Eu não sou totalmente a favor disso, principalmente pra quem tem o objetivo de construir um negócio sustentável no longo prazo.
Mas vamos aos fatos:
Se você quer uma grana rápida, precisa virar rato de IA.
1 minuto e eu te explico... 🧵
@rennermonnerat Tnc rapá, ninguém mandou Coutinho embora porra, dois anos apoiando pra caralho e algumas vaias em dois jogos ou jornalista criticar é mandar embora? Time precisa ser homem e a torcida tb
@andersoncrvg93 Uma pena, jogou bem alguns jogos ano passado e vários jogos não. Foi importante em algum
Momento. Com um treinador melhor , poderia ser mais importante
O Brasil é uma democracia. Ai o pessoal se junta e chega a conclusão que as duas melhores pessoas pra governar são o atual presidente Lula ou o Flávio Bolsonaro.
Depois reclamam das consequências.
@movadvdireitabr@Metropoles Por favor ATENÇÃO: Só é possível impetrar as ações específicas para requerer à inelegibilidade do beneficiado (Lula) após o requerimento de registro da candidatura.
@JanainaDoBrasil@JanainaDoBrasil Propagando eleitoral antecipada gera, no máximo multa. Trata-se de abuso de poder político e econômico, além de abuso do uso dos meios de comunicação, o que causa inelegibilidade
Se isso não é abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação social, nada mais será!
O samba enredo usa o jingle de campanha de Lula (“Olê, olê, olá, Lula, Lulaaaa” 🎶). Menciona o 13, legenda do candidato em ano eleitoral. E ataca Bolsonaro, “o falso mito”, e ainda diz: “sem anistia”.
Não é uma homenagem a Lula: é ato de campanha, de ataque aos adversários. Ato abusivo.
O TSE irá se desmoralizar se não reconhecer o abuso de poder político e o abuso de poder econômico em uma evento dessa magnitude, transmitido pela Rede Globo em horário nobre, o que ainda configura uso indevido dos meios de comunicação social.
Toffoli se faz de sonso em nota.
Vamos por etapas:
1. Ele admite ser “parte do quadro societário” da Maridt, “sendo a referida empresa administrada por parentes do Ministro”.
O relator do caso Master no STF só reconhece isso agora porque a Polícia Federal avançou nas investigações e descobriu mensagens trocadas entre o dono do banco, Daniel Vorcaro, e seu cunhado, Fabiano Zettel, em que ambos discutem pagamentos para a Maridt.
Esse método de aguardar achados policiais para assumir, a conta-gotas, elementos comprometedores para sua atuação pública já é, por si só, antiético, diante da gravidade e da magnitude do escândalo.
2. Toffoli apela à alegação que eu antecipei (no vídeo “O que Moraes não contou sobre palestras”) que ele daria:
“De acordo com a Lei Orgânica da
Magistratura, no artigo 36 da Lei Complementar 35/1979, o magistrado pode integrar o quadro societário de empresas e dela receber dividendos, sendo-lhe apenas vedado praticar atos de gestão na qualidade de administrador.”
O problema central, repito, não é Toffoli ser sócio de uma empresa qualquer administrada por dois de seus irmãos. Mas de uma empresa que faturou com pessoas ligadas a empresários cujos casos ele relata ou julga no Supremo.
Não só Fabiano Zettel, o cunhado de Vorcaro por trás do fundo Arleen, mas também um advogado da JBS, Paulo Humberto Costa, por trás da PHB Holding.
3. “A referida empresa [Maridt] foi integrante do grupo Tayaya Ribeirão Claro até 21 de fevereiro de 2025”, prossegue a nota.
Toffoli admite, portanto, que foi dono do resort - até hoje, no entanto, visto por funcionários como sendo dele.
Lá, recebeu em 2023 André Esteves, do BTG, e Luiz Pastore, dono do jatinho no qual o ministro voou em 2025 com um dos advogados do caso Master, Augusto Arruda Botelho (aliás, ex-advogado da Odebrecht, empreiteira alvo de casos em que Toffoli anulou provas e multas bilionárias; e ex-secretário Nacional de Justiça do governo Lula, quando Toffoli usou um parecer de um departamento subordinado a Botelho para alegar que não havia registro do pedido de cooperação do MPF à Suíça - registro que depois veio à tona, sem levar o “amigo do amigo do meu pai” a revalidar as provas da Odebrecht).
4. “A participação anteriormente existente foi integralmente encerrada por meio de duas operações sucessivas, sendo a primeira a venda de cotas ao Fundo Arllen, em 27 de setembro de 2021, e a segunda a alienação do saldo remanescente à empresa PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025.”
Esse trecho da nota de Toffoli (cujo nome completo é José Antônio Dias Toffoli) foi copiado da nota antes divulgada por seu irmão, José Eugênio Dias Toffoli, com os mesmos aparentes erros de grafia nos nomes “Arllen” e “PHD”, na verdade referentes ao fundo Arleen e à PHB Holding. São erros convenientes, diga-se, já que turbinam a confusão.
Toffoli tenta emplacar a percepção de que não haveria qualquer problema ético em sua conduta, já que os negócios teriam sido feitos e encerrados antes de ele virar relator do caso Master no STF.
Isso insulta a inteligência alheia, porque Toffoli já era ministro da mais alta Corte do país, e Vorcaro já estava envolvido em esquema de fraude, interessado em garantir blindagem no Judiciário. Sem falar que o ministro continuou frequentando o Tayayá, inclusive no último Ano Novo.
Logo, o fato de Toffoli ter recebido dividendos da Maridt, que faturou com a família de Vorcaro, configura um indício ainda mais grave do que a simples causa de suspeição; ele impõe a necessidade de uma investigação criminal.
Toffoli, portanto, precisa ser afastado do caso e impedido de controlar e atrapalhar as investigações que atingem Vorcaro, Zettel e a família do ministro, incluindo ele próprio.
É o óbvio, o certo, o necessário, o urgente.
Chega de cinismo e enrolação.