Roubado é mais gostoso?
Ganhar roubado não é gostoso, o Felipe ex goleiro do Flamengo nunca disse isso. Vascaínos angustiados e frustrados após mais um vice, emplacaram essa mentira.
O fato é que são quase 40 anos sem ganhar uma final do Flamengo, será que a Crefisa da Leila Pereira acabará com esse longo jejum e tirará o grito de campeão da garganta dos vascaínos?
@_matheusfla Pra mim isso diz mais sobre o nível do campeonato mexicano do que sobre falta de oportunidades aqui. Há vários exemplos. O próprio Uribe que passou pelo Flamengo em 19, cansava de fazer gols por lá, aqui e depois no Santos parecia que nunca tinha chutado uma bola
vai com deus narigudinho do meu coração eu te criticava mais não queria isso eu te xingava mas não queria que vc saísse era só raiva de torcedor puto e chateado te amo pra sempre meu ídolo, estou sem acreditar nisso ainda
🚨💣 BREAKING: Lucas Paquetá to Flamengo, here we go! Record deal agreed for €42m fee.
West Ham accept the proposal after direct contact with director José Boto today, Paquetá travels later today.
Five year contract. Paquetá volta pra casa. ❤️🖤
Na moral, eu tenho um nojo absurdo desse Nikolas Ferreira e dos fãs burros dele, impossível um adulto minimamente funcional n se irritar com a existência desse lixo
O meu amigo Fernando Gil chorou na transmissão da Cazé TV. Chorou como choram os homens que reaprenderam a sentir depois de muito tempo em silêncio. Chorou porque, quando o ônibus do Flamengo passou abraçado pela multidão, não era um ônibus: era a infância inteira dele atravessando a avenida. Era a meninice com o ouvido colado no rádio. Era o coração, esse velho tambor rubro-negro, batendo a um ritmo feroz atrás do próprio destino.
O #AeroFla tem dessas coisas. É cortejo e é romaria. É a rua se vestindo de vermelho e preto para receber o time como quem recebe um santo peregrino. Ali, cada torcedor carrega no peito um altar. Cada rosto traz uma reza, uma lembrança, uma saudade. A cidade inteira parece respirar no mesmo fôlego - e, nesse fôlego, o Flamengo embarca para Lima levando os sonhos de milhões.
Ser Flamengo não começa no estádio; começa no berço. Às vezes, nasce do colo do pai. Outras, brota sem explicação, como certas paixões que não pedem licença. O rubro-negro cresce com o Flamengo como quem cresce ao lado de um irmão mais velho: aquele que a gente imita, com quem discute, a quem exige grandeza e a quem perdoa todos os tropeços. É amor civil, leal, desses que envelhecem com a gente.
No fundo, pertencimento é isso: saber que há um lugar no mundo onde você não precisa explicar quem é. O rubronegrismo é essa morada invisível - feita de gols que já esquecemos, de derrotas que ainda doem, de tardes de domingo que o tempo levou mas que continuam acesas dentro de nós.
O ônibus que passou cercado de gente não levava apenas jogadores. Levava a memória de quem já se foi e torceu até o último apito. Levava o menino que você foi um dia, o menino que acreditava que o mundo era mais simples quando o Flamengo jogava bem. Levava também as dores antigas, aquelas noites em que a derrota parecia um temporal sem trégua, mas das quais sempre nos levantamos. E levava, por fim, nossas melhores esperanças, embaladas no canto da multidão, como quem embala um filho que já chorou, já sorriu e está pronto para recomeçar.
E o povo? Ah, o povo… empurrava o ônibus como quem empurra o destino. Em cada canto, havia um verso antigo. Em cada bandeira, um pedaço de história. Em cada olhar marejado, uma certeza: quando o Flamengo embarca, ninguém fica para trás. É uma viagem que se faz com o corpo parado e a alma em movimento.
O rubro-negro vive de fé - fé de estádio, fé de esquina, fé de igreja, fé de terreiro. Reza pra São Judas, faz promessa pra São Longuinho, acende vela pra Exu abrir caminho. O Flamengo é essa religião generosa, que aceita todos os credos e devolve ao devoto um tipo de esperança que não se compra nem se aprende: apenas se sente.
Lima nos espera. E nós esperamos o Flamengo como quem espera uma amada que viaja para longe, mas que carrega na mala a alegria de todo um povo. No sábado, quando a bola rolar, cada rubro-negro vai estar lá - mesmo que esteja em Madureira, Bangu, Manaus, Nova York ou Lisboa. Porque o rubronegrismo é isso: uma pátria sentimental espalhada pelo mundo, mas unida no mesmo ritmo.
E se o Flamengo vencer, não será apenas o título. Será a consagração desse laço invisível que nos costura desde crianças. Será o irmão mais velho voltando para casa com o peito brilhando de conquista. E nós, seus eternos menores, estaremos na porta - orgulhosos, chorosos, agradecidos por fazer parte dessa história que nunca termina.
Ser Flamengo é assim: um pacto. Uma poesia que se escreve com suor, lágrima e alegria. Uma casa sempre aberta. Uma chama que não apaga. Uma forma vermelha e preta de amar o mundo.
E, quando isso nos toma, meu amigo, não há ciência que explique: talvez apenas a poesia. Apenas o Flamengo.
@flamiliagil
BRUNO HENRIQUE É INOCENTE: Vou explicar juridicamente o porquê.
O art. 243-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva define como infração disciplinar o ato de “atuar, de forma contrária à ética desportiva, com o fim de influenciar o resultado de partida (...)”.
O grande problema dessa capitulação é que, para o enquadramento no artigo, Bruno Henrique deveria, necessariamente, ter tido intenção de “influenciar o resultado da partida”. Além de não haver qualquer prova dessa intenção, há prova do oposto: Bruno Henrique tomou o cartão por planejamento estratégico do próprio clube – o que é legítimo e amplamente usual.
Tomar cartão de propósito, com finalidades estratégicas do clube, não tem nem a intenção e nem a capacidade de “influenciar o resultado da partida”.
Outro artigo que a conduta do Bruno Henrique foi enquadrada é o art. 243, que define como infração disciplinar “atuar, deliberadamente, de modo prejudicial à equipe que defende”. Obviamente esse artigo não é aplicável ao caso porque Bruno Henrique agiu, na verdade, para favorecer (e não prejudicar) os interesses do clube que defende.
A rigor, a informação privilegiada pelo Bruno Henrique a seu parente pode constituir algum ilícito contra a casa de apostas afetada, mas não exatamente uma infração esportiva.
De todo modo, como a conduta “dificulta o cumprimento do regulamento da competição” (art. 191), me parece que a multa de R$ 100 mil, conforme votou o Relator, ficaria de bom tamanho.
@PatoRoco1977 Eu custo acreditar que ele conseguiu mais de R$ 3.000,00 (três mil reais) nessa vakinha, sendo que geral expôs o cara nos comentários com os prints dos comentários sem noção, pqp, tem muito otário no mundo
Nenhuma novidade pra quem acompanha esse time
Adoram jogo grande, maraca lotado, muita repercussão mas ignoram os jogos menores.
Problema é q vale os mesmos 3 pontos