@oyawuremi_ A quimbanda atualmente é uma imundice esotérica, contaminada e colonizada por feitiçaria branca, de origem européia e semita. O culto original afrodiásporico de origem congolesa/bantu, que tinha como fundamento feitiçaria e cura, foi completamente apagado, corrompido.
Fui em uma gira obrigada e totalmente cética porque tava sem fé e desconecta.
Sem eu falar uma palavra, a diaba da pombagira citou coisa que nem meu marido sabia enquanto fumava um charuto ao contrario
@dominguesvero Imagina ser tão medíocre ao ponto de escolher não crescer profissionalmente pra não ganhar mais só pra não pagar mais de pensão. Ele perde primeiro pra depois o filho e a mãe do filho perder. Além de medíocre é burro.
O vereador Rick Azevedo foi para o Insta dizer que estou "divulgando fake news" sobre ele, quando eu só compartilhei uma matéria do Opera Mundi. Ao invés de questionar o Opera, o vereador veio me atacar. Amanhã, às 12h, no Farol Brasil, explico tudo e respondo o ataque.
@loureirojessica@davibessa7_ Não sei valores desse ano e até onde sei nem foi liberado ainda mas os valores são públicos. O que sei foi o que vivi na última campanha, vi muitos candidatos se desbotando porque recebiam tipo menos que 1/3 do que o resto recebia
Mas quando é bilionário que passa a vida inteira sem trabalhar e cheio de empregadas vocês fazem de tudo pra tentar convencer que eles são importantes pro mundo kkkkk
Estão querendo me diminuir novamente?
Em 2024, disseram que eu era um candidato de TikTok, que não passaria de 400 votos e que a luta pelo fim da escala 6x1 não tinha alcance eleitoral. A direção partidária fez suas apostas, e eu não estava entre elas, recebendo menos recursos que candidaturas consideradas mais estratégicas. Contudo, o resultado foi que me tornei o vereador mais votado do @psol50 no Rio de Janeiro, com o custo por voto mais baixo das eleições, de apenas R$ 2,04 por eleitor.
Esta experiência me faz alertar para sinais preocupantes de que o partido está prestes a repetir o mesmo erro. Minha luta nasceu da realidade de milhões de trabalhadores brasileiros que vivem a escala 6x1, uma pauta que mobilizou milhões e permitiu ao PSOL dialogar com uma base historicamente desassistida. É imperativo questionar os critérios de distribuição de recursos eleitorais, pois toda direção tem o direito de fazer escolhas, mas também o dever de assumi-las publicamente.
Sob a condução de dirigentes partidários como @paulacoradi e @julianopsol, existe uma escolha sendo feita. Quando dirigentes partidários, como o próprio @julianopsol, aparecem com previsões de repasses equivalentes ou superiores às de lideranças diretamente envolvidas nas principais lutas sociais do partido, existe uma escolha sendo feita. Quando figuras recém-chegadas ao PSOL, como @ManuelaDavila, aparecem com previsão de receber mais que o dobro de candidaturas que já demonstraram capacidade de mobilização popular e resultado eleitoral, existe uma escolha sendo feita. Uma escolha que privilegia um perfil bem específico de candidaturas, se notarmos bem.
Essa discussão não é individual; lideranças como @ErikakHilton, @renatasouzario e @carlosgiannazi também expressaram seu inconformismo. Talvez o problema não esteja nas candidaturas, mas nos critérios. O PSOL deve apoiar novas lideranças, mas também reconhecer quem carrega suas principais bandeiras e expande seu alcance.
Sofro ameaças por denunciar ao mundo que a classe trabalhadora brasileira sofre. Não tenho problema com divergência política, mas me recuso a aceitar a repetição de erros. Em 2024, as urnas responderam àqueles que me consideraram sem prioridade. Agora, cada um será responsável pelas escolhas que está fazendo.
