Esse é Luís Felipe Benke dos Santos, de apenas 8 anos. Infelizmente, ele enfrenta um câncer em estágio terminal. Quem aparece ao lado de Luís na foto é o ministro Padilha, que, em determinado momento, fez propaganda utilizando a imagem do menino. Isso mesmo: usou a imagem de uma criança gravemente enferma em uma peça publicitária. Após o agravamento de seu quadro clínico em Lisboa, Luís precisava de um voo da FAB para retornar ao Brasil. Os mesmos voos que são frequentemente utilizados por ministros, por Lula, por Janja e por outras autoridades em viagens ao redor do mundo, custeadas com recursos públicos na casa dos bilhões. No entanto, Luís foi ignorado pelo governo Lula e não recebeu auxílio daqueles que antes o haviam exposto em suas propagandas. Quem prestou ajuda ao menino foi o Governo do Estado de São Paulo.
Tirem suas próprias conclusões.
Porra irmão eu tô poco me fodendo que nos EUA os agente de imigração tão passando aparelho de metais nos jogadores, eu vivo num país que funcionários públicos cobram nota fiscal de fone de ouvido de brasileiro voltando de férias no aeroporto kkkkk
Um homem de 25 anos mandou mensagem para uma menina de 13 anos.
"Oi, gatinha." "Meu sonho é ficar com você." "Seria uma honra tirar a virgindade dela."
O que ele não sabia: era a mãe quem respondia.
A mãe perguntou diretamente: "Isso não é pedofilia?"
Ele deu risada. E marcou o encontro.
Chegou lá — e encontrou a mãe.
Sete dias sem dormir. Conhecia o homem há 20 anos. Viu a filha crescer.
Ela bateu nele. Depois acionou a polícia, fez o boletim e entregou o celular como prova.
Ele foi à delegacia, prestou depoimento.
E foi embora. Não ficou preso.
Uma mãe passou 7 dias em colapso, montou uma operação, colheu as provas, entregou tudo — e o Estado soltou o homem na mesma noite.
Ela fez o trabalho da polícia, do MP e do judiciário.
E mesmo assim, não foi suficiente para mantê-lo atrás das grades.
Bear Grylls: “Em todas as expedições, levo um pedaço de papel plastificado dentro das minhas botas com Mateus 28:20 escrito: 'Tenham certeza disto: estou com vocês até os confins da terra.' Um lembrete silencioso de que nunca estamos verdadeiramente sozinhos.”