinema queer passou décadas sendo reduzido a histórias de culpa, sofrimento, violência, doença e morte, agora que vemos narrativas mais diversas e complexas sendo celebradas internacionalmente, muitas sequer chegam aos cinemas brasileiros, parece que primeiro nos condicionaram a existir apenas através da tragédia e agora, nem essas histórias podemos assistir legalmente, e isso não afeta apenas produções estrangeiras, porque filmes LGBTQIA+ brasileiros também costumam ser lançados sem divulgação, sem campanha, sem destaque nas redes dos cinemas e muitas vezes, quando são lançados, tem um circuito de exibição limitado e desaparecem de cartaz antes mesmo que o público saiba que existem, dizem que nossas histórias são importantes, mas dificultam constantemente o acesso a elas, no fim, a sensação é que estamos sempre sendo empurrados para a invisibilidade ou para a pirataria