Íntegra da mensagem no bloco de notas de Vorcaro.
Constatação irrefutável: Alexandre de Moraes, um ministro de suprema corte, foi contratado para blindar Vorcaro.
O problema daquele momento:
Galipolo, presidente do Banco Central, não estava mais conseguindo resolver, porque investigação havia chegado no Master.
Solução criminosa para o problema:
Andrei Rodrigues e Paulo Gonet, lacaios de Alexandre de Moraes, precisam atuar na blindagem contratada.
Ministro do STF, Chefe da PF e Chefe da PGR envolvidos para proteger e garantir absurdos crimes financeiros, envolvimento de autoridades, e ainda com um sicário contratado.
A cada vitória, a cada momento difícil superado vemos claramente a mão de Deus nos capacitando para algo muito maior!
Não vamos desistir do nosso Brasil!
Ministro Alexandre de Moraes nega visita de assessor do governo Trump a Jair Bolsonaro.
Declarou que a visita não está inserida no contexto diplomático que autorizou a concessão do visto de ingresso e que pode configurar indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro.
Ótimo para a relação diplomática do Brasil com os EUA, encabeçada pelo já declarado mundialmente violador de direitos humanos. Continue assim…
Ademais, há indiscutivelmente diversas razões para a visita.
Primeiro, todos sabem que a condenação de Bolsonaro se deu em processo cheio de nulidades, vínculos inexistentes e criatividade na imputação de crimes.
Mas há ainda o não deferimento de prisão domiciliar, apesar do preenchimento de todos os requisitos: idade avançada, condição de saúde e ausência de cuidados devidos no estabelecimento prisional.
Toda a questão humanitária implicada, com diversas evidências de violações de direitos, princípios e garantias, suportadas por uma pessoa presa e ainda inelegível, espanca qualquer alegação (apelação) de ingerência eleitoral.
Lula preso recebeu diversas visitas de personalidades estrangeiras. Em alguma dessas visitas, Itamaraty se posicionou contra !? Houve decisão do STF contra!?
José “Pepe” Mujica (ex-presidente do Uruguai); Martin Schulz (ex-presidente do Parlamento Europeu e ex-líder do SPD alemão); Roberto Gualtieri (eurodeputado italiano); Alberto Fernández (então candidato à presidência da Argentina); Juan Carlos Monedero (fundador do Podemos, Espanha).
Essa ilicitude apontada pelo chanceler é mais um factoide de ataques ao estado democrático, à soberania e, lógico, ao STF.
Parabéns ao governo Lula e ao STF, unidos na errática diplomacia, redução de prestígio e desastrosa perda de influência do Brasil no cenário mundial.
O presidente da Câmara dos Deputados cassou meu mandato, na canetada, pela Mesa da Câmara.
Cumpriu ordens inconstitucionais como subordinado de um ministro ditador.
A Câmara dos Deputados efetivamente acabou, por covardia de quem a preside.
Protegi minha família contra as graves injustiças e perseguições sofridas no Brasil.
Não recuarei diante da ditadura da toga, marcada pelos abusos do violador de direitos humanos.
Continuarei lutando pela verdade, pela liberdade, proteção e prosperidade da família brasileira.
A grande mídia segue em silêncio diante dos abusos de Alexandre de Moraes, da censura, das provas forjadas e da destruição institucional.
O Brasil não pode ser governado por togados violadores de direitos humanos.
O que estamos demonstrando sobre a constitucionalidade plena da Anistia, o Kim Paim @kimpaim traz hoje detalhamento pormenorizado sobre a decisão do Constituinte Originário (quem elaborou a Constituição).
https://t.co/Tdz3CKc6eD
O Constituinte Originário, em 1988, fez constar, indubitavelmente, além de ato soberano do Congresso Nacional, a viabilidade constitucional de haver Anistia para imputações de crimes políticos, precisamente do art 5º, XLIV, da CF/88.
Está, assim, espancada qualquer dúvida sobre a constitucionalidade de Anistia (ampla, geral e irrestrita) pelo Congresso Nacional.
Vale lembrar (porque ministros do Supremo hoje são incontroláveis) que o poder Constituinte Originário é soberano e não está sujeito a controle judicial, pois cria a ordem constitucional.
O STF só pode atuar dentro dos limites da Constituição vigente. Assim, o STF não tem competência para ir contra o Constituinte Originário, já que este não está mais ativo após a promulgação da Constituição de 1988.
Vale lembrar ainda ao STF (e aqui ao Senado a também) que ministro do STF que decidir contra o Constituinte Originário viola gravemente os fundamentos da Constituição de 1988, devendo ser enquadrado (art. 52, II, da CF/88) nos seguintes dispositivos de responsabilidade e impeachment da Lei nº 1.079/1950:
- Art. 39, §§1º a 5º: Por atentar contra a Constituição, especialmente contra o livre exercício dos Poderes, os direitos fundamentais, a segurança interna e o cumprimento das leis.
- Art. 4º: Por atentar contra os fundamentos constitucionais, como direitos políticos e a separação dos Poderes.
Hoje, o STF não faz mais controle de constitucionalidade, faz controle do Congresso.
Anistia é prerrogativa do Congresso Nacional, não havendo, no caso, vedação a ela na nossa Constituição.
Discurso contrário é mais uma “interpretação criativa”, como várias já feitas para julgar e condenar inocentes.
