@lorennasoaqui Não vai se arrepender! Comecei a minha jornada dos russos por ele e não poderia ser melhor. Depois de muitos (inclusive do Dostoiévski) continua o meu favorito. É muito profundo.
A poignant moment in "Ship of Fools" - as a world-weary Vivien Leigh suddenly bursts out in the Charleston of her youth. The 1965 film was her final role...
@Peixe245II@asoiafss Eu comecei a minha jornada de literatura russa por Os Irmãos Karamázov e não me arrependo nem um pouco. Continua sendo o meu preferido junto a Crime e Castigo, que li um pouco depois. Já adquiri toda a obra de Dostoiévski e muitas obras de muitos outros russos. Estou fascinado!
Donald Trump attacks Giorgia Meloni — and she delivers a fiery speech he’ll never forget.
Donald Trump thought he could easily score political points by calling Giorgia Meloni “an insult to Jesus,” accusing her of “not being woke,” and claiming that God does not discriminate. Unfortunately for “Don Dementia,” this time he picked the wrong target.
Standing at a historic location, Giorgia Meloni didn’t just respond — she delivered a full moral reckoning.
“The President of the United States just said that I insult Jesus,” Giorgia Meloni declared. “Do you want to know what really insults Jesus? Taking healthcare away from the sick while cutting taxes for billionaires.”
And that was only the beginning.
“Do you want to know what else insults Jesus?” she continued. “Deporting foreigners and separating children from their mothers.”
Then she went even further, touching on war, corruption, and hypocrisy.
“Do you want to know what insults Jesus? Bombing innocent schools in Iran and sending our brave men and women to die in yet another endless war… hiding the Epstein files and then refusing to prosecute anyone involved.”
This wasn’t politics as usual. It was a full moral indictment.
Giorgia Meloni, targeted by Trump for supporting transgender people and for saying that “trans children are children of God,” completely turned the tables. Instead of backing down, she grounded her message in the very teachings Trump tried to weaponize.
“I am not a perfect Christian,” she said. “There was only one perfect man, and two thousand years ago he was crucified.”
Then came the line that hit the hardest:
“Jesus told us to love our neighbor as ourselves… Can we imagine war in heaven? Can we imagine hatred in heaven? Can we imagine poverty in heaven? Then why do we tolerate these things on Earth?”
This is how you respond. Not with insults. Not with fear. But with clarity and conviction.
Trump tried to discredit her. Instead, Giorgia Meloni delivered a sermon that now echoes far beyond that hall.
Please share Giorgia Meloni’s inspiring words.
JÁ LEU TODOS ESSES LIVROS? A resposta de Umberto Eco à famigerada pergunta:
“O choque da obviedade sobrevém a muitos que se encontram em condições iguais às minhas, ou seja, que possuem em casa uma biblioteca de certas dimensões – de tal maneira que, entrando em nossa casa, as pessoas não tenham como deixar de nota-la, inclusive porque nossa casa não contém muitas outras coisas. O visitante entra e diz: ‘Quantos livros! Já leu todos?’ No início eu achava que esta frase só fosse pronunciada por pessoas de escassa intimidade com o livro, acostumadas a ver apenas estantezinhas com cinco livros policiais e mais uma enciclopédia infantil em fascículos. Mas a experiência me ensinou que também é pronunciada pelas pessoas mais inesperadas. Pode-se dizer que se trata quase sempre de pessoas que concebem as estantes como mero depósito de livros lidos e não a biblioteca como instrumento de trabalho, mas isto não bastaria. Estou convencido de que, quando se vê diante de muitos livros, qualquer pessoa é tomada pela angústia do conhecimento, e fatalmente resvala para a pergunta que exprime seu tormento e seus remorsos.
É preciso dar uma resposta à pergunta sobre os livros, enquanto o maxilar se enrijece e filetes de suor gelado escorrem ao longo da coluna vertebral. Durante algum tempo adotei uma resposta desdenhosa: ‘Não li nenhum deles; senão, por que estariam aqui?’ Mas esta é uma resposta perigosa, porque desencadeia a reação óbvia: ‘E onde guarda os que já leu?’ A melhor é a resposta padrão de Roberto Leydi: ‘E muitos mais, senhores, muitos mais’, que deixa o adversário paralisado e o reduz a um estado de veneração estupefacta. Mas acho esta resposta impiedosa e ansiogênica. Ultimamente, eu me inclino por outra afirmação: ‘Não, estes são os que preciso ler durante o próximo mês, os outros eu guardo na universidade’, resposta que por um lado sugere uma sublime estratégia ergonômica e, por outro, induz o visitante a antecipar o momento da despedida.”
— Umberto Eco: Como justificar uma biblioteca particular (O segundo diário mínimo)