Apesar de não devermos explicação alguma, talvez seja útil lembrar que Taylor Swift não surgiu ontem na indústria. Há anos, ela e sua equipe seguem exatamente o mesmo padrão de lançamento para versões alternativas de suas músicas.
Desde sempre, essas versões costumam ser disponibilizadas para compra em plataformas como iTunes e Amazon Music, chegando aos serviços de streaming na primeira sexta-feira subsequente. É um método tão recorrente que chega a ser curioso vê-lo tratado como uma grande novidade a cada novo lançamento.
Essa narrativa criada parece mais uma tentativa de encontrar justificativas antecipadas para determinados resultados, e todo esse desespero revela algo simples: qualquer movimento da maior artista viva é capaz de ofuscar seus artistas favoritos com facilidade. Caso contrário, por quê o medo?
Enquanto os cachorros latiam de madrugada, Taylor Swift se tornava a mulher mais jovem da história a ser introduzida no Songwriters Hall of Fame. E, considerando a dimensão dessa conquista, é difícil imaginar que ela esteja minimamente preocupada com as narrativas paralelas criadas para justificar possíveis fracassos nas redes sociais.
De qualquer forma, é reconfortante saber que, mesmo depois de quase duas décadas de carreira, ela segue sendo o parâmetro pelo qual tanta gente mede o sucesso de seus artistas favoritos.
Não são nem 17h e Nikolas Ferreira, pago com o dinheiro do povo, já está num vôo com influencers como o “Luva de Pedreiro” pra ir ver a copa nos EUA.
Enquanto isso, 15 milhões de brasileiros que vivem a escala 6x1 ainda vão trabalhar amanhã ou no domingo pra sustentar o sistema que sustenta Nikolas.
sob a mesma lógica: “quem melhor para medicar o seu filho do que o pai e a mãe? você pega seu filho e coloca na mão de um desconhecido (médico)?” 😍
jumento ancestral
Muito doido pensar que o erro mais criticado do governo Lula foi a taxa das brusinhas, enquanto o erro do Bolsonaro foi +700 mil mortes por covid e ainda tem quem tente fazer equivalência entre os dois