Let me explain wildfires and climate change for the slow learners in the back.
More heat means thirstier air.
♦ Carbon emissions trap heat globally.
♦ Hotter air acts like a sponge.
♦ It sucks moisture out of plants.
♦ It sucks moisture out of soil.
♦ Dry plants turn into perfect tinder
Fire seasons are now longer.
♦ Snow melts much earlier in spring.
♦ Autumn rains arrive much later now.
♦ The dry period lasts weeks longer.
♦ Longer dry periods mean more fires.
Bugs are making it worse.
♦ Warmer winters fail to kill pests.
♦ Pine beetles are multiplying rapidly now.
♦ Pests kill millions of forest trees.
♦ Dead trees create massive fuel piles.
Extreme weather creates spark triggers.
♦ Climate change shifts atmospheric jet streams.
♦ This causes more frequent dry lightning.
♦ It also creates much stronger winds.
♦ Winds fan tiny sparks into infernos.
Climate change is the amplifier.
♦ Campfires and arson still start fires.
♦ Human carelessness triggers the initial spark.
♦ But climate change prepares the fuel.
♦ It turns small fires into monsters.
You're welcome.
Operações do crédito rural público em áreas com alertas de desmatamento somam 831 mil operações de crédito e R$ 92,4 bilhões desde 2019.
Acompanhe para entender mais!
A FIESP lambendo as bolas do Trump e atacando o governo brasileiro por pura politicagem é uma evidência clara de como o buraco da questão industrial é bem mais embaixo.
Tem uma galera, abrangendo do cirismo à esquerda antipetista, que vive vendendo uma narrativa de que o Lula é o grande responsável pela desindustrialização no Brasil. É óbvio que é uma mistificação tosca. A desindustrialização é, acima de tudo, um problema decorrente da divisão do trabalho e da hegemonia neoliberal consolidada desde os anos 90. Não é um fenômeno específico do Brasil.
Ao longo dos seus mandatos, o Lula criou uma série de medidas de incentivo à indústria. Teve aumento exponencial dos créditos via BNDES, teve o PITCE no primeiro mandato, teve o PAC no segundo mandato, teve a Política de Desenvolvimento Produtivo, teve a Política de Conteúdo Nacional, teve apoio ao Finep, teve centenas de bilhões de reais em desonerações e subsídios.
Teve criação da CEITEC, a primeira fábrica de chips da América Latina. Teve a restauração da indústria naval. Teve restauração dos investimentos em energia nuclear. Fabricação de reator, de submarino. No governo Lula, indústria naval brasileira ressuscitou, virou a quinta maior do mundo, ultrapassou EUA.
Aí o que a FIESP e as grandes associações industriais fizeram? Aproveitaram os estímulos e oportunidades pra se reposicionar, ganhar competitividade, procurar novos mercados?
Não. Inflaram patos de borracha e chamaram o povo pra pedir um golpe de Estado nas ruas. E apoiaram a Lava Jato que nada mais foi que uma operação criada para destruir todos os avanços da indústria brasileira e sequestrar todos os mercados internacionais que nós conquistamos.
Os industriais apoiaram Bolsonaro e passaram quatro anos se f0dendo de verde e amarelo. Agora o Lula volta, cria o Nova Indústria Brasil, cria o Novo PAC. E tá aí a FIESP de novo jogando contra os próprios interesses da indústria nacional por politicagem.
É muito difícil ajudar quem não quer ser ajudado.
Niños que jugaban futbol en Mejillones, Chile, descubrieron un nido de colibrí en la red de un aro de básquetbol. El municipio cerró la cancha por 60 días para proteger la incubación de las crías.
Adriano da Nóbrega e Sicário Luiz Mourão eram contratados para estancar inimigos.. um foi estancado em uma ação policial.. o outro se estancou na prisão, sob a vigilância de policiais.
" o lula não quis negociar"
Sabe o que os EUA queriam que o Brasil fizesse para não impor as tarifas?
- taxar o Pix, colocar taxa em cada transação Pix
- romper todos os laços com a China, deixar de fazer negócios com eles. Hoje, a China é nossa maior parceiro comercial.
