@Jairo_Neto_@newscolina O caralho do torcedor tem que aprender que clube vive de dinheiro, nem que seja o plano mais barato porém todo o vascaino deveria sentir obrigado a ajudar o clube. Vamos nos associar, isso faz um clube forte.
Não pode mais vestir a camisa.
Ganha 1 milhão por mês, joga sempre na sacanagem e ainda posta 3 fotos com bolo do flamengo
É pra tomar apavoro, multa e rescisão
Senhoras e senhores, vimos a história acontecer.
Pulgar, lutador improvisado como futebolista, esqueceu o colar do anjo em casa, perdeu a imunidade que tinha com a arbitragem e foi expulso.
Mas com 4 anos de atraso. Afinal, desde 2022 o pugilista bate a vontade nos campos brasileiros e nada acontecia.
A expulsão revoltou muitos flamenguistas: “não acredito que vão começar a expulsar o nosso Pulgar. Daqui a pouco vão parar de marcar pênalti no Arrascaeta, é só que o que tá faltando”, disse Joseph Robert Certo, torcedor do Mengão.
A expulsão já causa muita preocupação no Flamengo. Afinal, se acontecer como disse o torcedor com pênaltis não sendo marcados sobre Arrascaeta e Pulgar passando a ser expulso, o clube pode até mesmo fechar as portas.
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No embate Vasco SAF | Marcos Lamacchia | Leila Pereira, a IMPRENSA já escolheu o seu lado, por mais que alguns tentem, falsamente, ficar em cima do muro — trazem toda uma retórica falando do conflito de interesses e que a CBF terá que se posicionar e, no momento seguinte, dizem que não farão juízo de valor.
Nesta perspectiva, acho mais honesto o Mauro Cezar que, revestido do seu clubismo, se posiciona contra sem rodeios.
Mas o que me incomoda mesmo é um debate em que jornalistas NÃO VÃO À LEI, ao DIREITO. E aqui não é sobre o André Rizek — que é um destes que ficam falsamente em cima do muro, mas que trouxe até bons pontos, mas sim sobre boa parte da imprensa que não busca compreender o REGULAMENTO da CBF ou a LEI DA SAF.
Fui ler e tentar compreender. Lembrando que não sou da área do Direito e creio que a lei possa ser interpretada de diversas maneiras. Mas, aí sim, teremos um DEBATE JUSTO e na FONTE.
O artigo que "pega" é o 86 do novo regulamento da CBF, que trata sobre o Fair Play Financeiro:
📜 Art. 86. Visando proteger a integridade das competições profissionais nacionais, é terminantemente vedado que QUALQUER PESSOA, física ou jurídica, detenha, direta ou INDIRETAMENTE, controle ou influência significativa sobre mais de um Clube [...]
§ 2° Para fins de apuração do controle ou influência previstos no caput, somar-se-ão as participações, direitos de voto ou poderes de veto da pessoa física (ou dos controladores finais da pessoa jurídica) àquelas detidas por seu cônjuge, companheiro(a) ou parentes até o SEGUNDO GRAU (pais, filhos, irmãos). [...]"
"Ai, Gustavo, não fala nada de madrasta!".
Não é assim também. Não sejamos simplistas. Madrasta, pelo Código Civil, enquadra-se em parentesco de primeiro grau (por afinidade).
Aqui, para mim, não é o ponto da discussão, nem o ponto que dará a questão como encerrada, já que a própria CBF, no trecho seguinte, dá os remédios para este conflito de interesses:
"Constatada situação vedada, a ANRESF fixará prazo de remediação para ALIENAÇÃO das participações, constituição de BLIND TRUST previamente aprovado e supervisionado pela ANRESF ou outra medida de DESVINCULAÇÃO EFETIVA, devendo a remediação estar concluída até 30 (trinta) dias antes do início da competição em que haja conflito."
Aqui o texto nos traz vários conceitos complicados que tive que estudar, caso a interpretação esteja equivocada, peço até que me corrijam:
ALIENAÇÃO: O comprador da SAF — que interpretei como o indivíduo que já detinha a SAF antes da lei ou a comprou e possuía este conflito — poderá vender as ações e sair do negócio (a ANRESF fiscaliza o processo e dá um prazo).
