Engraçado chamarem ela de “performática” quando ela usa a própria visibilidade pra entrevistar escritores, discutir literatura e se posicionar sobre questões relevantes como Palestina e, mais recentemente, o caso Epstein.
Talvez a diferença seja justamente essa: ela não transforma repertório em letra pseudo-profunda pra impressionar o Twitter, mas em posicionamentos e conversas que de fato têm relevância e impacto.