Marx passou décadas escrevendo contra os capitalistas com as contas sendo pagas pelo Engels, que tirava o dinheiro da fábrica de algodão da família em Manchester.
Em 1864 ainda escreveu pro tio contando que tinha ganhado mais de £400 especulando em ações inglesas.
A miséria retroalimenta o comunismo e vice-versa. Esta abrupta queda de renda que acontecerá deixara, ainda mais, fiel, devoto e fanático o pobre imbecil ao comunismo.
Estava almoçando perto de casa, num quilo aqui da Teodoro Sampaio. Já expliquei a vocês que Pinheiros, onde moro, é um reduto de petistas. Uma espécie de Leblon aqui de São Paulo.
Então, daí vejo um pai e sua filha entrarem, orgulhosamente, com suas camisetinhas do Che Guevara. Ouço a pergunta do pai à dona do Restaurante:
Quanto é o quilo?
Fico a pensar. Como eu explico para uma pessoa barbada, com seus 50 anos de idade, que se você tem que perguntar o preço do quilo num restaurante, talvez suas opções políticas sejam todas elas erradas. Muito erradas.
Graças a Deus cheguei num ponto na minha (por méritos próprios, ok, não sou herdeiro, tudo o que tenho construí trabalhando, trabalhando muito) em que há mais de 25 anos eu não preciso ver preço no cardápio antes de pedir um prato num restaurante.
Vejam bem, estou falando de uma coisa mais comezinha. Não estou falando de pagar num Corolla o preço que ter permitiria ter um Dodge Challanger (dos phodas) nos EUA. Estou falando do preço do quilo de comida, num restaurante simples, ser determinante para você comer ou não com seu filho.
Mas o esquerdismo é um vírus. Pior, quanto mais esgarça a economia, mais fanático pelos seus líderes ficam os povos a eles submetidos.
Até hoje na Venezuela, uns 40% da população ainda idolatra Chávez/Maduro. Gente que, devido à fome, teve que comer cachorro e gato. Quando sumiram cachorros e gatos, tiveram que começar a comer ratos - literalmente.
Pior, o parasitismo subsidiado pelo Estado é algo tão grande que faz com que pessoas conservadoras/liberais mudem de lado por causa do estômago.
Tenho um amigo venezuelano, era um cara rico, de Direita. O país quebrou e ele junto. Por 5 anos, eu e um grupo de uns 20 amigos, mandávamos a ele por mês R$ 100,00. Mesmo assim, ele dependia das bolsas-esmola da vida. Por conta do estômago, ele foi gradativamente tornando-se de hater e fã do Maduro.
Já me falou muita merda no grupo de whats, que eu relevei por saber o que ele vivia. Depois do domingo passado e da sua última mensagem comemorando a vitória de Lula, informei que sairia (como o fiz) do grupo e, obviamente, pararia com as doações. Na verdade, ficaram apenas 2 ou 3 no grupo.
Ele vai ter que se virar com uma queda de 90% em sua renda mensal. Não é esse tipo de misericórdia que o Salvador pregava.
Sabem o que é o pior?
É que a miséria retroalimenta o comunismo e vice-versa. Esta abrupta queda de renda que ele experimentará o tornará, ainda mais, fiel, devoto e fanático ao comunismo.
Mas deixou de ser um problema meu.
Estava almoçando perto de casa, num quilo aqui da Teodoro Sampaio. Já expliquei a vocês que Pinheiros, onde moro, é um reduto de petistas. Uma espécie de Leblon aqui de São Paulo.
Então, daí vejo um pai e sua filha entrarem, orgulhosamente, com suas camisetinhas do Che Guevara. Ouço a pergunta do pai à dona do Restaurante:
Quanto é o quilo?
Fico a pensar. Como eu explico para uma pessoa barbada, com seus 50 anos de idade, que se você tem que perguntar o preço do quilo num restaurante, talvez suas opções políticas sejam todas elas erradas. Muito erradas.
Graças a Deus cheguei num ponto na minha (por méritos próprios, ok, não sou herdeiro, tudo o que tenho construí trabalhando, trabalhando muito) em que há mais de 25 anos eu não preciso ver preço no cardápio antes de pedir um prato num restaurante.
Vejam bem, estou falando de uma coisa mais comezinha. Não estou falando de pagar num Corolla o preço que ter permitiria ter um Dodge Challanger (dos phodas) nos EUA. Estou falando do preço do quilo de comida, num restaurante simples, ser determinante para você comer ou não com seu filho.
