Por Bóris Casoy:
"Isso é uma vergonha. Cada vez me vem mais à mente que é preciso passar o Brasil a limpo.
Eu acho que o Brasil não tem sorte, viu? Nós podíamos ter dois candidatos de outro nível, né? Você imagina, no clã Bolsonaro, uma briga dessas envolvendo a cupinchada amiga com palavrões, insinuações em cima da Michele.
A Michele, madrasta, briga e tal. A briga da Michele com o Flávio, que aqui parecia uma briga familiar ou de disputa de cargos, é mais ampla. Ela vai a profundidades ideológicas.
Tem uma história de uma divergência gravíssima do ECA digital. Eles divergem no ECA digital. 💥 O Paulo Figueiredo, que é um cupincha do Flávio, partiu para cima da Michele e disse que, como feminista, ela é marxista, algumas coisas desse tipo.
💥 Gente, esse pessoal quer governar o Brasil. Esse pessoal quer governar o Brasil. Não consegue nem governar a sua própria casa.
⏭️ Querem governar o Brasil. E não é só o Flávio Bolsonaro. O Lula está agindo de maneira absolutamente irresponsável na questão fiscal brasileira.
Está gastando o que pode, o que não pode, o que deve e o que não deve para se reeleger. E quem vai pagar essa conta é você, sou eu, a partir de 2027. Porque o país, se não fizer, se não fizer uma limpeza fiscal, se não fizer uma renovação fiscal, que inclui uma contenção violenta da economia, o país fica ingovernável.
💣 Vamos pagar essa conta. E temos dois candidatos, um que gasta de maneira irresponsável para se reeleger a qualquer custo e outro que não tem domínio sobre a própria casa, sobre o próprio lar, sobre o próprio partido, sobre os próprios co-religionários. Cadê as ideias? O Brasil precisa de ideias, precisa de ousadia, precisa de gente que pense e execute, não gente que fique prometendo.
Está aí o PT há um século no poder. O que o PT fez? O que o país avançou? O que o país avançou no governo Bolsonaro? Diminuiu a pobreza? Conversa, está tudo no papel, sai na rua para ver. E a segurança pública resolveu alguma coisa? E a saúde resolveu alguma coisa? Tem muita propaganda.
O Lula dobrou a propaganda em relação ao Bolsonaro, que já gastava muito. Desculpe gente, desculpe o desabafo. Isso é uma vergonha.
O país, o Brasil, precisava de algo melhor, de algo melhor. Algo que fosse buscar soluções da universidade, que fosse buscar soluções trazendo quem sabe quem faz para o governo. Não essa politicalha pequenininha, briguinhas e essa corrupção gigantesca que está dominando o país sem nenhuma reação".
⚠️ O GRUPELHO vai chamar o Bóris de traidor também? 🤨
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
Eduardo X Flávio Bolsonaro:
“Isso então é que seria coisa de homem? Pelo amor de Deus, né…”
Assista à versão em vídeo da minha postagem que viralizou em texto.
(Meu canal: https://t.co/4DspJ6YENb)
“Magistrados desta Suprema Corte não julgam nunca nenhum caso em que têm ligação.”
Só não julgam, por ora, casos em que esposas assinam como advogadas. Mas julgam até clientes que as contratam alegadamente para outros casos.
Toffoli suspendeu R$ 10,3 bilhões de multa da J&F, que tinha sua então esposa no quadro de advogados da empresa.
Literalidade, portanto, não encerra a discussão. Como acreditar que um magistrado é isento quando ele decide a favor de empresários que aumentam sua renda familiar, remunerando sua esposa?
Moraes, quando não foge dos pontos de debate, afeta indignação com a simples hipótese de que qualquer ministro do STF possa agir neste sentido de caso pensado.
É como se, por ter se tornado ministro do STF, o sujeito virasse um Deus, de modo que o uso do cargo para enriquecimento da família, ou do escritório de cônjuges e parentes para faturar em cima da expectativa de influência no tribunal, fosse uma impossibilidade lógica. Não é.
São questões, suspeitas e desconfianças absolutamente legítimas da imprensa e da sociedade, e que só existem porque a ética vem sendo tão ignorada quanto insultada vem sendo a inteligência alheia.
“Ministro de Suprema Corte não é super-herói. Se crimes foram praticados, é indispensável a responsabilização. O Brasil só vai ser uma República de verdade quando todos forem iguais perante a lei.”
Alessandro Vieira, pró-apuração de elos de Moraes e Toffoli com grupo do Master.
“Toffoli é um exemplo” entre “magistrados firmes”, pois “não teme reações adversas”, disse o então ministro Lewandowski em evento patrocinado por Master e JBS em outubro de 2024 em Roma, com Daniel Vorcaro, Ciro Nogueira e PGR Paulo Gonet.
Dois meses depois, Vorcaro se reuniu com Lula, por intermédio do ex-ministro Guido Mantega, que faturava R$ 1 milhão por mês do Master, enquanto o escritório da família Lewandowski recebia R$ 250 mil mensais do banco de Vorcaro, o que renderia mais de R$ 6 milhões até setembro de 2025.
Toffoli lamentou a quantidade exorbitante de 14 mil processos julgados por ano no STF, criticando a “judicialização excessiva”. Mas ele próprio somaria mais um, mantendo o caso Master no Supremo, sob sua relatoria. A administração do resort Tayayá, ligado à sua família, já teve participação do cunhado do dono do Master e hoje está a cargo de um advogado da JBS - as mesmas empresas patrocinadoras daquele evento.
