O presidente do Banco Central do Paraguai, Carlos Carvallo, pôs o cargo à disposição hoje, no meio da intervenção no ueno bank. Ele presidia o ueno, que ainda era financeira e pertencia aos ex-sócios de Santiago Peña, quando Peña o indicou para o Banco Central, em julho de 2023.
Peña, para quem não acompanha, é o Tarcísio paraguaio: o técnico do mercado escolhido como herdeiro por um padrinho polêmico.
Semanas depois da indicação, Carvallo estava supervisionando o banco de onde saiu, e Peña continuou acionista da holding até março de 2025. Nesse período a financeira virou banco e cresceu em disparada, com dinheiro público e com recursos da previdência paraguaia. O Senado só foi pedir explicações em setembro deste ano.
Nesse meio tempo, Carvallo ainda foi reconhecido pela Global Finance como um dos melhores banqueiros centrais do mundo, pelo controle da inflação. No mês passado, presidiu em Bangkok a assembleia anual do FMI e do Banco Mundial, já com senadores paraguaios pedindo a cabeça da diretoria. Os prêmios vieram apesar de vínculos que eram públicos desde o primeiro dia.
Agora ele diz que a renúncia está mais do que assinada, mas permanece provisoriamente no cargo para acompanhar a resolução do ueno. Ou seja, o ex-presidente do ueno quer ficar à frente do Banco Central durante a resolução do próprio ueno, num governo cujo presidente foi acionista da holding do grupo.
Parece o Brasil...
Sobre o caso da Raízen.
A Raízen é a maior empresa de etanol e açúcar do país e está por trás dos postos Shell no Brasil. Se afundou em dívidas, montou um plano para renegociar com bancos e fundos, e esse plano só andava se antes a empresa acertasse o que devia de impostos ao governo.
Foi o que aconteceu no dia 28. A União fechou com a Raízen o maior acordo de dívida de impostos que já assinou, encerrando R$ 22,4 bilhões devidos pela empresa e pelos donos, Cosan e Shell. A Raízen ganhou R$ 8,5 bilhões de desconto em multas e juros e abateu outra fatia com créditos de anos em que fechou no vermelho. Em dinheiro, vai pagar só R$ 2,5 bilhões. O governo, do seu lado, ficou com o pagamento e com as condições padrão de qualquer acordo desse tipo.
Dois dias depois, a assembleia aprovou as medidas que colocam o plano em prática. Os credores ficam com cerca de 80% da Raízen e a britânica Shell vira a maior acionista individual. A rede de 6,8 mil postos vai para uma empresa separada, que já começa a procurar quem compre uma fatia dela.
Nada disso andava sem a assinatura do governo. O acordo de impostos era condição para o plano valer, e isso dava à União força para exigir alguma garantia sobre o que seria feito com as usinas e com os postos depois da troca de donos. Não exigiu, ou pelo menos nada nesse sentido foi divulgado.
Os R$ 8,5 bilhões de desconto não somem, deixam de entrar no orçamento que todo mundo paga, num ano em que o Brasil bateu recorde de empresas negativadas, mais de 9 milhões segundo a Serasa, e em que os pedidos de recuperação judicial seguem em patamar alto depois do recorde de 2025.
Se as outras empresas em recuperação judicial pedirem o mesmo tratamento, a conta cresce. Quem arca com ela é o trabalhador com imposto retido na fonte e o dono de loja que, quando atrasa o Simples, leva multa e juros sem ter com quem negociar. Vamos saber em breve se a moda pega.
🗳️🚍 Um áudio atribuído ao presidente do Sindicato dos Rodoviários de Salvador revela orientações para adesivar ônibus no 2º turno das eleições. A gravação cita integrantes da CTB e a seleção de veículos que circulariam no dia da votação, marcado pela redução da frota na capital baiana.
Bolsa Banqueiro é o que torna a carga tributária alta
Os programas sociais representam uma fatia ínfima do orçamento.
O Bolsa Família é 3%,2% do orçamento; já o Bolsa Banqueiro é 50% do orçamento.
