-é 20 de janeiro de 2030;
-você acorda ATRASADO às 4:40 pra sair da sua casa e pegar uma condução até seu trabalho;
-você sai correndo as 5:00;
-você chega lá às 7:30 e bate ponto;
-você sai da empresa às 19:30 e vai até a estação;
-você espera a condução, que dá uma atrasada e chega às 20:00;
-você chega em casa às 22:30;
-você precisa cozinhar pra fazer sua janta e sua marmita do dia seguinte (considerando que você não tem filhos pra cuidar e dar atenção), então se deita às 23:30;
-você acorda novamente às 4:40 no dia seguinte...
tudo isso por um salário mínimo sem aumentos significativos. você não vive.
Há 163 anos, em 2 de abril de 1863, dois fotógrafos itinerantes, William McPherson e J. Oliver, produziam uma imagem que se tornaria um dos registros visuais mais contundentes sobre o horror da escravidão nos Estados Unidos.
A fotografia mostrava as cicatrizes de açoitamento nas costas de Peter, um homem escravizado que conseguiu fugir de uma fazenda na Louisiana em meio à Guerra de Secessão. Ele caminhou por 10 dias até chegar a um posto da União em Baton Rouge — a força militar das unidades federadas do Norte dos Estados Unidos, favoráveis à abolição.
A imagem foi reproduzida em matérias de jornal e cartões de visita distribuídos por todo o país. Ela foi utilizada por abolicionistas como evidência material da brutalidade da escravidão, fortalecendo a campanha antiescravagista.
Mais de um século e meio após ter sido produzida, a fotografia segue incomodando os representantes da intolerância e do ódio racial. Em setembro de 2025, o governo de Donald Trump determinou que todas as reproduções da imagem fossem removidas de exposições, monumentos e parques nacionais.
A história de Peter é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
https://t.co/6J68kkCsFI
Lula isentou 20 milhões de pessoas do pagamento de imposto de renda, aumentando a faixa de isenção de R$ 2.640 para R$ 5.000.
A reforma tributária do governo Lula zerou a cobrança de impostos sobre itens da cesta básica. A partir de 2027, produtos como arroz, feijão, carne, farinha, pão e leite deixam de ser tributados.
A reforma tributária também acabou com a cascata de impostos, o que irá diminuir custos embutidos nos preços no médio prazo.
Houve redução de alíquotas em medicamentos, produtos de saúde animal, itens de consumo popular. Zerou PIS/COFINS sobre importação e comercialização de diesel.
Lula instituiu tarifa zero para alimentos importados em janeiro desse ano. Agora em março, estendeu a isenção para computadores, celulares e outros equipamentos eletrônicos importados.
A corja nojenta da extrema-direita que estava forçando o trabalhador a catar resto de pelanca e osso no lixo enquanto o preço da carne subia 80% no governo Bolsonaro tem que criar vergonha na cara.
E a esquerda tem que melhorar muito a sua ação na rede pra desmentir essa onda de desinformação e combater a histeria baseada em boato tirado do c* do gado.
UTILIDADE PÚBLICA
vcs sabiam que sexo anal ENGRAVIDA SIM??? estou cursando enfermagem e em uma das aulas de obstetrícia (parto, pós parto) e urologia (anal), o professor explicou um exemplo q ACONTECEU NO BRASIL MESMO:
juntou esperma com bosta e nasceu o Nikolas
Isso aqui é uma aberração. É tão baixo que chega a ser difícil até qualificar. Você pega um deputado, eleito com voto de mulheres, tentando derrubar um projeto que reconhece a misoginia como crime. Um projeto que pode ser o começo de um enfrentamento real ao ódio que nós, mulheres, sofremos todos os dias, na rua, em casa e principalmente nas redes.
Isso não é só sobre misoginia.
É sobre violência contra a mulher.
Porque a violência não começa na agressão física. Ela começa na ofensa, na humilhação, no ataque disfarçado de “piada”, de “opinião”. E isso escala. Sempre escala.
Hoje, a gente vive uma realidade onde mulheres são agredidas, ameaçadas e mortas simplesmente por serem mulheres.
