As vezes eu me pego dada a socialização, quase sempre não. Mas são nesses episódios esporádicos em que me questiono se deveria de fato manter uma postura distante ou se não mata fazer uma amizade. Dessa forma levanto o questionamento e fico complexada e reclusa refletindo sobre.
Se eu sempre achei o oceano aterrorizante, melancólico e bonito, acabo de receber em minhas mãos uma transcrição fidedigna do meu pensamento. Colei no mural, sem intuito definido a não ser ler e reler isso até que eu recite decorado. Para que esse autor jamais seja esquecido.
Passei a tarde deitada no chão do escritório refletindo sobre um trecho que li nos comentários de uma playlist que eu sequer lembro o nome. Alguém deu o contexto musical e o autor escreveu três parágrafos que me destruíram. [...]