Meu esposo foi missionário na Venezuela na época do início do Chavismo. Ele diz que hoje no BRASIL ESTAMOS CAMINHANDO rápido demais para o mesmo abismo. E que, como a Venezuela foi toda destruída, mesmo sendo um país belíssimo, se não houver mudanças aqui, só restará destruição😭
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira, 3 de julho, uma nova ofensiva contra a estrutura financeira do PCC, poucos dias após o governo dos Estados Unidos anunciar sanções contra integrantes e empresas apontados como peças-chave do esquema de lavagem de dinheiro da facção.
Entre os alvos da Operação Exchange está o empresário Victor Henrique de Oliveira Shimada, que segue foragido. Seu nome já havia aparecido nas investigações sobre o caso envolvendo o Corinthians e a antiga patrocinadora VaideBet, apuração que levantou suspeitas sobre o uso de empresas e intermediários para movimentação de recursos com possível origem ilícita.
A secretária de Shimada, Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, foi presa pela PF. Segundo as autoridades americanas, ela atuava como uma das responsáveis por auxiliar na coleta, transporte e movimentação de grandes quantias de dinheiro em benefício da organização criminosa.
A operação ocorre apenas dias depois de o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciar sanções financeiras contra uma rede de empresários, operadores e empresas brasileiras acusadas de utilizar o sistema financeiro internacional para lavar recursos provenientes do narcotráfico. As medidas bloquearam ativos sob jurisdição americana e proibiram cidadãos e empresas dos EUA de realizar negócios com os sancionados.
O movimento é inédito: Brasil e Estados Unidos avançam juntos contra o cofre do PCC, uma facção que se reinventou como uma verdadeira multinacional do crime, operando com a sofisticação de um conglomerado financeiro e movimentando dinheiro por meio de empresas, imóveis, criptomoedas e estruturas no exterior.
A Justiça brasileira também determinou o bloqueio de até 10,4 bilhões de reais em bens, valores e criptoativos dos investigados, um dos maiores bloqueios patrimoniais já realizados em uma investigação sobre o crime organizado no país.
O foco agora não está apenas nos operadores do tráfico, mas principalmente em quem movimenta e oculta o dinheiro do crime organizado.
Em português a gente diz:
“foi minha capacidade”, “eu consegui”.
Mas biblicamente, dizemos:
“Para que todos vejam, e saibam, e considerem, e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isso.”
(Isaías 41:20)
"Ninguém tira alguém da cadeia com 60 delações; 32 condenações; 80 milhões em propina; mais de 3 mil evidências nos autos; 5 a 0 no STJ; 3 a 0 no TRF4; 1 a 0 na vara criminal, mensalão, petrolão, assalto aos fundos de pensão e etc para ser candidato à toa".
O verdadeiro golpe é esse aí.
Como vamos querer algo diferente de um cara que pensa dessa maneira?
O vídeo é antigo ,mas é para relembrar e mostrar pras novas gerações como um cara desses pode ser Presidente de uma nação.
Por-MauroPinheiro.
- O Bolsonaro é o culpado pela farra do INSS
- Bora investigar então?
- Não
- O Bolsonaro é culpado pelo escândalo do Master
- Bora assinar a CPMI então?
- Não
- O Bolsonaro tem ligação com o CV e PCC
- Bora classificar como organizações terroristas então?
- Não
🚨🇧🇷🇺🇸 GRAVE: Relatório dos EUA comprova que as Organizações Terroristas PCC e CV atuam em 29 países, incluindo América do Sul, América do Norte, Europa e até no Japão.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
https://t.co/ceoTCiVA0Q
Primeiro Comando da Capital and Comando Vermelho are two of the most violent criminal organizations in Brazil. Their reach extends throughout our region and into our country.
Today, I designated these organizations as Foreign Terrorist Organizations and Specially Designated Global Terrorists.
The Trump Administration will continue using every available tool to protect our national security interests and deny funding and resources to narco-terrorists.
https://t.co/x3cPYjelwZ