Gostando ou não do the killers, é uma mudança grande. Uma banda de rock, os caras bem vestidos, nenhum trans, cota ou “crítica social”. Só tocando a música e acabou.
Quero lembrar a extrema-direita que a lei americana não tem validade aqui no Brasil. PCC e Comando Vermelho só são organizações terroristas lá, aqui continuarão sendo classificadas como ONGs.
Viva nossa SOBERANIA!
Sendo prático
- Antes dos áudios:
Flávio é o segundo pior candidato, melhor só que o Lula
No 2T voto em qquer um contra o Lula (até no Flavio)
- Depois dos áudios:
Flávio é o segundo pior candidato, melhor só que o Lula
No 2T voto em qquer um contra o Lula (até no Flavio)
O que esquerda fez hoje:
>Começaram o dia dizendo que derrubar o veto no PL da dosimetria anularia trechos do PL antifacção
>Eles mesmos tinham votado contra o PL antifacção
>Quando Alcolumbre retirou o trecho problemático, pediram para incluir de novo
Lidamos com isso.
Senadora acusa deputado de estupro de vulnerável em rede nacional: "desculpa aí pelo transtorno"
Ministro do Supremo comete homofobia (crime imprescritível e inafiançável, de acordo com o próprio Supremo) em rede nacional: "desculpo-me pelo erro"
Humorista conta piada num palco de stand-up: 8 anos de prisão
Antigamente, esperar era rotina. Esperar o desenho começar, a carta chegar, juntar dinheiro para comprar algo desejado. O tempo não era inimigo, era condição.
Hoje, o atraso de dois dias na entrega gera ansiedade. Fomos treinados para o imediato. A tecnologia nos ensinou que desejo e satisfação devem ser quase simultâneos.
Só que a vida não funciona com botão de “atualizar”.
Quem cresceu esperando desenvolveu uma relação diferente com o desejo. Aprendeu que nem tudo acontece agora, que frustração não mata e que a antecipação faz parte da experiência.
Isso gera tolerância, que nada mais é que uma forma de força.
A Globo muda de lado, mas não se engane
A Globo, que passou os últimos sete anos sustentando, aplaudindo e JUSTIFICANDO a imposição de um verdadeiro regime de exceção — através da censura, da perseguição política, da criminalização da direita e da blindagem de um establishment PODRE —, resolveu agora mudar de posição.
Está expondo a lama que envolve o cerne do poder no Brasil.
A pergunta que todos fazem: por que a mudança de postura?
Ainda não está completamente claro, mas a lógica é cristalina: cumprida a tarefa de blindagem do sistema, utilizando TODA a truculência possível, Moraes deixou de ser um ativo. Virou um passivo.
Ou seja: o cão de guarda mordeu demais, e agora incomoda o próprio dono.
Um regime se mantém de pé por dois caminhos: legitimidade ou medo.
Conseguiram usar a ladainha da "defesa da democracia" como esteio de legitimidade por um tempo. Até porque a Corte resolveu descondenar e alçar Lula à presidência, angariando o suporte entusiasmado de toda a esquerda e seus aparelhos — a Academia, a "imprensa", os artistas e outros setores influentes da sociedade.
É por isso que 95% da esquerda apoia o Supremo, e 95% da direita o repudia.
Isso te parece uma Justiça imparcial?
Esse arranjo é insustentável. As sanções internacionais mostraram o risco que o establishment passou a correr. Internamente, o nível de indignação só aumenta, a cada arbitrariedade.
Tudo isso poderia, em tese, ser resolvido com a escalada da repressão. Moraes poderia muito bem colocar os jornalistas da Globo no "inquérito" das Fake News e mandar fechar a emissora — como fez com o Terça Livre, sob aplausos da própria Globo e do resto da militância de redação.
Mas não há condições objetivas, como diriam os comunistas, para esse nível de repressão no Brasil. Não agora. Não com o mundo inteiro olhando.
Logo, é preciso outro caminho.
E esse caminho passa pela velha fórmula: entregar os anéis para preservar os dedos.
Por enquanto, os anéis a serem entregues são Toffoli e Moraes.
