🚨URGENTE - Papa Leão XIV diz que “o grande destruidor da paz é o aborto”, repetindo frase de Madre Teresa de Calcutá
“Nenhuma política pode, de fato, colocar-se a serviço dos povos se exclui da vida aqueles que estão para vir ao mundo.”
O “evangélico” Jorge Messias, enquanto AGU, defendeu:
-Aborto em estágio avançado, quando o feto já é viável fora do útero (ADPF 1141)
-Ensino obrigatório de “gênero” e “sexualidade” nas escolas (ADI 7847)
-Censura do STF no julgamento do Marco Civil (RE 1.037.396 e RE 1.057.258)
PS: desde que o STF equiparou “homofobia” e “transfobia” ao racismo, qualquer crença conservadora pode ser considerada “discurso de ódio” e sofrer censura (Nikolas Ferreira que o diga).
Resumindo: amante do establishment progressista e seu crescente controle estatal. Esperado, pois serve a Lula e ao PT há décadas.
Inesperado é que seja realmente evangélico...
Em 1979, o Papa São João Paulo II fez sua primeira viagem à Polônia, sua terra natal. Sabendo da visita papal, o governo comunista polonês proibiu missas campais em Varsóvia e em outras cidades, alegando “razões de segurança pública”.
O ponto mais tenso foi a Missa na Praça da Vitória em Varsóvia. As autoridades negaram permissão para a celebração eucarística ao ar livre, mas o Papa e a Igreja polonesa ignoraram a proibição.
Como resultado, cerca de 1 milhão de pessoas lotaram a praça e as ruas próximas. Foi uma das maiores concentrações populares da história da Polônia comunista. O regime cedeu e não ousou dispersar a multidão.
A partir desse momento, os comunistas perceberam que haviam perdido o comando do país. Esse ato de desobediência do Papa deu coragem moral às pessoas para se organizarem. Um ano depois, nasceu o Solidarność (Solidariedade), o primeiro sindicato independente de todo o bloco soviético.
Historiadores (como Timothy Garton Ash, Norman Davies e Andrzej Paczkowski) e o próprio Lech Wałęsa afirmam que a visita do Papa São João Paulo II à Polônia, em 1979, foi o ponto de partida psicológico e moral da queda do comunismo na Polônia e, por consequência, em todo o Leste Europeu.
A desobediência é o único caminho.
O movimento está lançado, empreendedores desse Brasil.
Bora usar a melhor arma que temos para combater a violência. Caçar o emprego desses trastes - fazê-los amargar a rua.
Meu dinheiro não será utilizado passado para nenhuma empresa que contrate terroristas que desejam/comemorem a morte de pessoas inocentes. E o seu? Cobrem os seus fornecedores!
Essa é a nossa cruzada, turma. Esse é o chamado! 🇧🇷
#demitaextremistas
Mentira.
Este vídeo reúne uma sucessão de falácias.
1. Não houve tentativa de nada.
2. Não houve decisão colegiada.
3. Todo o processo é ilegal.
4. As penas, portanto, são nulas.
5. Não houve chance de defesa.
6. Um único homem tiranizou a nação.
E deve pagar.
Há coisas que somente alguém olhando de fora pode mostrar para você. Novo artigo de @MaryAnastasiaOG para o @WSJ, traduzido na íntegra:
Um golpe de Estado do Supremo Tribunal Federal no Brasil
O ministro Alexandre de Moraes está censurando críticos e prendendo opositores sem qualquer controle político.
Por Mary Anastasia O’Grady
10 de agosto de 2025
A liberdade nas Américas enfrenta um grau de perigo não visto desde a Guerra Fria. O maior risco não é, como foi nas décadas de 1970 e 1980, a tomada repentina do poder pelos militares. Autocratas do século XXI estão copiando Hugo Chávez, que consolidou seu domínio ao capturar instituições democráticas enquanto era popular e, depois, prender seus opositores ou empurrá-los para o exílio.
