“Tudo o que o Pai possui é meu” (Jo 16, 15). Seguir o Cristo Pobre e Crucificado é viver unido Àquele que possui todas as riquezas, pois tudo foi criado por Ele e voltará para Ele
“Permanecei no meu amor” (Jo 15, 9). O que é o Amor de Cristo? É amar além dos afetos, aceitar a cruz e oferecer-se humildemente em sacrifício para a salvação de todas as almas: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos" (Jo 15, 13)
Quando Jesus Ressuscitado “se sentou à mesa com os discípulos, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía. Nisso os olhos deles se abriram e eles reconheceram Jesus” (Lc 24, 30-31). Os olhos dos discípulos se abriram quando o Ressuscitado partiu o pão. Aleluia !
Cristo disse a Adão: “Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti”.
Cristo disse a Adão: “Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado debaixo da terra”
“Cristo Sepultado vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte”
A intuição mística de São João del-Rei, nesta abertura do Tríduo Pascal, merece especial atenção: a Adoração Eucarística e o Rosário são, depois da Santa Missa, as melhores armas para vencer os furiosos ataques do diabo, que só estão aumentando no perturbado mundo de hoje.