BLIND TRUST (Fundo Cego): O investidor coloca o dinheiro, mas entrega a "chave" das decisões para um terceiro independente. O dono não pode dar ordens nem saber de estratégias enquanto o parente (Leila Pereira) estiver no outro clube. A medida, pelo artigo, tem que ser APROVADA e SUPERVISIONADA pela Agência Reguladora da CBF.
DESVINCULAÇÃO EFETIVA: Qualquer outra medida aprovada pela agência reguladora (ANRESF) que prove que um não manda no outro.
Aqui, na minha cabeça, tudo fica muito claro. Quando Marcos Lamacchia e o seu grupo comprador buscam a CBF (a Agência Reguladora), é porque já estão acordando um BLIND TRUST até o fim do mandato da Leila Pereira ou uma DESVINCULAÇÃO EFETIVA.
Assim, ele vira o dono "no papel", mas o Vasco é gerido por profissionais independentes até que o conflito de parentesco deixe de existir.
Existem outras saídas pelo que pesquisei, mas são todas conceitos técnicos, que não valem o debate e a explicação neste momento.
A minha leitura final é que a imprensa foca no "problema" (o parentesco), mas ignora que o próprio regulamento oferece a "solução" (os remédios).
O Vasco e o grupo de Lamacchia não estão tentando "burlar" a regra; estão seguindo o rito de remediação previsto no Art. 86. Se a ANRESF aprovar o Blind Trust, a discussão clubista acaba, porque a lei terá sido cumprida.
Cadê o sr. MAURO CÉZAR, guardião da moralidade, questionando este patrocínio do Flamengo?
É normal um banco envolvido com o BANCO MASTER e um escândalo de corrupção bilionário em que o contribuinte brasiliense terá que pagar o rombo através do patrimônio do DF, sendo vendido a um preço bem questionável, aumentar o patrocínio a um clube de fora em mais de 30%?
BRB que diminuiu os seus patrocínios esportivos em cerca de 60% devido à crise, inclusive ao esporte local. Banco em que os órgãos de controle (TCDF) afirmam que deve se desfazer de ativos. Este banco, então, pagará um valor acima do mercado a um clube de futebol, mesmo aparecendo menos?
BRB, que vale lembrar que não terá sua marca exposta na camisa do Flamengo, já que o clube não quer o seu nome atrelado a uma marca com escandâlos, então, irão expor um produto do banco e do clube, que é o Nação Fla.
Ou seja? A própria instituição vê o patrocinador como uma empresa questionável. Pergunto ao Mauro:
Se a venda da SAF do Vasco é questionada sob a lupa da ética e viabilidade, por que um contrato de um banco estatal em crise, que esconde sua marca para não contaminar o clube, passa sem o mesmo escrutínio técnico? Alguém sabe me responder?
Cadê o sr. MAURO CÉZAR, guardião da moralidade, questionando este patrocínio do Flamengo?
É normal um banco envolvido com o BANCO MASTER e um escândalo de corrupção bilionário em que o contribuinte brasiliense terá que pagar o rombo através do patrimônio do DF, sendo vendido a um preço bem questionável, aumentar o patrocínio a um clube de fora em mais de 30%?
BRB que diminuiu os seus patrocínios esportivos em cerca de 60% devido à crise, inclusive ao esporte local. Banco em que os órgãos de controle (TCDF) afirmam que deve se desfazer de ativos. Este banco, então, pagará um valor acima do mercado a um clube de futebol, mesmo aparecendo menos?
BRB, que vale lembrar que não terá sua marca exposta na camisa do Flamengo, já que o clube não quer o seu nome atrelado a uma marca com escandâlos, então, irão expor um produto do banco e do clube, que é o Nação Fla.
Ou seja? A própria instituição vê o patrocinador como uma empresa questionável. Pergunto ao Mauro:
Se a venda da SAF do Vasco é questionada sob a lupa da ética e viabilidade, por que um contrato de um banco estatal em crise, que esconde sua marca para não contaminar o clube, passa sem o mesmo escrutínio técnico? Alguém sabe me responder?