Já tá sabendo que a estreia do meu programa na Globo será no próximo sábado, dia 24 de agosto às 14:30??? Espalha pra geral essa informação pra gente bombar na audiência, hein! #NaoEraSoMaisUmSilva
Um dos episódios mais ultrajantes da história das Olimpíadas e também da luta pelos direitos de uma minoria, porque partiu do lado daqueles que dizem ser seus defensores.
A minoria, neste caso, são as feministas.
A lutadora italiana Angela Carini, que abandonou o ringue contra a atleta da Algéria, Imane Khelif, depois de 46 segundos de luta, passou iminente risco de vida, num episódio extremo, de um roteiro que já havia sido amplamente previsto, alardeado e desenhado de antemão.
Como homossexual, falo também em nome de gays, lésbicas e pessoas que não se enquadram nas limitações de gênero impostas por uma sociedade que insiste em usar a biologia como parâmetro para limitar o comportamento e as liberdades civis.
Há muita gente na minha comunidade que pensa como eu. Uma delas é a tenista Martina Navratilova, a primeira superatleta de fama mundial a sair do armário e se declarar homossexual publicamente.
Martina pagou um preço altíssimo por optar pela verdade.
Ela vem se manifestando publicamente contra a presença de “corpos masculinos em modalidades femininas” a fim de evitar justamente essa insanidade que está acontecendo em nome de uma diversidade nonsense, tirania delirante, cujo resultado prático só acaba gerando ainda mais impopularidade contra a minoria de gênero, que é simplesmente a mais visada, agredida, marginalizada, a que sofre a maior quantidade de brutalidades e, por exemplo, assassinatos por motivo fútil em nosso país.
Veja: a diversidade é extremamente desejável.
Mas como pode haver diversidade na competição esportiva, quando a mulher sempre leva desvantagem para os homens nos quesitos força e velocidade?
No caso, aqui, dessa luta olímpica, a indignação quanto ao ocorrido tem nada a ver com discriminação de gênero.
Estamos falando de uma atleta de sexualidade biológica indefinida, dupla (hermafrodita), que tem um testículo interno e produz níveis de hormônios muito além que qualquer mulher e isso lhe conferiu um corpo com ossos e conformação muscular muito diferente de qualquer mulher após a puberdade.
Ou seja, um corpo que mantém indelével as características da constituição física desenvolvida com níveis de testosterona masculinos.
Trata-se de uma atleta que falhou em dois testes para determinar sexo, que já foi banida em competições internacionais por ter níveis de testosterona incompatíveis com aqueles exigidos para competir ao lado de mulheres e que antes da conclusão do primeiro minuto de contenda com a italiana deu-lhe um soco tão poderoso que a fazer temer pela vida e desistir da luta.
Ela deve ser respeitada na sua identidade feminina, deve ser protegida pela lei, devem lhes ser conferidos direitos iguais a todos os outros cidadãos?
É evidente quem sim.
Mas, terá ela restrições impostas por conta de sua situação fisiológica?
Sim. Porque, infelizmente, sua condição estabelece uma vantagem que a tira do pé de igualdade com outras atletas.
E essa condição não é ter pernas mais longas, ser mais ágil, ou ter punhos mais avantajados.
É ter um órgão sexual interno masculino. Repito masculino.
Quando é que a sociedade e as Cortes vão começar a levar essa questão a sério?
O que nós vamos fazer a respeito?
Continuar a fingir que o problema não existe ?
Seguir permitindo que casos excepcionais figurem em Olimpíadas em detrimento da maioria?
Criar categorias exclusivas?
Um/ uma hermafrodita pode competir com mulheres?
Ou que atletas masculinos medíocres que transicionam impeçam que mulheres que deveriam estar brilhando nas arenas do mundo construam suas carreiras?
Quem está interferindo com a carreira de quem?
Qual a minoria que tem mais gente oprimida há mais tempo?
Imane Khelif agora vai pra segunda rodada, numa boa?
Apesar de tudo e todos, eu ainda usava demais isto aqui. Que doideira este limite de visualizações de Tweets. Lá vou eu achar a conta do IG que criei para ver fotos postadas escola da minha filha. Medo de enlouquecer vendo como todo mundo tá “lindo” e “feliz” mas não jeito 🤷🏽♀️
sabe aquela pessoa que perdeu o pai, a mãe, o cachorro, um bebezinho na barriga há duas semanas, três semanas, quatro meses, um ano?
faz uma rondinha de vez em quando pra saber como ela ta
o mundo em volta esquece muito rápido quando alguém está enlutado
e assim: sustenta a conversa
não vai pra cima da pessoa com respostas fáceis ou tentativas de desvio tipo "mas foi melhor assim", "pelo menos sei lá o que"
dor é dor. não há nada que vc possa falar que resolva.
esteja. só esteja. ouça. acolha.
“My mission is to make sure that the favelas have a bigger and bigger voice.”
Find out why Brazilian activist @eurenesilva is part of TIME's newest class of Next Generation Leaders https://t.co/OuBPP4nFXA
@gilbertogil@vinijr 🙏🏾 tá muito difícil um monte de coisas Gil. As pessoas andam fugindo de qualquer coisa que signifique se responsabilizar pelas atitudes que têm. Muitas nem enxergam. Eh tristíssimo.