Brazil's largest media outlets have been vehemently anti-Bolsonaro ever since he was ran and won in 2018.
But now they are all warning that the pro-Lula wing of the Supreme Court is censuring for Lula and otherwise interfering to manipulate and prevent a free election:👇
"Olha, eu vou dizer uma coisa: se tem uma coisa que não tira meu sono é prejuízo do Flamengo por causa das bets. O Flamengo sempre teve muita ajuda, muita coisa facilitada, então agora que está enfrentando dificuldade o presidente deles vai ficar dando showzinho?
E tem mais: eu sou vascaíno. Então vocês querem mesmo que eu fique triste pelo Flamengo? Não vou mentir para vocês: torço para que dê tudo errado para eles. No futebol, cada um cuida do seu time — e o meu é o Vasco!”
🎙️Presidente Lula no Flow Podcast
It's hard to overstate how insane things in Brazil have become after Lula's polling lead over Flavio Bolsonaro -- held most of the year -- has largely vanished. The first round of voting is Sunday. The likely Lula/Bolsonaro runoff would be Oct. 25. Look at this:
Last night, Brazil's largest media outlet, Globo, was to hold the only presidential debate thus far. Lula refused to go.
Globo's rules (which Lula's party agreed to) are that any candidate who refuses to debate will have an empty podium with their name on it -- to highlight their refusal to debate for the voting public -- and the other candidates will be given time to state the questions they would have posed to the missing candidate. This is common.
But at the very last minute (just moments before it was to begin), a left-wing, Lula-aligned election judge issued a censorship order barring Globo from showing Lula's empty podium, and also banned Globo from allowing the other candidates to state the questions they had for Lula. So Bolsonaro pulled out over the censorship, and Globo canceled the debate in anger.
As Lula's campaign gets more desperate, the election (like the country itself) has come to be ruled by his allies on the Supreme Court and judiciary more broadly, using blunt, daily censorship (as they did when Lula barely beat Jair Bolsonaro in 2022) to ensure Lula's victory. Kind of amazing to watch how deeply into full-on lawlessness and tyranny they're plunging.
Alexandre de Moraes é tão sujo de tantas maneiras que um de seus piores pecados -- mentir constantemente ao público sobre sua relação com Vorcaro desde o início das reportagens de Malu Gaspar -- tem sido ignorado.
E não apenas suas mentiras, mas o fato de ele ter apagado deliberadamente suas mensagens para Vorcaro: algo que ele próprio classificou como criminoso para mandar outros para a prisão preventiva.
A tentativa de equiparar o que Moraes fez ao que outros fizeram também se baseia em uma mentira. O escândalo Moraes/Vorcaro não é simplesmente o fato de Xandão e sua família terem recebido a quantia obscena de R$ 200 milhões, mas sim que, depois disso, ele agiu para proteger Vorcaro, inclusive intervindo para blindar o Banco Master e, aparentemente, conversando com Vorcaro sobre como escapar e obstruir a Justiça. Se você não consegue identificar o que alguém fez para ajudar Vorcaro e o Banco Master, então não há termo de comparação com Moraes.
Advinha quem é o sujeito das frases:
" - To com saudades"
"- Pergunta a ele se meu filho pode ir junto com a gente pra Londres?"
"- Vorcaro, você é uma máquina"
👇🏼🤣
O Diploma de Mentira - "O diploma, atualmente, ao invés de libertar, escraviza." 🤡
Como o PT vendeu a promessa de um país mais justo pela porta da educação — e entregou, décadas depois, uma geração de graduados pobres e um mercado de diplomas sem valor.
Havia uma promessa bonita. Quase poética. O filho do operário entraria na faculdade, pegaria o diploma com as duas mãos, e o mundo se abriria diante dele como nunca se abriu para o pai.
O PT transformou essa promessa em programa de governo, em discurso de palanque, em campanha publicitária. PROUNI, FIES, expansão das federais, EaD a preço de banana — a democratização do ensino superior virou o troféu mais reluzente de três governos e quinze anos de poder. O problema é que o troféu era de papelão.
Os dados do IBGE não deixam espaço para retórica. Em 2012, quem tinha ensino superior completo recebia em média 11,87 salários mínimos. Em 2024, esse número desabou para 4,78. Uma queda de quase 60% no retorno financeiro do diploma em apenas doze anos. No mesmo período, quem tinha só o ensino médio foi de 4,19 para 1,78. A educação formal — o grande elevador social prometido pela esquerda — virou, na prática, um corredor onde todo mundo corre mais devagar.
A fábrica de diplomas
O raciocínio dos governos petistas era sedutor na superfície: mais gente com diploma significa mais gente bem remunerada, logo mais igualdade. O problema é que esse argumento ignora uma lei elementar de mercado que qualquer estudante de primeiro ano de economia aprenderia antes do intervalo: quando a oferta explode sem que a demanda acompanhe, o preço cai. E foi exatamente isso que aconteceu com o diploma brasileiro.
