@DaniMayakovski Acredito que o posicionamento pró Palestina do técnico egípcio tenha sido o estopim para sabotagem à seleção egípcia no jogo contra os argentinos
@AnaliseGeopol Espero que as agências de inteligência monitorem os mercenários que retornarem ao território brasileiro no pós-guerra, pois serão potenciais agentes de desestabilização a favor de interesses estrangeiros.
🇮🇱💥🇵🇸 Se você é um padeiro palestino trabalhando em paz, pode ser agredido por terroristas, humilhado ou até assassinado por colonos judeus sionistas armados.
Depois, parte da mídia inverte os fatos: o padeiro vira o “terrorista”, e os agressores passam a ser apresentados como as eternas vítimas.
🇪🇬🇵🇸 O técnico do Egito comemorou a classificação contra a Austrália com a bandeira da Palestina!
"Esta vitória é para o povo egípcio, para o povo palestino e para todo o povo árabe", disse Hossam Hassan após vitória sobre a Austrália nos pênaltis.
Muito foda!
@TheInterceptBr Até que ponto essa pauta impactará nos resultados eleitorais, levando em conta que os temas da soberania e nacionalismo, em grande parte da sociedade, estão envoltos à forte dissonância cognitiva.
A ministra israelense da Igualdade Social e Empoderamento Feminino, May Golan, foi alvo de críticas internacionais após declarar no parlamento israelense que estava “pessoalmente orgulhosa das ruínas de Gaza”. A fala ocorreu em fevereiro de 2024, durante uma sessão da Knesset sobre a tentativa de expulsão do deputado israelense Ofer Cassif, um dos poucos parlamentares judeus que apoiaram a ação da África do Sul contra Israel na Corte Internacional de Justiça. Na mesma intervenção, Golan afirmou que espera que “daqui a 80 anos todos os bebês possam contar aos seus netos o que os judeus fizeram”, celebrando explicitamente a devastação da Faixa de Gaza em meio à incursão israelense.
As declarações ocorreram num contexto em que grande parte da infraestrutura de Gaza já havia sido destruída pelos bombardeios israelenses e dezenas de milhares de palestinos haviam sido mortos ou feridos. Organizações de direitos humanos, juristas e observadores internacionais passaram a apontar a crescente presença de discursos desumanizantes e de incitação à violência entre autoridades israelenses. As palavras de Golan foram amplamente reproduzidas por veículos internacionais e citadas por entidades que denunciaram o que consideram uma normalização da retórica genocida dentro do governo de Benjamin Netanyahu.
Figura da ala mais radical do partido Likud, Golan construiu sua carreira política por meio de campanhas contra migrantes africanos em Israel. Ao longo dos anos, ficou conhecida por descrever refugiados africanos como “infiltrados”, associá-los ao crime e defender políticas duras de expulsão. A própria ministra já declarou ser “orgulhosa de ser racista”, frase que gerou forte repercussão internacional e levou ex-diplomatas israelenses a criticarem sua indicação para cargos de representação externa. Em 2023, sua nomeação para o consulado israelense em Nova York enfrentou resistência justamente devido ao histórico de declarações consideradas racistas e xenófobas.
As controvérsias não se limitam à questão migratória. Golan também apoiou publicamente projetos de expansão de assentamentos judaicos e, posteriormente, defendeu a remoção de palestinos de Gaza, chegando a falar na necessidade de uma “nova Nakba” em resposta aos ataques de 7 de outubro de 2023 — referência ao deslocamento em massa de palestinos ocorrido durante a criação do Estado de Israel em 1948. Além disso, organizações feministas israelenses questionaram sua atuação à frente da pasta de Empoderamento Feminino, apontando votos contrários a projetos voltados à proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e agressão sexual.
As declarações sobre as “ruínas de Gaza” permanecem entre os exemplos mais explícitos de celebração da destruição do território palestino por uma integrante do alto escalão do governo israelense. Para críticos, a fala ultrapassa a defesa do enfrentamento ao Hamas e expressa uma visão de punição coletiva contra toda a população de Gaza. O episódio consolidou a imagem de May Golan como uma das figuras mais polarizadoras e controversas da política israelense contemporânea.
Referências:
THE NEW ARAB. Israeli minister May Golan boasts she is 'proud' of Gaza's destruction. 22 fev. 2024.
BHAT, Sadiq S. 'Proud of ruins of Gaza': Israeli minister rejoices at Palestine's distress. TRT World, 21 fev. 2024.
CAIR. CAIR Calls on Biden Admin to Condemn Israeli Official ‘Proud of Ruins in Gaza’ Comment, End Support for Genocide. Council on American-Islamic Relations, 22 fev. 2024.
SELVAM, Kousalya. Israeli minister says 'proud' of destruction in Gaza. Sinar Daily, 23 fev. 2024.
Estado criou a Fiocruz em 1900.
Estado fundou o ITA em 1950.
Estado bancou a CSN.
Estado criou a Petrobras.
Aí inventaram o herói que fez tudo sozinho. A maior ficção do capitalismo brasileiro.
@paulogala Nesse caso, a implementação de uma política industrial deveria estar no escopo das Políticas de Estado e não limitada às ações de um determinado governo. Acredito que esse seja o principal desafio da construção do Brasil no caminho do desenvolvimentismo.