Mas o esquerdismo é um vírus. Pior, quanto mais esgarça a economia, mais fanático pelos seus líderes ficam os povos a eles submetidos.
Até hoje na Venezuela, uns 40% da população ainda idolatra Chávez/Maduro. Gente que, devido à fome, teve que comer cachorro e gato. Quando sumiram cachorros e gatos, tiveram que começar a comer ratos - literalmente.
Pior, o parasitismo subsidiado pelo Estado é algo tão grande que faz com que pessoas conservadoras/liberais mudem de lado por causa do estômago.
Tenho um amigo venezuelano, era um cara rico, de Direita. O país quebrou e ele junto. Por 5 anos, eu e um grupo de uns 20 amigos, mandávamos a ele por mês R$ 100,00. Mesmo assim, ele dependia das bolsas-esmola da vida. Por conta do estômago, ele foi gradativamente tornando-se de hater e fã do Maduro.
Já me falou muita merda no grupo de whats, que eu relevei por saber o que ele vivia. Depois do domingo passado e da sua última mensagem comemorando a vitória de Lula, informei que sairia (como o fiz) do grupo e, obviamente, pararia com as doações. Na verdade, ficaram apenas 2 ou 3 no grupo.
Ele vai ter que se virar com uma queda de 90% em sua renda mensal. Não é esse tipo de misericórdia que o Salvador pregava.
Sabem o que é o pior?
É que a miséria retroalimenta o comunismo e vice-versa. Esta abrupta queda de renda que ele experimentará o tornará, ainda mais, fiel, devoto e fanático ao comunismo.
Mas deixou de ser um problema meu.
Brazil's newly elected President Lulu staged a miraculous win last weekend. Now, he's going to be mugged by reality.
Brazil’s government spends a STUNNING 9% of GDP just to pay interest on its MOUNTAIN OF DEBT.
Aos investidores de NTNB:
Quero deixar um aviso:
Isso não é narrativa terrorista, mas sim mostrar um risco baseado em fatos reais.
Argentina 2006:
Voce, cidadão, vai investir no tesouro direto de seu país:
Existia um título semelhante ao nosso IPCA+ , o CER+. Dívida em moeda nacional, risco soberano, reajuste pela inflação. O que poderia dar de errado?
Simplesmente o governo a partir de um ano decide adulterar o índice oficial de inflação. A situação é tão rídicula que o índice oficial chega a ficar 3x menor que a inflação real.
Aqueles títulos pagavam na época inflação+5% passaram a render na prática inflação -10% ao ano e o dinheiro da poupança das famílias e investidores foi dizimado.
Porém como isso aconteceu?
Em resumo:
Foi comprovado as fraudes, o responsável foi preso décadas depois mas ninguém ganhou o dinheiro que foi roubado pelo estado na época.
A seguir segue detalhes como isso aconteceu ( texto IA)
Ontem eu vi um analista de um grande banco falando que ele está se protegendo em IPCA+ e Dolar.
Minha pergunta para os entendidos é: e se mudar a metodologia do cálculo da inflação como foi sugerido em 2025? Como ficaria o IPCA+ já adquirido? Quem comprou manteria a antiga?
Vocês devem estar percebendo que até quem votou em Lula perdeu qualquer expectativa. O governo Lula, após essas eleições, conseguiu destruir o único suporte da massa ingênua: a venda de ilusão. Sem a comercialização dessa falsa “esperança”, nenhum governo se sustenta. Não deve durar.
Vc precisa ser diretor da ABRAS ,segundo eles 29,76% dos supermercados venderam mais e, ao mesmo tempo, aumentaram as perdas operacionais, enquanto 45,95% conseguiram crescer e reduzir perdas. O ticket médio + 4%, mas a quantidade de compras recuou 1,1%.
O lucro despencou ( Mas o seu mercadinho tá bombando ) porque o CMV está crescendo mais rápido que a receita, a quebra por prazo de validade responde por 41% das perdas e os descontos mal ajustados corroem a margem líquida.
O mercado no geral não está voando ( o seu esta ! ) está vendendo um pouco mais, mas lucrando bem menos, e quem não controlar CMV e perdas por categoria vai fechar o ano com faturamento maior e caixa super apertado. Vc precisa ensinar os caras !