O FIES, criado na era FHC mas turbinado de forma irresponsável nos governos Lula e Dilma, injetou dezenas de bilhões de reais em faculdades privadas com qualidade muitas vezes duvidosa. O resultado foi uma proliferação de cursos que formavam profissionais para mercados inexistentes, com grade curricular desatualizada, em instituições que mediam sucesso pelo número de matrículas, não pela empregabilidade dos egressos. O setor privado hoje concentra 95% das vagas do ensino superior brasileiro. Noventa e cinco por cento. E o dinheiro que bancou boa parte dessa expansão saiu do contribuinte.
A inadimplência do FIES chegou a níveis catastróficos — mais de R$ 100 bilhões em contratos problemáticos. O governo financiou diplomas que o mercado não quis comprar. E quem pagou a conta, como sempre, foi quem não tinha outra opção senão acreditar na promessa.
A desigualdade que o discurso esconde
Mas a crítica mais profunda não é contábil. É moral. Porque por trás dos números do IBGE há uma estrutura de desigualdade que a retórica da inclusão educacional nunca teve intenção real de desmantelar. O graduado negro recebe sistematicamente menos que o graduado branco com a mesma formação. A mulher com diploma superior ganha, em média, R$ 2.756 a menos por mês que o homem com o mesmo nível. A instituição de origem — se pública de excelência ou privada de segunda linha — determina o destino profissional muito mais do que o conteúdo aprendido.
Em outras palavras: democratizar o acesso ao diploma sem democratizar o acesso à qualidade é apenas democratizar a ilusão. É colocar todo mundo no mesmo elevador e depois cortar a energia. O filho do operário conseguiu entrar. Só que o elevador não sobe mais.
O retorno do discurso vazio
O mais perverso é que, com Lula de volta ao Palácio do Planalto desde 2023, o diagnóstico continua o mesmo de sempre: mais acesso, mais inclusão, mais financiamento. Não há uma palavra séria sobre qualidade, sobre o alinhamento entre formação e mercado, sobre o cemitério de cursos que despejam anualmente centenas de milhares de graduados sem perspectiva. O governo atual reativou linhas do FIES, expandiu programas de bolsas, bateu no peito pela democratização — e ignorou solenemente o fato de que o modelo está podre por dentro.
Enquanto isso, as grades curriculares das universidades brasileiras, públicas e privadas, permanecem, nas palavras de especialistas, "jurássicas" — alheias à inteligência artificial, à economia digital, às transformações aceleradas do mercado de trabalho. Forma-se um biomédico para um mercado que precisava de um cientista de dados. Um advogado para um tribunal que em breve será parcialmente automatizado. Um administrador para uma função que um software já executa melhor e mais barato.
O custo real da promessa
No fim das contas, o que os dados revelam não é apenas uma falha de política pública. É uma traição geracional. Uma geração inteira foi convencida — pela propaganda governamental, pelo imaginário familiar, pela pressão social — de que o diploma era o passaporte para uma vida melhor. Endividou-se para pagar mensalidade. Abriu mão de anos de renda para estudar. Acreditou.
E o que recebeu em troca? Um certificado que vale menos da metade do que valia quando seus pais eram jovens. Um mercado de trabalho que olha para o diploma como condição mínima, não como diferencial. E um governo que, em vez de corrigir o erro, prepara-se para repeti-lo com entusiasmo renovado — porque diploma distribuído é voto garantido, e voto garantido é o único retorno sobre investimento que esse modelo sempre soube calcular direito.
A promessa era bonita. O país que ela construiu, não.
"Elon Musk resumiu a escravidão moderna em uma frase:
“Você trabalha. Você paga impostos. Você compra algo. Você paga impostos. Você possui algo. Você paga impostos novamente.”
É o ciclo de controle silencioso — um sistema projetado para mantê-lo submisso enquanto o governo gasta seu dinheiro em causas para as quais você nunca deu seu consentimento.
Cada salário, cada compra, cada propriedade — tudo desviado através de várias camadas de burocracia.
E o que sobra? Uma fração do que você ganhou, trocada por uma falsa sensação de liberdade.
A crítica de Musk é bastante pertinente: O problema não é apenas a tributação — é como ela é usada como arma.
Para financiar guerras intermináveis. Para financiar projetos inúteis. Criar um governo que viva do seu trabalho enquanto finge "servir" você.
Não é mais serviço público.
Trata-se de extração pública.
Chegou a hora de quebrar o ciclo."
@JimFergusonUK
"Os traficantes são vítimas dos usuários"
"O assalto tem lógica"
"Não podemos ter raiva dos criminosos"
"O tráfico gera empregos"
"O jovem só rouba o celular para tomar uma cervejinha"
A crise de criminalidade não é uma crise, é um projeto.
Drones lançando bombas, foguetes antitanque sendo disparados, armas de elevado calibre disparando para todos os lados, colunas de fumaça até onde a vista alcança. Não é a Faixa de Gaza e nem a Ucrânia, é o Rio de Janeiro, onde narcoterroristas tentam reforçar o seu controle sobre áreas civis, com a polícia usando todos os meios ao seu dispor para enfrentá-los.
O resultado foram cerca de 60 mortos, dos quais pelo menos 56 bandidos, com 81 presos.
This footage from inside the eye of Category 5 Hurricane Melissa might be the most jaw-dropping video ever captured of a hurricane’s eye, showcasing the infamous “stadium effect."