E aí aparece alguém querendo barrar um projeto que protege TODAS nós. Não é sobre ideologia. Não é sobre esquerda ou direita.
É sobre todas as mulheres.
Eu sinceramente não sei como alguém consegue achar isso aceitável. Não sei como alguém tem coragem de tratar isso como se fosse nada.
Porque não é nada. É violência. É barbárie.
E quem tenta impedir esse avanço precisa ser exposto pelo que é.
Há mais de uma década, meu pai veria o Juliano e o chamaria de "viado", como fez comigo diversas vezes, inclusive com ameaças físicas quando comecei a trazer debates de gênero e sexualidade para dentro de casa.
Como eu me entendo sexualmente não vem ao caso, assim como também não importa a sexualidade do Juliano, para ninguém. Importa, na verdade, o que leem sobre nós.
Certa vez, eu perdi um amigo de infância porque o convidei para uma reunião sobre questão LGBT+ que aconteceria na UFPR. Ele me bloqueou de todas as redes sociais. Certa vez, um ano depois, eu estava com uma garota num bar e ele veio até nossa mesa, espantado.
"Achei que você tinha virado viado."
Até aquele dia, eu achava que ele tinha me bloqueado por algo que eu tinha feito, algum vacilo ou coisa assim, pois éramos muito próximos na infância e na adolescência, papo de um dormir na casa do outro. Compartilhamos diversas experiências da heteronormatividade juntos, inclusive da vida sexual, brigas em jogo de futebol, tudo. De repente, ele sumiu e não retornou meus contatos.
Quando ele perguntou sobre eu "virar viado", eu o questionei sobre o motivo. Nesse momento, ele contou que recebeu meu convite no Facebook — eu sempre disparava as agendas para meus contatos, eram mais de 4 mil pessoas — para uma reunião sobre a questão LGBT (eu já era militante e próximo das pautas de direitos humanos, ele sempre soube) e elaborou o seguinte: o Valnei virou "viado" e quer que eu vire também.
Ele fez um esforço tão grande para chegar nessa conclusão equivocada e tomar uma decisão tão brutal que quem se assustou fui eu. Ele aceitava bem minha atuação política, recebia convite de tudo: marxismo, antirracismo, cultura, mulheres etc., mas parou, estacionou, depois acelerou e deu meia-volta na questão LGBT.
Naquele momento, eu percebi que, de fato, me culpei à toa pelo rompimento daquela amizade de infância, pois não era aquilo que eu queria para minha vida. Nós não tínhamos uma amizade que reproduzia homofobia recreativa, então nunca foi uma questão esse tipo de coisa. Eu estava errado.
O que mais me assustou foi perceber que alguém que cresceu comigo, se desenvolveu enquanto sujeito, homem e heterossexual comigo, não me conhecia ao ponto de sentir que eu era uma ameaça à sexualidade dele por um convite de rede social. Olhem que loucura.
Naquele encontro casual de sustos mútuos — um por delusionismo absoluto (ele), fruto de uma homofobia quase que primitiva; outro por revelação (eu), adiada por afeto e empatia — serviu para que eu buscasse entender onde e com quem eu gostaria de estar, de andar, mas, principalmente, quem eu era.
Ver os embates de Juliano e Jonas, com destaque às falas do Jonas ao se referir ao Juliano, me lembraram muito aquele encontro casual num bar há mais de 10 anos.
Marina Sena tem razão quando fala que há um modelo de homem em desuso, e o surgimento do Legendário é a prova disso, com seu slogan de "recuperar o poder masculino". E, claro, que um estereótipo "heterotop" sair para um twink afeminado é bastante simbólico para mim, pois eu vejo o BBB como espelho social.
Uma coisa que aprendi com o processo de análise é que muitas vezes o medo de nos tornarmos aquilo de que não gostamos nos impede de sermos quem nascemos para ser. E não estou falando sobre sexualidade, pois, como falei lá em cima, isso não importa, para ninguém.
