Dia do Trabalhador é mais do que parabéns.
É sobre acordar cedo, trabalhar muito
e ainda assim ter pouco tempo para viver.
Por isso a escala 5x2 importa tanto.
E vale lembrar: democracia é o nosso direito de ser ouvido e de influenciar decisões que afetam a nossa vida.
Pesquise, conheça melhor quem você elege!!! O seu político de estimação está alinhado com o que você pensa e precisa?
a Milena disse na live que um dos
momentos mais especiais pra ela, foi esse abraço pq foi a primeira vez que ela abraçou alguém la na casa.
agr to chorando pq foi exatamente nessa abraço que eu me apaixonei por elas 🥺🧡
Ana Paula explicando pro seguidor em quais países o modelo 5x2 funciona.
Vale acrescentar que na Holanda, além do modelo 5x2, a carga horária média é reduzida para que os trabalhadores tenham tempo para atividades extras como desenvolvimento acadêmico, esportes e cultura.
Desqualificar Ana Paula por defender direitos trabalhistas só porque é uma pessoa privilegiada revela mais sobre quem critica do que sobre quem fala.
Ter condições financeiras melhores não impede ninguém de enxergar injustiças, pelo contrário, quando uma pessoa usa sua visibilidade para apontar desigualdades, isso demonstra empatia, consciência social e responsabilidade.
A luta por direitos não é exclusiva de quem sofre diretamente, ela precisa de aliados e que bom que Ana Paula faz isso. Reduzir o debate a “nunca foi CLT” é de tamanha burrice. A pessoa critica quem aponta a desigualdade, mas seria uma das primeiras beneficiadas se ela diminuísse. Ou seja, prefere debochar de quem levanta o problema do que perceber que ele também te atinge.
Debater a desigualdade salarial entre homens e mulheres é essencial, porque se trata de uma injustiça real que continua prejudicando mulheres todos os dias. O incômodo não deveria ser com quem fala sobre o problema, mas com o fato de que ele ainda existe.
Tem mulher que entra no BBB e o programa inteiro passa a girar em torno dela. Tem mulher que ninguém colocava no pódio e que sobe nele mesmo assim.
“Indecisa, sem noção, possessiva, frágil, caça likes, bloqueada, oportunista.” “A bruxona, a cobra, a infeliz, a desumana.” Tentaram montar pódio sem ela. Tentaram reescrever a história dela à força. “Tentaram de tudo. Tentaram te deixar triste, te deixar louca, te deixar má.” Tentaram, e não conseguiram.
Uma respondeu fazendo o Brasil rir junto: “quando te deixaram triste, você fez a gente dar muita risada.” A outra respondeu com “uma determinação, uma entrega e um sarcasmo sem precedentes”, até virar a pergunta que atravessou a edição inteira: “que mulher é essa?”
Uma continuou bondosa quando tinha todas as razões do mundo pra se tornar má. “Alegre, sã e boa. Foi o que você fez.” A outra “provocou e confrontou todo mundo, e viu todo mundo sair no paredão”. Caminhos opostos, mesma coragem: ser inteira num lugar que insiste em pedir pra você se quebrar.
E ser assim é perigoso, porque “ninguém acredita em você”. O mundo se polariza, e quando aparece alguém que dialoga, que perdoa, que tem paciência, a primeira reação é achar que é mentira. Quando aparece uma mulher que é “um escândalo, a beleza e o caos”, a primeira reação é tentar enquadrar como “a bruxona, a cobra, a infeliz, a desumana, enquanto dava as maiores lições de humanidade”. Mas “era o exato oposto. Era tudo verdade.”
A verdade é que uma “gabaritou o BBB, zerou o game”, “fez o programa inteiro girar em torno dela”. A verdade é que a outra “nunca esteve sozinha em nenhum momento. E nunca mais vai se sentir sozinha na sua vida.”
Que as duas, cada uma do seu jeito, são “essa mulher gigante”. Que “no palco montado pelo público, você nunca saiu do primeiro lugar”. Que “todo reality show deveria ter” mulher assim.
No fim, era sempre o mesmo recado: subiram naquele pódio que ninguém colocava elas. Olha elas. 🤍