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, moldou sua própria versão do chavismo. Em 2021, ele demitiu e substituiu todos os membros da mais alta corte constitucional do país. Devido processo legal, liberdade de expressão e liberdade de reunião deixaram de existir. Bukele agora controla o tribunal eleitoral. Em 2024, ele certificou eleições legislativas, embora tivessem sido marcadas por irregularidades e carecessem de transparência. No mês passado, um Congresso sob uma longa sombra de dúvida quanto à sua legitimidade mudou a Constituição para permitir a reeleição presidencial indefinida. Descanse em paz, democracia salvadorenha.
Ainda não é tarde para resgatar o Brasil de um retorno semelhante à ditadura. Desenvolvimentos recentes oferecem esperança de que uma tomada de poder gradual, construída ao longo de seis anos, possa ser revertida.
O problema em Brasília começou em 2019, quando o Supremo Tribunal Federal alegou ser vítima de calúnia e ameaças e invocou seu regimento interno, que lhe daria poder para abrir “inquéritos” sigilosos sobre supostos crimes contra seus membros. Primeiro lançou o “inquérito das fake news”, fazendo-se parte iniciadora, investigadora e julgadora. Isso violou direitos constitucionais dos brasileiros, que têm direito a ver seus casos criminais julgados nos juízos locais e estaduais, com denúncias oferecidas por promotores locais e estaduais.
O ministro Alexandre de Moraes, que tinha reputação de se opor ao então presidente Jair Bolsonaro, foi escolhido a dedo pelo então presidente do Supremo, José Antonio Dias Toffoli, para conduzir o inquérito, embora os processos devessem ser distribuídos por sorteio. Investigadores monitoraram as contas em redes sociais dos politicamente incorretos, criminalizaram suas opiniões e os prenderam preventivamente. Alguns juristas denunciaram que a Corte violava a imparcialidade, a liberdade de expressão e o sistema acusatório. Mas o Senado se omitiu no dever de disciplinar a Corte.
A decisão do Supremo, em março de 2021, de anular a condenação por corrupção de 2017 do ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva — já confirmada duas vezes em grau recursal — inflamou ainda mais a direita brasileira. Os “deploráveis” foram às redes sociais. A Corte tentou calá-los, mas alguns formadores de opinião populares estavam fora do país e além do alcance dos ministros. Assim, em julho de 2021, foi lançado o “inquérito das milícias digitais”, mirando empresas de tecnologia e suas plataformas. Ele as obrigou a censurar conteúdo e a desmonetizar brasileiros que sustentavam opiniões consideradas inaceitáveis pela Corte. O descumprimento significava que as empresas não poderiam mais operar no Brasil.
O ministro de Moraes também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral durante a campanha presidencial de 2022, que opôs Lula ao então incumbente, Bolsonaro. O ministro tornou o tribunal notavelmente mais político do que vinha sendo, ao monitorar ativamente a fala de partidos, candidatos e cidadãos e censurar aqueles com quem discordava.
Quando Lula foi declarado vencedor da eleição, a amarga polarização se acentuou. Alguns apoiadores de Bolsonaro recusaram-se a aceitar o resultado. Queriam a intervenção militar e, por meses, fizeram protestos pacíficos em frente a quartéis pelo país.
Lula tomou posse sem incidentes em 1º de janeiro de 2023. Mas, uma semana depois, um contingente de bolsonaristas marchou sobre prédios federais em Brasília. Algumas pessoas entraram, onde houve violência e vandalismo. A Corte chamou isso de tentativa de golpe. Mas a maioria dos envolvidos parecia ser de zé-manés de tênis vagando pelo local, sem armas. Não saiu um único soldado dos quartéis.
O ministro de Moraes abriu três novos inquéritos sigilosos. Cerca de 1.500 suspeitos foram detidos e alguns ficaram na prisão por até um ano aguardando julgamento. Alguns receberam penas severas por transgressões menores. Em um país onde a violência vinda da esquerda costuma ser recebida com compreensão, as punições pareceram, em muitos casos, desproporcionalmente duras. A Corte alegou a existência de uma conspiração e instaurou investigações para apurar a desinformação difundida por autores intelectuais e instigadores do motim de 8 de janeiro. Bolsonaro e seu círculo íntimo ainda respondem a processos por supostamente tramar um golpe.