- taxação zero para qualquer produto americano no Brasil.
Isso não é negociação, é chantagem.
Eles queriam submissão.
A obsessão dos últimos meses da repórter Lais Martins com data centers virou uma descoberta inédita sobre o maior escândalo financeiro do país. 👀
Ela descobriu que um data center seria construído em Uberlândia (MG) em um terreno pertencente a um fundo ligado a gestoras investigadas no caso Master e com um aluguel muito fora de mercado. Seria, porque a história era tão estranha que a empresa responsável pela iniciativa, RT-One, anunciou a desistência do contrato após a publicação da nossa reportagem sobre o caso. Quando analisamos os acordos empresariais, as relações políticas e seguimos o caminho do dinheiro, vemos que tem muito mais caroço nesse angu...
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⚠️🚨 FORGET EVERY WILDFIRE YOU’VE EVER SEEN.
✈️This looks like a massive volcano eruption, but it is actually the sky over Canada right now. Pilot Scott Hatton captured this apocalyptic view from his cockpit over Thunder Bay, Ontario.
These aren't just smoke clouds—the fires have literally created their own terrifying weather systems. This is no longer a regional crisis; it is a continental disaster. Let’s break down the sheer scale of this anomaly...
#CanadaWildfires #ExtremeWeather #Pyrocumulonimbus #canada #sky #Ontario
"La izquierda son un mal único, ya sean marxistas, anarquistas o anticapitalistas, ellos son los débiles y los cobardes que luchan contra los fuertes y los buenos (capitalistas)".
El gusano fascista de Marco Rubio soltó toda la verborrea clasista que lleva en sus venas, llamando "débiles" a los trabajadores que luchan contra la secta capitalista de sus amos pederastas de Epstein, a los que llama "los buenos".
Primero fueron a por los musulmanes, luego a por los inmigrantes, ahora quieren ir a por los comunistas... ¿a que me suena todo esto? Ah si, al fascismo clásico del siglo pasado, solo que cambiaron a los judíos por los musulmanes como cabeza de turco.
Minha indignação é ainda maior por saber que esse ataque ao Brasil tem o apoio de alguns políticos brasileiros. São verdadeiros traidores da pátria. Apostam no quanto pior, melhor. Não se importam com a economia do país e os danos causados ao nosso povo.
O Cerrado está passando por uma transformação silenciosa em sua paisagem hídrica.
Segundo dados do MapBiomas Água, a superfície de rios, lagos e lagoas naturais do bioma diminuiu 38% entre 1985 e 2025, o equivalente a cerca de 348 mil hectares. No mesmo período, barragens, açudes e outros corpos hídricos artificiais cresceram 87%, acrescentando 496 mil hectares.
Mas uma barragem cheia não substitui um rio vivo.
Reservatórios são importantes para abastecimento, irrigação e geração de energia, mas não cumprem as mesmas funções ecológicas de rios, veredas, nascentes, lagoas naturais e áreas úmidas. Corpos d’água naturais regulam o fluxo hídrico, mantêm habitats, alimentam aquíferos, sustentam a biodiversidade e ajudam a equilibrar a paisagem.
O dado não significa que o Cerrado perdeu 38% de todo seu volume de água. O levantamento mede a superfície coberta por água vista por satélite, não profundidade, vazão ou qualidade. Ainda assim, o sinal é grave: a água natural está perdendo espaço enquanto cresce a dependência de estruturas artificiais para armazená-la e controlá-la.
Essa mudança pode estar ligada a uma combinação de fatores, como conversão da vegetação nativa, drenagem de áreas úmidas, supressão de veredas, expansão agrícola, captações de água e mudanças no uso do solo.
O problema vai além da conservação. Afeta agricultura, energia, seguros, crédito rural, abastecimento e segurança hídrica. Uma fazenda, uma cidade ou uma hidrelétrica dependem da bacia inteira funcionando.
O Cerrado é conhecido como berço das águas. Enfraquecer sua infraestrutura natural enquanto se constroem mais barragens pode parecer solução no curto prazo, mas aumenta a vulnerabilidade no futuro.
A conta da água chega antes do mapa ficar sem azul.
Fonte: CNN Brasil.
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