@globalelectsim O erro e na caixa mágica mas no Nordeste eles votam em qualquer um para governador e senador mas para presidente so vota no Painho (Lula) ele e um Deus no Nordeste se Jesus descer na terra e for no Nordeste eles escolhe o Lula
Esse cidadão foi responsável por um teste nas urnas eletrônicas em 2017 e conseguiu, até mesmo, inserir um código estranho e adulterar o software.
Em 2018, solicitou autorização para continuar os ataques de desvio de votos por adulteração de software durante os testes de confirmação.
O TSE recusou.
A partir de 2021, mudou radicalmente seu posicionamento em relação ao processo eleitoral.
🇻🇪🇧🇷 | AHORA: El escritor venezolano Alejandro Peña Esclusa denuncia que Lula dio un golpe de Estado: "Imposible que la derecha haya arrasado en la 1ra vuelta y que 20 días después Lula gane con 4 millones de votos. Se repite en Brasil el robo que perpetró Maduro en 2024".
Essa última fraude foi tão escandalosa que se tornou óbvio até para um analfabeto, confirmando o que afirmo há mais de 15 anos: a adulteração ocorre na programação individual de cada urna, sem qualquer relação com um “algoritmo mágico do TSE” no dia da apuração.
Embora todos os Boletins de Urna (BUs) sejam públicos e qualquer pessoa possa somá-los para reconstruir o resultado divulgado pelo TSE, o vício antecede a soma e a própria apuração. Como cada urna registra os votos, processa o próprio resultado isoladamente e emite o seu respectivo BU, somar corretamente esses registros apenas reproduz, com exatidão, o resultado previamente adulterado na PROGRAMAÇÃO INDIVIDUAL DE CADA URNA, antes mesmo de a votação começar.
A concordância entre o BU e o Registro Digital do Voto (RDV) tampouco prova a ausência de fraude, pois essa conferência limita-se a comparar dois arquivos digitais gerados pelo mesmo equipamento. A falha estrutural do sistema reside na inexistência de um registro físico individual, conferido pelo próprio eleitor e depositado separadamente, que permita uma recontagem autônoma e independente do software.
Sem esse lastro físico, nada impede que cada urna opere com uma programação individual baseada em uma equação direta de transferência: o registro final de Bolsonaro equivale aos votos digitados menos o desvio, enquanto o registro de Lula equivale aos seus votos digitados somados ao desvio retirado de Bolsonaro e ao desvio dos votos brancos e nulos.
Para definir o resultado da eleição, basta calibrar a proporção desse desvio por região, utilizando pesquisas de opinião verdadeiras como parâmetro para referendar a fraude e manter a aparência de plausibilidade. No interior do Nordeste, por exemplo, em cidades selecionadas onde a maioria absoluta já é petista, aplica-se um desvio agressivo: a cada 10 votos em Bolsonaro, 4 vão para Lula (proporção de 4/10 ou 40%, registrando-se 6 para Bolsonaro e somando-se 4 para Lula), ou, a cada 3 votos em branco e/ou nulos, estes também são revertidos para Lula. Já em estados como Santa Catarina, onde não faria sentido retirar 40% dos votos de Bolsonaro, subtrai-se apenas 10%; assim, em cidades selecionadas do Sul e do Sudeste, sob a mesma regra, a cada 10 votos para Bolsonaro, 1 vai para Lula (proporção de 1/10 ou 10%, registrando-se 9 para Bolsonaro e somando-se 1 para Lula). Em outras seções, aplica-se a mesma equação em qualquer escala: a cada 5 votos para Bolsonaro, 1 vai para Lula (1/5 ou 20%); a cada 20 para Bolsonaro, 2 vão para Lula (2/20 ou 10%); ou, a cada 5 votos brancos e/ou nulos, 2 vão para Lula (2/5 ou 40%).
Os votos proporcionais, por sua vez, permanecem intocados por estrita cautela operacional: como a eleição de deputados envolve uma quantidade menor de votos por candidato, a manipulação seria facilmente perceptível, e um simples erro de calibragem desnudaria toda a fraude.
Sem essa manipulação, o histórico real das eleições é inequívoco: Aécio venceu em 2014, enquanto Bolsonaro, em 2018, e Flávio, em 2026, foram ambos eleitos já no primeiro turno. Mesmo no Nordeste, onde o PT de fato detém a maioria, a ausência de fraude reduziria os 80% registrados para um patamar real de provavelmente 60%, nas cidades do interior. Nas maiores cidades do Nordeste, o PT perderia ou empataria.