Todo mundo está olhando para as mensagens, o contrato, o uísque. Eu olhei para outra coisa: como o país chegou até aqui e a resposta começa num desvio de 2016 que passou sem custo nenhum.
Desvio sem custo vira método e o poder excepcional emprestado em uma emergência nunca é devolvido quando ela passa.
Eu li as 218 páginas do relatório com a paciência de quem passou 30 anos alocando capital e o que encontrei ali não é uma história de corrupção. É o preço do risco Brasil escrito à mão, aquele que ninguém vota e todo mundo paga a conta.
E tem um recado direto para quem assinou a carta de 2022 achando que estava salvando as instituições: estava tudo escrito, com data e junta comercial.
O meu artigo completo na Money Times? Link abaixo!
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Passamos a madrugada analisando o dossiê apócrifo usado por Moraes para incluir André Mendonça no Inquérito das Fake News.
Encontramos um show de irregularidades e hipocrisia.
O dossiê da PF já seria absurdo por serem papéis internos, sem autoria declarada, sem assinatura e expressamente classificados como documentos de trabalho, de circulação restrita e “sem valor probatório”. Há campos incompletos, hipóteses de confiança baixa, avaliações políticas sobre a composição do STF e marcadores compatíveis com redação assistida por inteligência artificial.
Mas a principal descoberta de A Investigação é ainda mais grave: Moraes distorceu o material.
Mais da metade do texto útil de sua decisão veio dessas peças. O ministro omitiu as 28 graduações de confiança, apagou seis advertências sobre a ausência de valor probatório, eliminou hipóteses alternativas e atribuiu à PF conclusões que o próprio dossiê não apresenta.
Em um dos pontos centrais, Moraes afirmou que Mendonça direcionou uma diligência “única e exclusivamente” contra ele. A fonte citada diz outra coisa: os nomes examinados decorreram das mensagens presentes no material pericial e não foram escolhidos pelo relator.
A comparação também encontrou dez erros nas passagens colocadas entre aspas e 23 possíveis vícios e inconsistências na decisão.
E há a hipocrisia.
No Radiolão, Moraes acusou a campanha de Jair Bolsonaro de usar um relatório apócrifo. Agora, baseou uma acusação contra outro ministro em quatro peças sem autoria declarada.
Acusou Mendonça de entregar à PF uma decisão sem assinatura, mas usou documentos não assinados para acusá-lo. Criticou a exposição de dados de terceiros, mas levantou o sigilo e expôs pessoas que o próprio dossiê não vinculava a irregularidades. Apontou a falta de vista prévia à PGR como anomalia, mas decidiu e publicou sua acusação antes de dar apenas “ciência” ao órgão.
Leia:
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@caiojunqueiraf Na Lava Jato havia o "amigo do amigo do meu pais" e acabou quando fizeram o relatório sobre o sigilo fiscal das esposas e parentes dos ministros.
Minha história contada pelo @GarraLibertaria
Sim, é real. Fui calado, proibido de existir. Sobrevivi como pude, fui ajudado por pessoas que nem conhecia, vendi bens pessoais e tomei dezenas de portas na cara, mas estou aqui. Nunca desisti, nunca me desesperei. Me fortaleci mentalmente, emocionalmente e espiritualmente, usei esses dois anos pra me preparar para esse momento. Agora só falta transformar o final deste vídeo em realidade. Outubro está logo ali e conto com vocês 🙏🏻🇧🇷👊🏻
@FlavioBolsonaro@DouglasRuas_RJ@carlosfportinho@carlosjordy@AlanLopesRio
para quem não leu:
Lula e outros 74 alvos da Lava Jato concorrem na eleição de 2026
Leia a lista completa:
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via @Poder360 e @paulosilvapinto e @rafaelbqo
Espero que o tal limitador de alcance dos candidatos esteja funcionando pra esquerdista também, porque pra mim aqui tá cada vez pior. Parece que o negócio funciona em ondas, e é uma maior que a outra.
Precisamos focar na divulgação desse escândalo, é isso que vai decidir essa eleição. Você conhece eleitores que não sabem ainda do caso Lulinha? Se conhece, mostre as matérias que uso neste vídeo para eles. Vamos consolidar essa virada.