A “firmeza” contra “reações adversas”, obviamente, só é admirável quando essas reações afrontam a verdade, violam a moralidade e demandam indiferença às regras do jogo.
Do contrário, não se tem “firmeza”, mas apenas o descaramento das condutas impróprias, das decisões convenientes e da blindagem do sistema. Essa postura, sim, é admirada e desejada por muita gente poderosa que tem rabo-preso e esqueleto no armário.
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“O recurso foi conquistado em Brasília com o apoio da família Toffoli”.
Assim disse o vice-prefeito de Marília, em 15/7/25, sobre avenida Luiz Toffoli, tributo ao pai do ministro do STF.
Investimento: R$ 3,8 milhões.
É normal família de ministro ajudar a obter recurso federal?
José Luiz Dias Toffoli, um dos irmãos do ministro do STF Dias Toffoli, postou em 9/2/2025 foto em que aparece, em uma piscina, usando um boné escrito Tayayá, nome do resort então administrado por outros irmãos, José Eugênio e José Carlos, e um primo, Mario Umberto Degani, do relator do caso do Banco Master no Supremo.
Doze dias depois, em 21/2/2025, Eugênio e Carlos venderam à PHD Holding a participação de ambos no Tayayá, hoje formalmente comandado por Paulo Humberto Barbosa, advogado da JBS, dos irmãos Batista, blindados por Toffoli no STF, em 2023, contra multa de R$ 10,3 bilhões.
Antes da venda, Eugênio, Carlos e Degani foram sócios de um fundo controlado por Fabiano Zettel, cunhado do dono do Master, Daniel Vorcaro. Zettel e Vorcaro são alvos da atual investigação sobre um esquema de fraudes financeiras do banco.
Bancário aposentado, com carreira na Caixa, o ex-vereador José Luiz Dias Toffoli, que obteve 940 votos em 1996 e exerceu mandato entre 1997 e 2000, foi novamente candidato do PT à Câmara Municipal de Marília-SP em 2024, mas perdeu pela terceira vez, recebendo apenas 257 votos. Ele já havia perdido em 2008 (apesar dos 1.982 de votos) e em 2000 (com 642 votos).
Zé Luiz é filiado ao PT desde 8 de março de 1990. Toffoli foi indicado ao STF por Lula, também do PT, em 2009: https://t.co/kMHlDruQVT.
Entre as disputas municipais de 2008 e de 2024, os bens de Zé Luiz aumentaram 456,12%, passando de R$ 90.807,77 para R$ 505.000,00. Ele é conhecido como “Canhão”, mas por outro motivo: a força dos chutes em jogos de várzea e de futebol society.
Da última vez que uma foto de Zé Luiz circulou nas redes, em setembro de 2018, ele aparecia ostentando uma garrafa do estrelado Château Petrus, um dos vinhos mais caros do mundo. Embora a imagem tenha sido associada à festa da posse de Toffoli como presidente do STF, ocorrida no dia 13 daquele mês, Zé Luiz declarou que a foto era de 8 de dezembro de 2013.
Dessa vez, a foto em que aparece com boné escrito Tayayá - à frente de uma companheira também sorridente na piscina, com um drink na mão - vem acompanhada da data de publicação em sua própria rede social.
O perfil de Zé Luiz traz outras fotos ligadas à família, inclusive a da lápide dos pais, Luiz Toffoli e Sebastiana Seixas Dias Toffoli - tendo sido esta a última atualização, em 31/10/2025.
Vorcaro foi preso pela Polícia Federal semanas depois, em 17/11.
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A inteligência dos brasileiros é insultada diariamente por autoridades que, seja pelo silêncio onipotente, seja por alegações dissimuladas, fazem-se de sonsas sobre fortunas pagas a suas famílias por empresários interessados em suas decisões e omissões. A ganância venceu o pudor.
Toffoli 2009:
“Poder Judiciário não age de ofício.”
“Ativismo judicial é aquilo que o Judiciário faz quando não é provocado.”
“Não cabe ao Poder Judiciário dizer a lei.”
“A grande função de uma Suprema Corte é garantir a segurança jurídica.”
Assista: https://t.co/zfzm6szSlI.
A sabatina de Toffoli e a blindagem Master: https://t.co/zfzm6szSlI.
Assista ao vídeo no meu canal.
Foram dias de trabalho para resgatar e analisar esse material, comparando com tudo que está acontecendo agora.
O Brasil de 2026 segue parado em 2019.
Relembro o que eu falava na antiga rádio, enquanto Bolsonaro abraçava Toffoli, e Flávio sabotava a Lava Toga.
(Saiba mais no meu canal: https://t.co/zfzm6szSlI.)
Governo Lula “lamenta mortes no Irã” sem criticar regime aliado e diz:
“Cabe apenas aos iranianos decidir, de maneira soberana, sobre o futuro de seu país.”
Frase perversa, já que cidadãos nada decidem quando tiranos os matam.
“Preocupação” lulista é com intervenção dos EUA.
Querem fazer com o escândalo Master o mesmo que fizeram com a Lava Jato.
Mas agora está um pouco mais difícil.
Relembro vídeo de 2023, acrescentando trechos de Emilio Odebrecht e Lula.
Assista.
E se Maduro contar tudo que sabe sobre Lula às autoridades americanas?
Relembro trechos do meu documentário “Por que Lula apoia Maduro”.
Também detalhei o caso no artigo “Delação de Mônica Moura explica elo de Lula e Maduro”.
Participação especial: Emílio Odebrecht.
Assista.