Acordei com muita gente me falando do Rio 3.5 Open e e já tinha até gravado um vídeo repercutindo o novo modelo quando saiu isso aqui. Claro que não temos um posicionamento oficial, mas o que eu acho que aconteceu:
1. Como N2 Pro é baseado na mesma arquitetura do Qwen 397B, eles divulgaram apenas o Qwen como modelo base.
2. Pelo que entendi, primeiro foi feito o merge dos tensores, depois aconteceu a destilação e a aplicação do SwiReasoning, o que por si é bem interessante.
3. Como o modelo cujo upload foi feito não tinha ainda a etapa de OPD, pareceu apenas uma cópia sem créditos. Isso será facilmente refutado uma vez que o modelo completo for atualizado (assim espero).
4. Não houve nenhuma comunicação oficial da prefeitura, o modelo viralizou organicamente e durante um jogo do Brasil, não estava necessariamente "pronto" para consumo público, o que ajuda a explicar a confusão. Obviamente o @CavaliereRio percebeu a viralização e capitalizou em cima sem alinhar nada com os pesquisadores.
5. Que essa confusão manchou um pouco o release é óbvio, mas seria uma grande pena se desencorajasse essa iniciativa, que acho extremamente proveitosa. Tomara que tudo seja desfeito e o modelo correto atualizado o quanto antes.
The Rio 3.5 model broke the internet this week. The plot twist? It’s essentially our open-source model, Nex N2 Pro, wearing a different hat.
🤯 We analyzed the weights, and the recipe is exact: Rio 3.5 ≈ 0.6 * Nex N2 Pro + 0.4 * Qwen 3.5
It even literally introduces itself as "Nex N2 Pro" if you ask it without initial system prompt!
😂 We are flattered that the City of Rio used our work to achieve SOTA performance. Thanks for the ultimate benchmark validation.
🤝 But in the open-source world, attribution matters.
👇 Full mathematical proof & verify script in the first reply!
@oraulsena Muito bom, ansioso para ver os dados. Isso era previsível e antecipei num artigo ano passado: https://t.co/ZtU4KS5znw
O próprio Paul Graham já havia avisado sobre um aumento da concentração dos salários entre os devs que conseguirem usar melhor a IA.
A Espanha vai ganhar a Copa do Mundo. Pelo menos é o que acha o Opus 4.8 através do dynamic workflows.
Um dos workflow patterns que podem ser selecionados é o tournament. Por curiosidade pedi para o Claude gerar criar um workflow nesse estilo prevendo quem seria o campeão da Copa do Mundo.
Prompt: We are getting closer to the Fifa World Cup. Please create a tournament workflow based on the real brackets and tell me what is the nation that should win the tournament
Antes de iniciar o workflow, ele fez uma busca na web pra pegar o chaveamento e os grupos oficiais. Depois, pra cada partida ele elegeu um conjunto de subagentes especialistas, cada um olhando por um prisma (tática, momentum, time, etc). O mais interessante foi que nos jogos finais ele foi aumentando a quantidade de agentes (3 nas fases iniciais, 7 na final).
Recomendo a leitura do artigo do @trq212, muito melhor que a documentação oficial. Ficou mais fácil entender os casos de uso em relação a outras alternativas (mais infos no vídeo de amanhã).
PS: O Brasil caiu pra Argentina nas semis (nos pênaltis), mas pelo menos a Argentina ficou com o vice.
@padrelf Aproveitando de sua boa vontade, Padre, eu dediquei um bom tempo pra falar da encíclica sob um ponto de vista um pouco mais “técnico” no meu YouTube (falo de Inteligência Artificial lá). Caso alguém tenha interesse: https://t.co/12pV4oEuHi
Quando o Papa publicou a Magnifica Humanitas, parei tudo e me debrucei sobre ela por três dias. Li e reli. Anotei e pesquisei. Cruzei dados, referências e textos antigos – meus e de outros.
Compilei tudo nesse longo vídeo (pois não poderia ser diferente). Espero passar a visão de quem está imerso na área, utiliza a IA diariamente, mas reconhece que, como toda ferramenta, ela tem benefícios e pontos de atenção.