Existe uma reflexão que a mídia brasileira precisa fazer com urgência.
E falo aqui, inclusive, da GloboNews e de qualquer veículo que coloque candidatos diante de milhões de pessoas.
Entrevistar não é o problema. O problema é transformar discurso autoritário em uma posição política normal, como se estivéssemos discutindo apenas duas propostas diferentes para o país.
Não estamos.
Quando alguém defende como exemplo um sistema em que pessoas são retiradas dos Estados Unidos, colocadas em aviões e enviadas para uma prisão de segurança máxima em El Salvador, com graves questionamentos sobre direito de defesa e devido processo legal, isso precisa ser confrontado pelo jornalismo.
Não pode ser apresentado simplesmente como “uma política de segurança”.
Quando um candidato fala em derrubar o STF, em ignorar decisões judiciais ou em concentrar poderes que a Constituição não entrega ao presidente da República, isso não é uma divergência comum sobre administração pública.
É preciso dizer ao público o que essas propostas significam institucionalmente.
Quando alguém naturaliza execução, fala como se a polícia pudesse decidir quem merece viver ou morrer na rua, transforma moradores de periferia em suspeitos permanentes ou trata determinados grupos como cidadãos de segunda categoria, a imprensa não pode apenas colocar a declaração na tela e seguir para a próxima pergunta.
Polícia não tem poder absoluto.
Presidente não tem poder absoluto.
Nenhuma autoridade tem poder absoluto em uma democracia.
E liberdade de expressão também não obriga o jornalismo a abandonar contexto, contraditório e responsabilidade.
Dar espaço jornalístico não significa normalizar.
Uma democracia pode e deve discutir segurança pública, imigração, funcionamento do Judiciário, atribuições do STF e qualquer outra política pública.
Mas defender ruptura institucional, perseguição, retirada de direitos ou violência sem devido processo não pode ser embrulhado como se fosse apenas “mais uma proposta de governo”.
É justamente aí que entra o papel do jornalismo.
Perguntar.
Confrontar.
Contextualizar.
Explicar quais poderes um presidente realmente possui e quais não possui.
Mostrar quando uma proposta encontra limites constitucionais.
E não permitir que o absurdo se torne cotidiano apenas porque foi repetido diante de uma câmera.
A experiência internacional já deveria ter ensinado alguma coisa: autoritarismo raramente começa com alguém anunciando solenemente que uma democracia acabou.
Ele vai sendo naturalizado.
Uma declaração de cada vez.
Uma ameaça institucional de cada vez.
Uma violência justificada de cada vez.
Até que aquilo que ontem causaria indignação passa a ser apresentado como uma alternativa política legítima.
Essa é uma responsabilidade que não pertence apenas aos partidos, aos candidatos ou às instituições.
Também pertence a quem escolhe como essas ideias serão apresentadas para milhões de brasileiros.
Democracia, Constituição, soberania e direitos fundamentais não podem virar apenas mais um lado de um debate.
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💜 O BTS sempre nos ensinou que o amor vai muito além das palavras.
Ao longo dos anos, eles nos lembraram inúmeras vezes da importância de amar a si mesmo, cuidar das pessoas ao nosso redor e construir um mundo melhor através de pequenos gestos. E talvez um dos maiores atos de amor que possamos fazer hoje seja justamente esse: cuidar da nossa saúde e da saúde de quem caminha ao nosso lado.
Faltam poucos meses para os shows de outubro. A ansiedade só aumenta, os preparativos já começaram e milhões de corações estão contando os dias para viver esse momento inesquecível.
Mas, antes de separar o outfit, organizar a viagem ou preparar os freebies, faça uma coisa muito importante: confira sua carteirinha de vacinação. 💉
Vacinar-se é proteger você, sua família, seus amigos e cada ARMY que estará dividindo esse sonho com você. É ajudar para que pessoas mais vulneráveis também estejam seguras. É entender que o nosso cuidado individual tem impacto na vida de milhares de outras pessoas.
E essa mensagem não é apenas para quem vai aos shows. Se você faz parte do ARMY, ou simplesmente acredita em um futuro mais seguro e saudável, esse lembrete também é para você. As vacinas continuam sendo uma das maiores conquistas da ciência e salvam milhões de vidas todos os anos.
Quando o BTS canta sobre caminhar juntos, apoiar uns aos outros e espalhar amor, essa também é uma forma de colocar esses valores em prática.
Que outubro seja lembrado pelas lágrimas de felicidade, pelos abraços, pelas vozes cantando em uníssono e por sabermos que cada um fez a sua parte para proteger quem estava ao lado.
Porque amar também é cuidar.
Porque proteger também é um gesto de amor.
Confira sua carteirinha de vacinação. Atualize as doses, se necessário. Incentive quem você ama a fazer o mesmo 💜
Há 20 anos, a Lei Maria da Penha deu nome a violências que muita gente mandava a mulher suportar calada. É uma conquista histórica da luta feminista. Hoje, celebramos essa vitória sem baixar a guarda: ainda há muita luta para vencer a violência contra as mulheres.
Não é difícil entender, army:
“Depois que eu pedi no Weverse para que não viessem em frente aos hotéis, 90 a cada 100 armys, se nos encontrarem nas ruas, fingem que não nos conhecem.
Mesmo quando nos veem, nos ignoram e passam por nós, para que possamos guardar boas lembranças, ainda que pequenas, nesses países.
Às vezes, quando fazemos contato visual, elas até fecham os olhos para fingir que não nos viram.
Esse comportamento deles nos deixa tão felizes, que nós que acabamos dando “oi” primeiro.
Vamos até os fãs e dizemos “olá”, e elas respondem algo do tipo: “Ah, oi, tenham um bom dia”.
Às vezes, até trocamos apertos de mãos. Sabe, isso realmente aquece o coração. Por isso, nós também ficamos ainda mais gratos.”
— Kim Taehyung