Com todo respeito família eu me sinto 100000000% mais representada por uma mulher trans como a Érika Hilton do que por qualquer mulher cis branca que nasceu rica. Vcs tão caindo em papinho torto de gente burra. PROTECT THE DOLLS.
Matam mulheres, estupram mulheres, agridem mulheres, e agora querem fingir que se importam com quem ocupou um cargo político destinado a mulher.
Kkkkkkkkkk tmnc
Esse caso foi exibido há alguns anos na Rede Globo.
Na época, a reportagem mostrou que um homem de 30 anos mantinha um “relacionamento amoroso” com uma adolescente de 13 anos, que acabou ficando grávida, sob a justificativa de “constituir vínculo familiar”.
Um ponto que também chamou atenção foi a autorização para divulgação da imagem da adolescente. A mãe dela e o estuprador que autorizaram, para vocês terem noção que nem isso a menina pode decidir!
Embora esse caso específico seja antigo, situações semelhantes continuam acontecendo, como estamos vendo nos últimos dias.
É essencial reforçar a importância da proteção integral prevista na legislação brasileira, garantindo que crianças e adolescentes tenham seus direitos preservados e não sejam expostos a riscos ou constrangimentos.
NÃO EXISTE CASAMENTO INFANTIL, O QUE EXISTE É ESTUPRO DE VULNERÁVEL!
O mundo é cheio de contradições? Olha só:
A gente vive vendo o povo japonês lembrando das bombas atômicas. Os judeus nunca esquecem o Holocausto. Os europeus têm seus memoriais de guerra. E estão mais do que certo! São histórias que precisam ser contadas, para que nunca se repitam.
Mas quando a gente é preto, a história é outra. Nosso passado vem com um manual de instruções diferente: "Esquece isso aí", "Isso já foi", "Supera". Como se a escravidão fosse só um capítulo fechado nos livros de história, e não uma ferida que ainda sangra hoje.
Nossos ancestrais foram arrancados da África, acorrentados, estuprados, mortos, torturados. Foram tratados como mercadoria por séculos. E aí a gente ouve que tem que virar a página? Como?
A verdade é que o racismo não é coisa do passado. Ele tá no presente, vivo e cruel. Tá no jovem preto sendo abordado de forma violenta pela polícia. Tá na mulher preta humilhada no trabalho. Tá na violência que mata um de nós a cada 23 minutos. Tá no olhar de desconfiança quando entramos num elevador.
Não dá pra simplesmente "esquecer" quando a cada dia o presente nos lembra que nosso sangue ainda vale menos. O racismo é estrutural, tá nas fundações dessa sociedade. E a gente precisa falar sobre isso sem papas na língua, sem medo de ser chamado de "vitimista".
Enquanto a dor dos outros é tratada como história, a nossa dor é tratada como mimimi, frescura. Essa é a real. E enquanto isso não mudar, a gente vai continuar sim com a memória viva, porque o nosso passado ainda é o nosso presente.
A gente não quer pena. Quer respeito. Quer justiça. E pra isso, primeiro precisam parar de nos pedir para esquecer quem somos e de onde viemos.
VIVA A CONSCIÊNCIA NEGRA ✊🏿
No mesmo dia em que Zema posta em suas redes sociais um post mentiroso sobre queda nos crimes em Minas, o Estado vai parar no jornal Nacional com uma servidora do próprio Estado vendendo armas para organizações criminosas. O cerco está fechando e os escândalos de corrupção se somando atrás do desgovernador enquanto ele tenta vender Minas inteira até o fim da sua gestão.
Precisamos acabar com a pose de bom moço, de bom gestor e denunciar tamanha canalhice. Compartilhe esse vídeo e vamos espalhar as verdades sobre esse desgoverno.
O Brasil normalizou o cansaço crônico.
Gente dormindo no ônibus, engolindo lágrima pra não perder o emprego. E ainda chamam isso de “rotina”. Rotina é o nome bonito que deram pra exploração.
existem os inimigos do fim e existem os inimigos do início
nós incapazes de chegar na hora inimigos do relógio odiados pelos pontuais
posso começar a me arrumar três horas antes do evento meu atraso eh sempre garantido