Chegou a hora de voltar onde tudo começou. Dia 16 de agosto, às 9h, temos um encontro marcado com o povo brasileiro.
Ali, onde tudo começou. No estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. Faça parte dessa história! 🇧🇷
A PEC do fim da escala 6x1 está há DOIS MESES na gaveta de Davi Alcolumbre. Nem relator foi atribuído ainda. Enquanto o povo espera, os senadores seguem curtindo férias, mas em outubro vão querer seu voto. Não se esqueça daqueles que não lutaram por você.
Olha que beleza essa engrenagem polícia x política x influencer: ao menos 15 ex-secretários de Segurança ou chefes das polícias Militar e Civil anunciaram a intenção de se candidatar nas eleições deste ano. https://t.co/2jNgAcbH5q
Lembrete: o Banco Master, do escândalo de 134 MILHÕES com o Flávio Bolsonaro, também ficava na Faria Lima.
Os bilionários não querem que Flávio Bolsonaro desista porque ele é antidemocrático, golpista, inepto ao cargo, envolvido com milicianos e figuras como Vorcaro e o Sicário.
Eles dizem querer que Flávio Bolsonaro desista porque esperavam um retorno maior sobre seu investimento.
Eles precisam de um candidato capaz de se eleger pra privatizar o Brasil e impedir o fim da escala 6x1.
Estou me preparando para assumir a missão que o presidente @LulaOficial me deu para coordenar o grupo de trabalho que vai avançar nas discussões de um acordo comercial entre Mercosul e Coreia do Sul 🇰🇷
🇧🇷 A soberania do Brasil é inegociável!
Seguiremos defendendo os interesses do nosso povo com firmeza, responsabilidade e diálogo, construindo relações de amizade e cooperação com todas as nações. 🤝🌎
Milei, para referirte a Lula primero tendrías que hacer algo que jamás podrás: dejarle a tu pueblo un legado.
Ese “zurdo de mierda” al que insultás surgió del pueblo y del movimiento obrero. Llegó tres veces a la Presidencia, sacó a millones de brasileros de la pobreza, convirtió a Brasil en un actor mundial e impulsó la integración regional para construir una Patria Grande más unida, soberana e independiente.
Soportó la cárcel, recuperó sus derechos políticos cuando sus condenas fueron anuladas y volvió a la Presidencia con el voto de su pueblo.
Vos, en cambio, estás destruyendo en la Argentina todo aquello que Lula ayudó a garantizarle al pueblo brasilero: trabajo, dignidad, derechos y esperanza.
Esa es la diferencia entre un presidente que deja un enorme legado histórico y vos, que solo estás de paso para destruir la Argentina como marioneta de poderes externos que buscan apropiarse de nuestra soberanía
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
As falas do Milei durante a convenção de Flávio Bolsonaro são dignas de rompimento diplomático.
É inadmissível que o presidente do Brasil seja ofendido, dentro do seu país, por alguém tão desclassificado como o presidente da Argentina
O comportamento do Milei humilha e isola a Argentina .
Um país governador por alguém como o Milei está fadado ao fracasso
Já converti o jingle de campanha do Lula para MP3. Parabéns quem fez.
Tentaram derrubar
Tentaram lhe calar
Enfrentou o sistema, fez o povo prosperar
Não baixa a cabeça, sempre defende a nação
Leva a sua fé no peito, o Brasil no coração
É o Lula da Silva, é a estrela que brilha
Ele é brasileiro, trabalhador e família
É o Lula da Silva, é a estrela que brilha
Ele é brasileiro, trabalhador e família
Michelle fala em “amor e perdão”, mas convoca um “exército de pessoas de bem para libertar o Brasil”. É a mesma lógica de Flávio, só com outra embalagem. Para eles é guerra, batalha espiritual, demonização do adversário.
Quem são as “pessoas de bem”? As que aplaudem torturadores, zombaram dos mortos na pandemia e não aceitaram o resultado das urnas?
O discurso manso da Michelle é tão perigoso quanto a violência escancarada. Usam Deus na boca e ódio no projeto.
OLHA A LAPADA!!! Flávio Bolsonaro postou vídeo atacando o Lulinha com fake news, para tentar desviar o foco dos seus escândalos, perguntando “Cadê o Lulinha?”. O advogado de Lulinha, Guilherme Suguimori, foi rápido e já gravou um vídeo em resposta DETONANDO todas as mentiras!