Afinal, eu sou o balconista de farmácia que levantou a maior pauta trabalhista deste século. Talvez o problema nunca tenha sido a viabilidade da luta. Talvez o problema seja admitir que ela venceu sem pedir autorização a ninguém.
Sinceramente, a linha majoritária do PSOL precisa mudar. O que aconteceu com o Rick no Rio aconteceu aqui em Niterói, com pessoas que eu trabalhei na campanha para vereança e a gente tinha que lutar não só pra ser visto pela população mas também em ser visto no partido. Triste
Simplesmente chocada e decepcionada.
Pra mim, vocês sabem, a política real se faz nas ruas, nas redes, com transparência, papo reto e propósito. Não se faz escondendo os problemas debaixo do tapete ou com tentativas de sabotagem.
Eu e muitas lideranças decidimos ficar no @PSOL50 para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira, porque nossa responsabilidade nestas eleições é gigante: dar nosso melhor, tudo de nós, para reeleger o presidente Lula e garantir uma bancada de esquerda mais forte, maior, para sustentar o governo e disputar a sociedade. Mas, para isso, o PSOL precisa cumprir os acordos que fez conosco. E não está cumprindo. Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando.
Tenho um orgulho imenso de ter ajudado a levar a luta pelo fim da escala 6x1 para o Brasil inteiro. As ruas estão do nosso lado. Mas fazer campanha no nosso país não é igual para todos. Sou uma deputada negra e travesti. Para viajar São Paulo, maior estado do país, puxando votos, preciso de uma logística imensa e de um esquema de segurança fortíssimo. Nossos corpos correm riscos que a burocracia do partido não pode simplesmente ignorar, com o risco de inviabilizar nossa pré candidatura à reeleição, rebaixar o máximo potencial dos nossos votos… e colocar em risco nossa integridade física.
É um absurdo que a direção partidária feche os olhos para essa realidade. Hoje, Juliano Medeiros @julianopsol, presidente da Federação PSOL-Rede, em sua primeira candidatura, teria exatamente a mesma prioridade que eu. @ManuelaDavila, que acabou de chegar ao partido, tem previsão de receber mais que o dobro. Respeito a trajetória deles e adoraria vê-los eleitos, mas isso é o privilégio branco e cis sobrepondo tudo: os acordos feitos conosco, cálculos eleitorais sérios… A inteligência política passou longe. É uma tentativa de asfixiar quem está na linha de frente em detrimento de um perfil de pré-candidaturas bem específico, de grupos que só pensam em si mesmos e estão, mais uma vez, arriscando a viabilidade do PSOL.
Tanto é assim que, comandado por @PaulaCoradi, presidenta nacional, o PSOL simplesmente desmontou a sua política nacional de inclusão que garantia repasses nacionais justos com ajustes por gênero, raça e para pessoas com deficiência (PCD), exatamente no momento em que o próprio Tribunal Eleitoral reconhece a importância histórica e a necessidade dessa política. É um retrocesso inaceitável.
E não é só comigo. No Rio de Janeiro, lideranças gigantes e populares como @RenataSouzaRii e @RickAzzevedo sofrem do mesmo mal. Igualmente @CarlosGiannazi em SP. O partido ignorou e subestimou o Rick na última eleição, ele foi para a rua, foi o mais votado, enquanto o PSOL encolheu, em grande parte pela má distribuição dos seus recursos sob critério que são políticos. E agora o PSOL está prestes a repetir exatamente o mesmo erro com ele!
Ninguém quer tirar o básico ou negar importância de quem está nas suas primeiras campanhas. O que não podemos aceitar é a falta de transparência e o suicídio político de sufocar quem tem a força popular para garantir a sobrevivência do partido. Nós ficamos no PSOL para superar a cláusula de barreira e eleger bancadas fortes. Agora, exigimos que a direção cumpra a sua palavra.
realmente algumas pessoas presumem que você nunca passou por situações difíceis na vida só porque você não se comporta como uma perdedora fracassada & coitadinha.