Ouvir um desabafo como esse mostra o tamanho da hipocrisia do PT e da esquerda, que simplesmente somem diante do que está acontecendo hoje na Amazônia. Muita gente tenta vender a ideia de que cuidar do meio ambiente é exclusividade de um campo político. Mas nós provamos, em São Paulo, que um governo de direita pode fazer muito. E fazer de verdade! Aqui, preservação ambiental e desenvolvimento caminham juntos. E os resultados estão aí! Em 2025, reduzimos em 91% a área atingida por incêndios nas unidades de conservação estaduais, em comparação com 2024. Em agosto de 2026, São Paulo registrou o menor número de focos de calor para o mês desde o início da série histórica, em 1998. Mobilizamos mais de R$ 400 milhões em ações de prevenção e combate às queimadas, investimos em tecnologia, monitoramento por satélite e inteligência artificial para identificar focos de incêndio e agir mais rápido. Também alcançamos mais de 44 mil hectares em processo de restauração florestal e incorporamos 13,2 mil hectares às áreas protegidas do estado. Na recuperação dos nossos rios, já são R$ 22 bilhões em investimentos no IntegraTietê, mais de 1,5 milhão de domicílios conectados à rede de esgoto e 6,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos retirados da bacia do Tietê. E os resultados já aparecem: reduzimos em quase 30% a carga de poluição orgânica do Rio Tietê, e a mancha de poluição recuou 33 quilômetros, uma redução de aproximadamente 16%! Tudo isso sem abrir mão do desenvolvimento econômico, da geração de empregos e do crescimento de São Paulo. Cuidar do meio ambiente não é uma questão de ideologia. É uma questão de responsabilidade, compromisso com as próximas gerações e, acima de tudo, trabalho! É assim que estamos fazendo em São Paulo. Com menos discurso, menos cantoria e mais resultado!
🚨Pode até discordar, faz parte do debate. Mas respeito à trajetória é fundamental.
Assista até o final e tire suas próprias conclusões.
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O tempo é o senhor da razão.
Nikolas, pare de ser apenas um influenciador digital. Prepare-se para ser um líder!
Você é jovem, talentoso e tem um futuro brilhante pela frente. Mas precisa compreender que ter milhões de seguidores não é o mesmo que ter a grandeza de um líder.
O influenciador digital busca repercussão. O verdadeiro líder mede as consequências de suas palavras, reconhece seus erros e assume suas responsabilidades.
Você passou esta eleição me atacando. Agora, Minas Gerais terá uma senadora do PT pelos próximos oito anos. Assuma a responsabilidade pela eleição dessa senadora. Não adianta querer transferir para os outros as consequências das suas próprias escolhas.
Vamos restabelecer a verdade.
Deus te abençoe, menino! Voe alto. Mas não confunda popularidade com liderança, nem arrogância com coragem.
Seguidores fazem um influenciador digital. Caráter, humildade e responsabilidade constroem um líder.
E o primeiro passo é reconhecer os próprios erros.
Eu gosto muito do dr Sebastião. Tenho um respeito e uma admiração muito grande pelo fato dele ter se posicionado num momento em que ficar calado rendia aposentadoria e 0 dor de cabeça. Mas nessa eleição nao dá pra "fazer e ver o que acontece". É muito sério o que esta em jogo no país... dito isso, sua renúncia a disputa do senado em BSB em benefício do sucesso desse projeto que é o único que importa, "a retomada democrática desse país, o engrandeceria ainda mais.
Nao estamos num momento de disputar... estamos num momento de unir forças em nome de um objetivo muito maior.
Fazer maioria no senado é mais que missão, é sobrevivência e cada cadeira importa!
E parabéns ao Ricar Salles que entendeu o que esta em jogo.
Bora vencer galera!
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Bom dia Brasil.
Hoje é o segundo dia de abertura para assinaturas da CPMI do Banco Master.
E até agora, nenhum parlamentar do governo Lula assinou o pedido.
Nenhum.
Por isso, estou desafiando publicamente os parlamentares do governo federal a assinarem a CPMI do Banco Master.
Se defendem transparência…
se defendem investigação…
se defendem a verdade…
qual o motivo de não quererem assinar?
O Brasil merece respostas.
Quem não deve, não teme CPMI.
O mesmo governo que alega não ter espaço fiscal para baixar imposto sobre a cesta básica ou ampliar crédito a pequenas e médias empresas encontrou R$ 10 bilhões no BNDES para financiar política de marketing em segurança. E ainda vende o pacote como R$ 11 bilhões de investimento federal — quando R$ 10 desses bilhões são dívida que os estados vão pagar. A União coloca pouco mais de R$ 1 bilhão e fica com o crédito político de tudo.