O mercado estava precificando uma mudança de direção na política fiscal, e a dívida pública saltou de 71,7% para 82,5% do PIB, FATO ! independe de quem está no poder, então o prêmio de risco era legítimo e o erro foi a concentração em um único cenário.
Sobre o Flávio, ele disse que cortaria regalias, cargos comissionados, supersalários e viagens sem mexer em benefícios sociais, e a contradição real não é "cortar vs. aumentar", é que a fonte era insuficiente para a meta.
As perdas vieram de três fontes simultâneas: títulos públicos perdendo valor com os juros saltando, apostas na queda do dólar que se inverteram, e ações caindo, e reduzir isso a "ativos especulativos" é pular o mecanismo real, além de que o Ibov estava perto da máxima histórica antes da votação.
A frase "bolsa não é lugar de apostas" é contraditória como vc mesmo reconhece que os gestores estavam fortemente alocados em ativos especulativos, porque a bolsa é um lugar onde se especula, e o problema nunca foi a existência da aposta, e sim a concentração em um único evento binário, o uso de alavancagem e derivativos que amplificam perdas, e a ausência de diversificação.
Schwartsman, resume a lógica: "Você sabe que, para aquele lado, não há saída, para o outro talvez haja, então já parece melhor", e o mercado fez uma avaliação racional de probabilidade relativa, não foi aposta irracional, foi precificação de assimetria de risco, e chamar isso de chantagem ou motivação política é ignorar que 82,5% de dívida sobre o PIB é dado, não é opinião.
Eu concordo que a concentração foi o erro, mas tratar a preocupação fiscal como motivação política, reduzir o mecanismo a "ativos especulativos" e usar a frase "bolsa não é lugar de apostas" enquanto descreve exatamente o que uma aposta são erros de enquadramento, não de diagnóstico.
Raising the inflation target to "solve" the debt problem is dangerous in Brazil because the country has deep-seated indexation, with over 50% of its debt linked to the Selic rate. If the market interprets this shift as a capitulation, it will unanchor expectations, drive up risk premiums, and push interest rates higher, making debt rollover more expensive and fueling further inflation, thereby creating a vicious cycle rather than resolving the issue.
Furthermore, the core problem is fiscal (a persistent primary deficit and a debt-to-GDP ratio rising from 71% to 83%). Higher inflation disproportionately affects food and energy costs, acting as a regressive tax on the POOREST, while simultaneously destroying the credibility of the inflation,targeting regime,a framework that currently keeps nominal interest rates lower than they would otherwise be.
Restoring such credibility would come at an extremely high cost, as evidenced by past episodes of fiscal dominance in Brazilian history.
De repente todos os influencers “amigos” falando coordenadamente que o problema é a meta de inflação.
Chuto que alguém dentro do governo já decidiu que a crise da dívida será atacada via ajuste inflacionário e passou o briefing
Brazil: The last four years have not been the "best years" in the history of retail; rather, they represented a recovery from a collapse (in 2020). And indeed, by 2026, the sector is clearly losing momentum, experiencing its first cycle of real contraction (adjusted for inflation) in several years.
The text you commented on gets the superficial mechanism right, leveraged individuals lost money by betting against Lula, but it misses the essential point: it treats economic policy as an external, given factor, rather than as the very reason the bet was made in the first place.
The market didn’t fluctuate because of "ideology." Rather, four years of growing deficit ( a total mes ) combined with the lack of a credible fiscal framework, made Lula’s defeat the only way out for those who needed a "reset."
To claim that "it wasn't the economic policy" is like saying a fire wasn't caused by the smoke you see; the smoke *is* the fire. The Central Bank’s independence is real, but it is conditional: the Monetary Policy Committee (Copom) could cut the Selic rate if a fiscal anchor existed, but it doesn't.
Galípolo is competent, I agree, but competence cannot compensate for the absence of a fiscal policy that would allow for interest rate cuts.
Having the "highest real interest rate in the world" is no market accident; it is the price tag for a fiscal policy that the government insists on calling "responsible," even while it forgives the debts of billionaires (like those of Raízen).
The final remark about "studying investments" is the most dangerous part of the text: it shifts the blame onto the investor who "made the wrong bet," rather than pointing the finger at those who created an environment of uncertainty that makes any position inherently risky.
Ultimately, you are engaging in a form of "economic gaslighting"—suggesting that "the problem isn't the policy; the problem is that you didn't study enough to bet on the right candidate." That’s just plain foolish.
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