[...] à objetificação e desumanização dos corpos negros no discurso da personagem – e como esse tratamento dá vazão ao desejo inconsciente da plateia de poder sobre o corpo do outro, ao mesmo tempo que reativa a dor do sujeito violentado. Leia na íntegra: https://t.co/cBEm9K3lZi
CRÍTICA | Vinte anos depois de sua premiada apresentação do monólogo A Casa dos Budas Ditosos em 2004, Fernanda Torres voltou a interpretar a personagem, uma mulher de 68 anos que relata suas experiências sexuais.
[Foto: Luciana Prezia / Divulgação]
O psicanalista Renaud Tilly, em sua crítica sobre o espetáculo, relata um incômodo: passagens sobre a infância da personagem contém fortes relatos sobre racismo que suscitaram nos espectadores mais riso do que desconforto. Tilly questiona o tratamento que o espetáculo dá [...]
MUNDO CODIFICADO | Ontem, na capa da @folha, lia-se a manchete: “homens ganham até 3,9 vezes mais que mulheres”. A diferença salarial com base em gênero segue sendo uma realidade – e o mercado das artes não está isento dela.
📷 One Blood Dollar (1976), de Art Worker's Coalition
Na seção Mundo Codificado da celeste #1, por Eloisa Almeida, os infográficos mostram a composição do setor, a dinâmica das relações de trabalho e como desigualdades, em especial de gênero e de raça, podem agravar a exploração e precarização para os trabalhadores da cultura.
escrevi um pequeno texto à convite da @revistaselect, chamado "viver sem presente". nele, falo um pouco de teoria-ficção, as limitações da noção de realismo capitalista e umas coisinhas mais.
a edição tá linda e com grande elenco.
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https://t.co/NYeEuglTF1
@revistaselect@_puppet Tem também essa playlist que acompanha o texto, com quase 4 horas de soul de protesto com faixas de outros artistas (que precederam ou sucederam "What's Going On"), todas as músicas do álbum e versões delas gravadas por outros intérpretes! Salve!
https://t.co/WeJEUE1011
Em 2021, escrevi sobre os 50 anos de sua obra-prima ("What's Going On", 1971) para a @revistaselect ! O texto conta com depoimentos de dois artistas brasileiros diretamente influenciados por Gaye (Carlos Dafé e Hyldon) e com o jornalista ( @_puppet )!
https://t.co/QjNAcDlZZO
Não seria necessária a presença do presidente na mesa da coletiva de imprensa para conhecer a posição da instituição. Todas as respostas evitadas são cartas marcadas na configuração dos pavilhões nacionais do Giardini da Biennale este ano. [3/3]
GEOPOLÍTICAS DA BIENAL | A Biennale é um instrumento de paz, argumentou Roberto Cicutto, presidente da Biennale di Venezia na introdução da conferência de imprensa na abertura da 60a edição da mostra. “Sabemos como funciona o ódio”. [1/3]
#BiennaleArte2024#labiennaledivenezia
“Em momentos de guerra, não podemos deixar faltar ninguém. Aqui se abre, não se boicota ninguém”. Porém, ele não estava mais na sala do Teatro Piccolo Arsenale quando jornalistas indagaram sobre a posição da instituição sobre os pavilhões dos países em guerra hoje. [2/3]
Na foto feita hoje, da esquerda para a direita, estão: Cleiber Bane, Pedro Mana, Acelino Tuin, Ibã Huni Kuin, Kassia Borges e Itamar Rios (arquiteto e colaborador do MAHKU) [Foto: Carmo Marchetti] [6/6]
BIENAL DE VENEZA TERRA INDÍGENA | O prazer de escutar sonoridades estrangeiras, sem ter ideia de que idioma se trata e perder tempo especulando as possibilidades de suas origens. [1/6]
Mas, para todos os efeitos, os territórios políticos incontornáveis desta edição são o Pavilhão Hãhãwpuá e o mural do mito do jacaré, na fachada do Pavilhão Central do Giardini, pintado pelos integrantes do Movimento de Artistas Huni Kuin (MAHKU). [5/6]
"Diante desse horizonte que se encurta, as obras dos anos 1960 em seguida refletem o inacabamento de nós mesmos. Lygia radical é a que vai querer nos fazer reconhecer-nos bichos em nós mesmos” Leia a íntegra em https://t.co/lxsJ9Dg1gr