A atual lei, convenientemente interpretada e usada para punir e eliminar a direita, é mais grave que a lei de segurança nacional, antes chamada de entulho autoritário.
Espera-se que a aprovação ontem da urgência da Anistia abra caminho para reação efetiva do Congresso Nacional e resgate de sua autonomia e independência.
Anistia tem que ser ampla, geral e irrestrita.#anistiajá
Hoje e nos próximos dias, saberemos quem está mesmo, como dizem, com Bolsonaro, a direita e o melhor para o Brasil e para os brasileiros.
Ou saberemos se estão apenas jogando com Bolsonaro, a direita, os injustiçados do 08/Jan e o futuro do Brasil.
Ficará evidente se há subserviência ou, por outro lado, autonomia e independência de um poder.
Retomaremos a normalidade democrática ou consolidaremos o autoritarismo e a perseguição política nos moldes venezuelanos ?
A conclusão estará clara na quantidade de votos e no teor do texto colocado para aprovação.
Não serve Anistia fake, cheia de condições e pessoalidades, convalidando os abusos judiciais cometidos.
Anistia é Ampla, Geral e Irrestrita.
Escândalo comum na gestão lulopetista.
Delegado da PF preso por corrupção e lavagem de dinheiro integrava recentemente a cúpula dessa atual Polícia Federal, polícia política, braço do autoritarismo e da perseguição judicial.
Foi Superintende da PF em Minas Gerais em 2018, quando Bolsonaro sofreu atentado a facada que quase tirou sua vida e deixou sequelas.
O delegado retirou as investigações do caso Adelio de Juiz de Fora, colocou debaixo de seu núcleo de comando, e até hoje não há deslinde sobre demais participações, financiamento ou mandante da tentativa de homicídio.
No governo Lula, ganhou cargo de terceiro na hierarquia da cúpula dessa atual Polícia Federal, e o responsável pelo inquérito se tornou Diretor de Inteligência. Mérito administrativo, político ou ideológico?
Além de corrupção e lavagem de dinheiro, foi preso por crimes ambientais de exploração ilegal e dano a áreas de preservação, mostrando a habitual hipocrisia da esquerda.
Na gestão Lula 3, assim como nas anteriores, a corrupção continua sendo regra, como mais um meio de saquear o dinheiro do povo.
Não se trata apenas uma declaração equivocada, sem fundamento ou menor conhecimento.
Um ministro da justiça, antes ministro do STF, se prestar a uma declaração absurda como essa, é saber que a sociedade brasileira segue firme no escancarado caminho de sua destruição.
Essa violência toda é resultado de décadas de política da esquerda lulopetista, defendendo vagabundo, demonizando as forças de segurança, incentivando desencarceramento de presos e desarmamento da população civil.
Não valorizam ou aprimoram as forças devidamente, não empreendem controle de fronteiras, mas adoram defender legislação material e processual benevolente com o crime e o criminoso.
PCC, CV e demais organizações criminosas de alta periculosidade que dominam o país se abastecem de fuzis automáticos de alto calibre com recurso de rajadas, oriundos de contrabando internacional.
Esses armamentos não estão para aquisição de CACs (colecionadores, atiradores desportivos e caçadores).
Essa falácia não é apenas erro de fundamento, mas agenda de destruição da sociedade, mantendo a criminalidade e a desordem, e culpando o cidadão de bem.
O rumo da desgraça é certo com esses lulopetistas no poder.
Estão para pautar Anistia. Uma na Câmara outra no Senado? Onde estão os textos?
A Anistia agora é diferente de 1979, que livrou roubos, sequestros, atentados e homicídios.
Agora, não é absolvição de crimes, mas reparar cruel perseguição judicial, imputações falsas e indevidas, claras e graves injustiças com fins políticos.
Anistia tem que ser ampla, geral e irrestrita.
Texto diferente estará apenas convalidando a perseguição e não cumprirá efetiva justiça.
Será que virão com sórdida estratégia de acusar a oposição de não querer Anistia?
Nao podemos aceitar Anistia fake, cheia de condições e pessoalidades, aceitando os abusos cometidos.
Parecem estar correndo com a estratégia fake, para dizerem que cumpriram, exatamente no momento de notícias de recrudescimento de Magnitisky.
Novamente, Anistia tem que ser ampla, geral e irrestrita
Vejo muitos alegarem que Jair Bolsonaro não seria condenado nem teria sido esfaqueado se não fosse verborrágico, se não tivesse ofendido autoridades e gritado palavrões. A execução de Charlie Kirk, que tratava seus adversários com respeito sem nunca levantar a voz, desmonta a tese. O X da questão não é a forma, mas o conteúdo.
O voto do ministro Luiz Fux demonstra evidente superioridade intelectual, adstrito exclusivamente ao direito, se abstendo de componentes políticos, destruindo o voto do relator Alexandre de Moraes, contra invenções e perseguições no intuito exclusivo de condenar.
Se espera de uma Suprema Corte prezar pela técnica, legalidade, defesa de direitos e segurança jurídica. Na 1a Turma, um único ministro (até agora) cumprindo seu dever de guardar a constituição e o império da lei.
O voto é claro, seguindo a construção histórica do nosso ordenamento jurídico.
Um voto divergente, sólido e bem fundamentado, a embasar tudo o que os EUA estão percebendo e constatando sobre as graves arbitrariedades perpetradas pela nossa Suprema Corte.