Independentemente do que se pense de Bolsonaro, é claro que a política tomou conta da Corte. A direita no Senado brasileiro tenta angariar os votos necessários para processar por impeachment o ministro de Moraes e restaurar a imparcialidade judicial. As elites começam a se queixar de ministros embriagados de poder. Infelizmente, as tarifas de 50% do presidente Trump sobre as importações brasileiras inflaram o nacionalismo e o apoio a Lula. Mas a decisão do Departamento do Tesouro dos EUA, no mês passado, de impor sanções ao ministro de Moraes parece ter chamado a atenção dos demais membros da Corte, que sem dúvida entendem que pode haver mais pela frente se o Brasil não encontrar uma forma de restaurar o Estado de Direito.
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A separação dos poderes de um Estado é a maior garantia de liberdade já concebida pela humanidade. Nenhum poder, nem mesmo uma pessoa, pode acumular autoridade excessiva se for controlada pelos demais. Mas uma separação formal não significa nada se um dos poderes tiver meios de intimidar os demais a abrir mão de suas prerrogativas constitucionais. O que está acontecendo agora no Brasil ressalta esse ponto: um único ministro do STF usurpou poder ditatorial ao ameaçar líderes dos outros poderes, ou suas famílias, com detenção, prisão ou outras penalidades. Essa pessoa destruiu a relação histórica de proximidade entre Brasil e os Estados Unidos, ao tentar, entre outras coisas, aplicar extraterritorialmente a lei brasileira para silenciar indivíduos e empresas em solo americano. A situação é sem precedentes e anômala, justamente porque essa pessoa veste uma toga judicial. Sempre é possível negociar com líderes dos poderes Executivos ou Legislativos de um país, mas não com um juiz, que deve manter a aparência de que todas as suas ações são ditadas pela lei. Assim, nos encontramos em um beco sem saída, o usurpador se reveste do Estado de Direito, enquanto os demais poderes afirmam estar impotentes para reagir. Se alguém conhecer um precedente na história humana em que um único juiz, não eleito, tenha assumido o controle do destino de sua nação, por favor, avise. Queremos restaurar nossa amizade histórica com a grande nação do Brasil!
O povo brasileiro vem sendo espoliado, humilhado, encarcerado, violentado no bolso e na alma por um sistema de poder imoral e corrupto.
Surge agora uma chance, não de revanche, mas muito mais: de reconquista. Pois o Brasil é hoje uma nação ocupada por uma força hostil, a sua própria elite política.
Reconquistar. Reedificar o país, desta vez com o povo no comando e as instituições a servi-lo. Desta vez colocando o Brasil no mundo livre, e não no bloco das tiranias, nem numa falsa neutralidade que mal disfarça sua queda na tentação totalitária.
A reedificação é possível, mediante reformas constitucionais básicas, e aproveitando a força gerada pelo apoio determinado de Trump. Pois o apoio de Trump é muito mais do que um apoio a Bolsonaro, é o apoio a um Brasil livre como componente fundamental de um mundo livre. Os EUA de Trump são hoje o grande aliado do povo brasileiro, assim como as potências totalitárias, China e Rússia, são as grandes aliadas da elite corrupta. Que faremos dessa aliança com Trump que nos é oferecida? Vamos transformar o Brasil, ou apenas vamos respaldar mais um acordo de acomodação com o sistema?
Pois os operadores do sistema, se lhes for aberta uma brecha, assumirão o comando de qualquer “negociação” e darão um jeito de manter tudo como está, no máximo trocando uma peça ou outra.
Por isso é preciso transformar completamente a estrutura de poder, e não apenas ajustá-la.
Primeiro desmantelar o sistema.
Depois pacificar.
Governo Lula exclui o nascituro
O Governo Lula publicou o Decreto 12.574/2025, excluindo a criança em gestação da nova política da primeira infância. O decreto anterior protegia desde a gestação. Isso é mais do que omissão: é pecado contra Deus.
#IPCO#GovernoLula#defesadavida