como tantas mulheres, passei muito tempo achando que autoconfiança tinha a ver com aparência ou currículo. descobri tarde que ela nasce dos pequenos compromissos que faço comigo mesma e cumpro ao longo do caminho. aos poucos, aprendi que posso contar comigo e isso muda tudo.
acho mt engraçado escrever email pros meus professores pq eu vou na linha do vocabulário dos livros de machado de assis e eles respondem na linha do vocabulário do acervo patixa do twitter
Gente, vcs precisam praticar uma boa higiene mental. Pare de interagir com coisas com as quais você discorda. Pare de consumir lixo. Pare de rolar o feed sem fim. Corte relações com pessoas que te desrespeitam. Pare de se envolver mentalmente com qualquer coisa que te prejudique.
houve uma mudança tão grande em sociedade nos últimos anos que precisamos voltar ao simples e dizer:
preconceito é ruim :(
matar mulheres é errado :(
tratar identidade como doença é errado :(
impor a sua religião e valores sobre a vida das pessoas é inadmissível :(
é um individualismo tao engraçado como assim você não se sente bem (ou simplesmente NORMAL) com o fato de seu dinheiro estar indo pra faculdade, instituto federal, dinheiro pra criança da rede pública, moradia e saúde popular...?
já repararam que, em certos meios, tem gente que te ignora como pessoa, mas te absorve como referência? não te prioriza como amizade, mas te usa na construção simbólica? fala mais do que escuta? valoriza o excesso de performance vazia e subestima as trocas profundas? bizarro.
Lembrei de quando meu psiq perguntou se, agora trabalhando há 3 anos, eu sentia alguma diferença do estresse da faculdade pro estresse do ofício e eu disse:
“Sinto. Na faculdade eu achava que ia me matar, trabalhando eu acho que vou morrer. No fim, trabalho é BEM mais de boa”
Fala Galera
Psicólogo chato aqui
Em primeiro lugar quero dizer que adoro a Bella, é minha amiga twiteira por quem nutro a maior simpatia
Mas dessa vez vou precisar discordar RESPEITOSAMENTE
Olha só:
John Gottman, Esther Perel, Janet Klosko e outras Psicólogas pesquisadoras dos relacionamentos amorosos, vão dizer que esse modo de se relacionar descrito pela Bella, é na verdade um:
ESTILO ANSIOSO/INSTÁVEL de se conviver
Esse estilo de convivência gera:
Desgaste emocional
Perda da qualidade da relação
E altos índices de abandono e separações (Gottman)
O que pode acontecer galera, é o seguinte:
Nossa mente pode não perceber nossos sintomas e desequilíbrios
Chamamos isso de EGO SINTÔNICO
A pessoa realmente acredita que é NORMAL agir e sentir com tanta ansiedade e instabilidade
Obrigando o companheiro amoroso a aceitar esse furacão emocional
A terapia (e o conselho das amigas) pode ajudar a pessoa a perceber o desajuste, e querer desenvolver formas saudáveis de convivência e relacionamento
Quando o sujeito não aceita seus sintomas, chamamos de EGO DISTÔNICO
Imagina o seguinte:
Eu começo a sentir os sintomas de uma depressão:
Irritabilidade, falta de iniciativa, isolamento social, pensamentos intrusos negativos, choro injustificado
Penso que nada disso é NORMAL, e vou buscar ajuda profissional (Ego DISTÔNICO)
Se minha namorada é um grude, tem ciúmes exagerado, surta de vez em quando, traz instabilidade emocional, insegurança, brigas constantes na relação etc
Se achar que isso é NORMAL, "é assim mesmo, é meu jeito de ser e se você me ama deve me aceitar assim..."
Estamos diante de um caso de EGO SINTÔNICO
Onde o paciente não percebe a existência de seus próprios sintomas
(É isso pode ser bem preocupante)
Abraços ❤️