Venci esse caso!
Porém, a pessoa em questão resolveu, em parceria com a AGU, solicitar ao MP o desarquivamento do processo contra mim.
É a força do Estado contra o cidadão comum. A AGU e o transativismo mostram as suas garras de novo.
Retweet, por favor.
@sergio_pscb@franciscorazzo@Euluanoc Acho que com 16 semanas, normalmente, mas não creio que l procedimento não seja traumático para o bebê, em termos de sofrimento, mesmo antes das 20 semanas. Realmente não tenho esse conhecimento.
@sergio_pscb@franciscorazzo@Euluanoc Só que, normalmente, quando se detecta a síndrome de down, já passou dessa fase. Por isso o argumento da compaixão e felicidade.
@schmittpaula@donmus7ang Herman Dooyeweerd, Francis Schaeffer e @NancyRPearcey falam isso há tempos. E o filósofo ateu Luc Ferry também. E o último livro de Carl Trueman (The Desecration of Man) mostra isso de forma empírica.
@schmittpaula@donmus7ang Herman Dooyeweerd, Francis Schaeffer e @NancyRPearcey falam isso há tempos. E o filósofo ateu Luc Ferry também. E o último livro de Carl Trueman (The Desecration of Man) mostra isso de forma empírica.
@Blueeyedbull56@RealShahriqKhan You argue and yet block me from answering... I did exegesis studies in Daniel 9 and in Isaiah 53. My grandfather spoke Yiddish and fled Germany in 39. He was a zionist and had strong ties with the Jewish community, even as a Christian. But he understood what you don't. Shalom.
@Rey_2002r@clauser1976 Ela pode cursar teologia em algum seminário IPB e, se mesmo depois, ela continuar convicta do chamado pastoral, pode ir para outra denominação.
Mas nada a impede de servir na igreja local.
“In a free society, people can believe whatever they want. If you want to believe men can be women or you’re a man who wants to call himself a woman, that is your business. What you cannot do in a free society is force anyone else to accept it. What is at stake here is the ability to lawfully acknowledge reality.
If you care so much about “trans rights” you can work out a way to get them without destroying the category of women in law, female spaces, sport, services, the entire reality of lesbianism, and punishing citizens for acknowledging reality. The fact that you haven’t even tried makes it appear that destroying the rights of women is the goal.
Any politician who will look an Australian citizen in the eye and tell them that a man can be a woman is admitting that they will lie about anything and everything because the most obvious lie has already been told.
If no one in this room can acknowledge reality and fix an obvious problem you are either malicious or incompetent. The days of dismissing this issue are over. This is not a culture war. It’s reality.”
- my words, read by Alison Penfold MP, in parliament today.
Contact politicians are tell them to BACK THE BILL - “Sex Discrimination Amendment- sex based rights bill 2026”
MATRIA aciona a PGR em defesa de lei de Campo Grande/MS que protege mulheres e meninas
Após a notícia de que Erika Hilton acionou a Procuradoria-Geral da República para questionar uma lei voltada à proteção de mulheres e meninas, a MATRIA apresentou manifestação ao mesmo órgão, expondo os fundamentos técnicos, jurídicos e constitucionais que sustentam a legitimidade da norma.
Na reportagem sobre o tema, Hilton argumenta o que segue sobre a Lei:
"Só vai servir para que políticos e/ou pervertidos tentem fiscalizar os órgãos de mulheres e meninas nas portas de banheiros, ou para que pessoas odiosas se sintam autorizadas a violentar mulheres trans ou qualquer mulher que fuja do padrão de beleza em banheiros. Normalmente, mulheres negras e lésbicas", afirmou na publicação.
Curioso notar a presunção de que impor um critério para separação de banheiros levará automaticamente a abusos a menos, é claro, que esse critério seja uma “autodeclaração de mulheridade”.
Vejamos os pontos levantados:
Fiscalização genital: Hilton apela para um espantalho caricato, que seria a necessidade de fiscalizar a genitália das frequentadoras dos banheiros femininos para garantir sua separação por sexo. É justamente porque essa fiscalização é não apenas impossível quanto indesejável que defendemos “sexo” como critério para acesso aos espaços femininos: trata-se do único critério que garante a exclusão de todos os homens desse espaço, independente de eventuais cirurgias de castração (que não alteram sexo e nem padrão de violência).
Violência contra trans: Hilton afirma que a Lei que separa banheiros por sexo permitirá “violentar” pessoas trans que estejam nesses espaços. Mas questionar a presença de uma pessoa do sexo masculino no banheiro feminino não é violência. Afirmar que um travesti ou uma mulher trans é do sexo masculino não é violência. Defender o direito de mulheres a espaços nos quais se sintam seguras e tenham sua privacidade e dignidade respeitadas, não é violência.
Instrumentalização de mulheres negras e lésbicas: Hilton instrumentaliza imagem e vivência de mulheres negras e lésbicas em um debate que trata do acesso de homens a espaços femininos. Mulheres negras e lésbicas são mulheres e frequentam banheiros de acordo com seu sexo. Trata-se de uma estratégia comum do transativismo: parasitar pautas que não lhes dizem respeito (no caso, orientação sexual e raça) para confundir o debate e tentar ganhar uma legitimidade que suas demandas não têm.
Não é surpreendente que homens não compreendam ou finjam não compreender as preocupações levantadas por mulheres, especialmente se essas frustram seus desejos.
Mas a realidade é que se as mulheres aprendem desde cedo a desenvolver estratégias de autoproteção e vigilância em espaços nos quais estão mais vulneráveis, é porque temos motivos para isso.
Em locais de intimidade, a ausência de homens não é uma questão simbólica, é uma medida de segurança, privacidade e prevenção de situações de violência e constrangimento.
Esse cuidado faz parte da realidade cotidiana de meninas e mulheres desde a infância.
O desconforto e a vigilância que muitas mulheres passaram a relatar em banheiros femininos não é pela presença de mulheres negras ou lésbicas, mas pelo acesso de homens nesses espaços.
É a confusão causada por travestis e trans (sexo masculino) que tem gerado maior vigilância e insegurança nos espaços femininos.
A proteção em espaços íntimos não depende da ocorrência de danos massivos, mas da prevenção
e da garantia de segurança.
Em março de 2026, ao assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres, Erika Hilton afirmou que a biologia não deveria orientar os debates sobre mulheres, sugerindo que esse tema caberia a “departamentos de biologia”.
Nessa ação junto à PGR, vemos mais uma consequência concreta dessa visão: quem deveria estar representando mulheres em realidade trata seus corpos, suas vulnerabilidades materiais e suas necessidades específicas como aspectos secundários ou irrelevantes no debate público e jurídico, atuando deliberadamente em prol dos interesses de pessoas do sexo masculino e, portanto, contra as mulheres.
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