Um cara passava pela alfândega todos os dias de bicicleta carregando um saco de areia… Durante anos o mesmo fiscal revistava a carga e nunca encontrou nenhum contrabando.
Quando ele já estava prestes a se aposentar, perguntou para o cara:
- Prometo que não vou apreender, mas tenho certeza que você contrabandeia alguma coisa e não posso me aposentar sem saber. Por favor, o que é?
- Bicicletas!
- O FGTS é um direito do trabalhador;
- Ok. Então deixa eu usar a grana para pagar minhas dívidas;
- Não. Vou dar o FGTS para o banco e o banco vai te fazer um empréstimo, cobrando juros, claro;
- Uau. Viva os direitos trabalhistas!
Burrices socialmente aceitas ⬇️
1: Acreditar que o décimo terceiro é um salario a mais.
2: Acreditar que ao pagar "meia entrada" estará pagando metade do valor.
3: Acreditar que o SUS é de graça.
4: Converter dólar em real pra justificar preço alto no Brasil.
5: Acreditar em astrologia.
Esqueci alguma?
10 FUN FACTS
1. You can’t see your ears without a mirror.
2. You can’t count your hair.
3. You can’t breathe through your nose with your tongue out.
4. You just tried No. 3.
6. When you did No. 3, you realized that it is possible, only you look like a dog.
7. You are smiling right now because you were fooled.
8. You skipped No. 5.
9. You just checked to see if there’s a No. 5.
10. I want my “Like”. 😏
>seja um policial patrulhando com sua jovem colega
>por sua imperícia, atropele um transeunte com o retrovisor
>dê ré enquanto o transeunte aguarda seu pedido de desculpas
>ao invés de se desculpar, despeje uma torrente de ofensas ao coitado do cidadão
>continue batendo boca enquanto sua inexperiente colega desce para bater boca com a esposa da vítima da sua imperícia
>siga batendo boca porque não deve ter nenhum crime real acontecendo
>ouça um estampido
>cê atirou nela? Nem o puliça tankou a colega ejaculação precoce
>perceba que o bate boca que você iniciou tornou-se um homicídio
>agora já era
>se fosse um CAC atropelando alguém e voltando pra provocar um assassinato, tava todo mundo defendendo desarmamento
>fique tranquilo, você é pulicinha e parte da sociedade garante que "não se discute com autoridadji"
>vai dar feijoada da boa
>a polícia é o SUS da direita
Ninguém se importa com o Brasil.
E nunca se importou.
O caso da Lei Magnitsky só escancarou o óbvio:
não houve reação, não houve constrangimento, não houve consequência.
Teve silêncio. Aquele silêncio educado de quem olha e pensa: “deixa afundar”.
E não, isso não é porque o Brasil é respeitado.
É justamente o contrário.
O Brasil nunca foi relevante.
Nunca foi exemplo.
Nunca foi ameaça.
Nunca foi prioridade.
Não seria agora, em pleno colapso institucional, que alguém iria ligar.
Alexandre de Moraes ficou fora das sanções não porque o Brasil é forte, mas porque não vale o esforço.
Sancionar exige custo político.
E o Brasil não justifica nem o incômodo.
Para o mundo, somos apenas um território grande, barulhento, instável e previsível no fracasso.
Um país onde nada funciona direito, mas tudo funciona exatamente como esperado.
E tem mais:
é ótimo para os países de primeiro mundo que o Brasil seja assim.
Instável? Ótimo.
Dividido? Melhor ainda.
Sem segurança jurídica? Perfeito.
Sem poder tecnológico, militar ou institucional? Ideal.
País rico não quer concorrente novo.
Não quer outro país forte sentando à mesa.
Quer fornecedor barato, mercado consumidor e problema distante.
Eles não querem um Brasil desenvolvido.
Querem o Brasil exatamente como sempre foi:
confuso, dependente, barulhento e irrelevante.
Aqui dentro, vendem discurso de soberania.
Lá fora, somos apenas um estudo de caso do que não dá certo.
O mundo não está contra o Brasil.
Isso exigiria algum tipo de respeito.
O mundo simplesmente não liga.
E quando abusos passam sem reação internacional, não é estratégia.
É desprezo.
Esse é o lugar do Brasil hoje.
E, sendo honesto, é o lugar que ele ocupa há décadas.
Era uma vez um pasteleiro que queria ganhar a vida vendendo pastel de jiló.
Infelizmente, parece que a pastelaria dele era um fracasso... quase ninguém estava interessado em pastel de jiló.
Um belo dia, o pasteleiro cismou que a existência da pastelaria dele era muito importante "para a sociedade", logo, o governo devia sustentá-lo com dinheiro público pra ele poder continuar fazendo pastel de jiló, mesmo que ninguém quisesse comprar.
Algumas pessoas, compreensivelmente, foram contra. Elas achavam que dinheiro público não devia ser usado pra sustentar a produção de algo que ninguém quer consumir.
"Que absurdo!" - disse o pasteleiro - "Então vocês acham que a alimentação não é importante?"
O que o pasteleiro não entendia, é que o pastel de jiló dele não era "a alimentação".
Era só uma das incontáveis alternativas de alimentação que existem no país.
Se ele fosse à falência, como deveria acontecer, "a alimentação" do país não ia acabar. Ele ia ser apenas mais um projeto fracassado saindo de cena, dando espaço para alguém tentar algo melhor, mais adaptado ao gosto do povo.
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Obviamente, essa historinha não é sobre pastéis.
É sobre artistas, cantores, cineastas e etc que querem ser sustentados pelo governo para produzir conteúdo que ninguém quer consumir.
E, arrogância das arrogâncias, que acham que se o governo não der dinheiro pra eles "a cultura" vai deixar de existir.
O fim do verdadeiro sistema de saúde começou no dia em que a medicina deixou de curar para começar a lucrar.
Em 29 de setembro de 1916, as manchetes celebravam John D. Rockefeller como o primeiro bilionário americano, graças ao império do petróleo. O que ninguém percebeu é que, naquele mesmo instante, começava uma das maiores reengenharias sociais da história: transformar saúde em negócio.
Rockefeller, que via petróleo em tudo, decidiu que até o corpo humano podia virar refém de sua indústria. Financiou universidades, laboratórios e revistas médicas, impondo o dogma da medicina química, feita de derivados do mesmo petróleo que o tornara bilionário.
As plantas medicinais, as terapias naturais e o conhecimento ancestral passaram a ser ridicularizados, rotulados como “charlatanismo”.
A medicina passou a ser aquilo que dava lucro — não o que curava.
O resultado está aí: um sistema de saúde que adoece para poder vender remédio, que trata sintomas para nunca precisar curar a causa.
Rockefeller morreu em 1937, mas seu modelo continua vivo — um império travestido de filantropia, onde a doença é o negócio mais rentável do planeta.
O primeiro bilionário da América não enriqueceu apenas com petróleo.
Enriqueceu com a transformação da medicina em indústria — e da humanidade em cliente cativo.
🚨URGENTE | Influenciadora está sendo CRITICADA em peso por internautas nas redes sociais após gravar vídeo dizendo que, em pleno 2025, não vale a pena assumir filhos dos outros!
Segundo pesquisas da FGV, mais de 11 MILHÕES de mulheres no Brasil são mães solo.
“Vocês não sabem nada do mundo real e a maioria de vocês passou menos tempo na escola do que a Greta Thunberg.
Então se você ganhar, não use essa plataforma para dar um discurso político.
Apenas pegue o seu premiozinho, agradeça seu agente, e vá à m....!”
(Ricky Gervais, no globe de oure aos artistas woke e seus discursinhos de salvadores do mundo)