Tudo isso foi precipitado pela implosão do Banco Master, que aparentemente assumiu o papel que já foi das empreiteiras: principal fonte de recursos para o establishment.
Quando a torneira secou, e a lama explodiu, a engrenagem começou a ranger. O arranjo de poder que manteve o sistema em pé começou a rachar.
A Globo, como um dos pilares desse establishment, faz agora o que sempre fez: trabalha para rearranjar a dinâmica de poder. Moraes, antigo esteio do sistema, passa a ser o alvo que precisa ser removido.
Não por amor à Justiça. Por autopreservação.
Resta saber se Moraes aceitará esse novo arranjo.
Talvez aceite uma embaixada em Roma, onde poderá usufruir da riqueza que a família construiu com "serviços jurídicos". Ou talvez enfrente essa guerra para manter o seu poder — e aí, o nível de instabilidade política pode se tornar incontrolável.
Essa decisão definirá o grau de caos que o Brasil enfrentará nos próximos meses.
Mas, qualquer que seja o caso, uma coisa é evidente: a mínima pacificação do país SÓ será alcançada com a ANULAÇÃO das condenações POLÍTICAS dos últimos anos e com o fim do estado de exceção — representado pelo Ato Institucional que o Supremo baixou, disfarçado de "Inquérito das Fake News".
Não há como virar essa página sem antes corrigir a INJUSTIÇA.
Enquanto escrevo estas linhas, penso no que está enfrentando Filipe Martins neste momento.
Preso político. Condenado a 21 anos num show trial, bem ao estilo soviético. Enfrentando risco de vida num presídio cujos próprios diretores admitiram não ter condições de garantir a sua integridade física.
Por conta disso, a Polícia Penal o transferiu para um Complexo Médico Penal, por segurança. Quando Moraes descobriu, ordenou que Martins VOLTASSE ao presídio.
Ele está agora numa cela de menos de 2x2 metros. Com uma cama de concreto de 1,35 metro.
Deixa eu ver se entendi: um preso político, sem histórico de violência, é forçado a voltar para um presídio onde sua vida corre risco — por ordem do mesmo ministro que troca mensagens criptografadas com um banqueiro trambiqueiro que opera uma milícia privada?
Isso não é Justiça. É vingança institucionalizada.
Há CENTENAS de perseguidos políticos no Brasil, com as suas vidas destruídas por terem promovido oposição ao establishment. Isso precisa acabar.
A imprensa, que ajudou a criar esse verdadeiro inferno, deveria, em primeiro lugar, pedir desculpas ao país. E exigir o fim do estado de exceção.
Porque o estado de exceção é MUITO mais grave do que a lama de corrupção que agora está sendo exposta.
Discordo veementemente de que a mídia tradicional agora "acordou" para abusos cometidos contra a liberdade de expressão e da própria imprensa. Ela sempre soube exatamente o que vinha acontecendo desde 2019, quando a ordem jurídica brasileira foi implodida por procedimentos "heterodoxos", para dizer o mínimo. Não só sabia, como foi expressamente alertada diversas vezes.
A questão é que, até então, todos os abusos eram convenientes, pois atacavam o lado oposto ao dela (sim, essa mídia tem lado), e, entre apontá-los ou silenciar para ver o adversário ideológico ser implacavelmente perseguido, ela optou pela segunda alternativa.
O que acontece agora não é nenhum "despertar", mas mera mudança de conveniência. O "chicote" está na mesma mão, mas agora se voltou contra quem antes aplaudia seu uso, gerando a necessidade de que se defendam. É só isso.
Se houvesse honestidade nas críticas agora feitas aos atos sem respaldo legal, essa mídia estaria também questionando as incontáveis sanções que com eles se impôs ao longo dos últimos quase sete anos. Mas isso ela não faz, pois a questão não é "o que" é feito, mas apenas "contra quem".
Expectativa: cassação da chapa e inelegibilidade
Realidade: Censura e multa para todos que afirmarem que Lula fez campanha eleitoral antecipada
20 anos de aparelhamento é BRUTAL.
Não tem saída