Sobre as calúnias da Conib e da Fisesp — Nota ao Jornal da Record
As declarações da Conib e da Fisesp são mais uma de muitas calúnias contra os críticos do genocídio cometido por “Israel”. Não se trata de preconceito algum dizer que os sionistas defensores de “Israel” usam o holocausto de 80 anos atrás para esconder os seus crimes, igualmente macabros, ocorrendo hoje.
É isso que fazem neste exato momento, ao dizer que vão à polícia por conta de nossa fala. Querem fazer com que criticar os assassinos das crianças de Gaza vire crime e, sim, repetimos, usam as vítimas do Holocausto para isso. Mundo afora a comunidade judaica criou o movimento “Não em Nosso Nome” para combater esse tipo de falsificação grotesca.
Neste momento, “Israel” mantém preso e sob tortura um ativista brasileiro, Thiago Ávila. Em vez de pedir a liberdade de nosso compatriota, a Conib e a Fisesp tentam prender os que criticam estas atrocidades.
É preciso acabar com a caça às bruxas que os sionistas criaram no Brasil e fazer valer a liberdade de expressão, liberdade de criticar genocidas, estupradores e assassinos de mulheres e crianças.
Contra a guerra!
Contra a agressão imperialista ao Irã!
Pela liberdade dos povos em todo o mundo!
Dia 28, às 10h, o PCO realizará atos em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília em defesa do Irã e contra a guerra de agressão que o imperialismo quer iniciar contra o país persa.
Confira os locais e horários:
- São Paulo: Casa de Portugal, Av. da Liberdade, 602 - 10h
- Brasília: Armazém do Campo, SCS, Edifício Denasa, Térreo - 10h
- Rio de Janeiro: Sindsprev/RJ, R Joaquim Silva, 98, Lapa - 10h
Todos com Maduro! Liberdade para o presidente legítimo da Venezuela, Nicolás Maduro!
Na manhã desta sábado (3), a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou que o governo desconhecia o paradeiro do presidente Nicolás Maduro. Diante da afirmação do presidente norte-americano Donald Trump de que o mandatário havia sido “capturado”, Rodriguez exigiu “prova de vida” por parte do governo dos Estados Unidos.
Na madrugada deste sábado (3), as Forças Armadas dos Estados Unidos bombardearam áreas civis e militares da Venezuela em Caracas e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira. A sequência de ataques ocorreu por volta das 2h (horário local), quando moradores da capital relataram explosões e ruídos de aeronaves em baixa altitude.
Segundo a vice-presidente, Maduro já havia alertado previamente o povo sobre uma possível agressão desta natureza, que afetaria civis em diversos pontos do país. Diante da situação, foi ativada a defesa da nação conforme as instruções do mandatário.
Na madrugada deste sábado (3), as Forças Armadas dos Estados Unidos bombardearam áreas civis e militares da Venezuela em Caracas e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira. A sequência de ataques ocorreu por volta das 2h (horário local), quando moradores da capital relataram explosões e ruídos de aeronaves em baixa altitude.
O governo venezuelano publicou um comunicado oficial denunciando a “gravíssima agressão militar” e classificando o ataque como violação da Carta das Nações Unidas, destacando os artigos 1 e 2, que tratam de soberania, igualdade entre Estados e proibição do uso da força. Na nota, Caracas aponta como objetivo do bombardeio a tentativa de apropriação dos “recursos estratégicos” do país, “em particular seu petróleo e minerais”, e afirma que a ofensiva buscou quebrar pela força a independência política venezuelana.
Além do bombardeio em Caracas, foram relatadas interrupções de energia em setores da capital. Autoridades venezuelanas também mencionaram ataques a estruturas estratégicas na cidade. Em resposta imediata, o presidente Nicolás Maduro decretou estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, determinou a ativação dos planos de defesa nacional, ordenou o desdobramento do Comando para a Defesa Integral da Nação e anunciou a passagem imediata à defesa armada.
A escalada se deu no contexto de ofensiva militar norte-americana no Caribe, com ampliação do dispositivo naval e aéreo na região e anúncio de bloqueio naval contra a Venezuela, feito pelo governo Trump em 16 de dezembro. A agressão em curso incluiu destróieres, submarino nuclear, o porta-aviões USS Gerald R. Ford e mais de 4.000 militares. Também houve medidas de restrição ao tráfego aéreo: autoridades norte-americanas proibiram companhias comerciais de operar no espaço aéreo venezuelano sob alegação de “atividade militar em andamento”, e a embaixada dos EUA em Caracas emitiu alerta máximo desaconselhando viagens ao país.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, declarou que “estão bombardeando Caracas” e pediu reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. O governo venezuelano levou denúncias ao Conselho de Segurança, ao secretário-geral das Nações Unidas, à CELAC e ao Movimento dos Países Não Alinhados, exigindo condenação e responsabilização de Washington.
Liberdade para Magno Souza e fim da perseguição contra os índios
Justiça prende mais uma vez Magno Souza e outras lideranças da luta pela terra numa clara perseguição política
https://t.co/zZcqyToxU8
Está nas ruas, aldeias e retomadas o Boletim Terra Vermelha sobre o I Encontro de Luta das Retomadas e por Demarcação e suas pautas discutidas.
TV - Ano I - Número 20 - dezembro de 2025
Contatos fones/zap: (61) 9438-7546 (67)9611-305467 99219-0365 9643-1604
O companheiro @Ruicpimenta29 recebeu uma mensagem de condolências do Dr. Bassem Naim, do Birô Político do Hamas, em razão do falecimento da companheira Natália Pimenta.
Dr. Naim perdeu recentemente um filho em Gaza, assassinado pelas gangues criadas pelo sionismo. Agradecemos imensamente a solidariedade.
“Excelentíssimo Sr. Rui Pimenta,
Presidente do Partido da Causa Operaria,
É com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento de sua filha, Natália Pimenta, cuja coragem, integridade e compromisso inabalável, a tornaram uma defensora excepcional da causa palestina e dos direitos do nosso povo.
Através de sua liderança no Partido da Causa Operaria e de seu papel no Instituto Brasil-Palestina (IBRASPAL), ela fez contribuições sinceras e significativas que fortaleceram a solidariedade internacional com a Palestina.
Natália enfrentou sua doença com notável força e dignidade, e permaneceu firme em seus princípios, apesar das ameaças dirigidas à sua família por causa de suas corajosas posições em relação à causa palestina.
Estendemos a você, a seu marido e filhos nossos mais profundos pêsames e sinceras condolências.
Que sua memória seja uma bênção e uma fonte de força, e que vocês encontrem conforto e paz durante este momento difícil.
Aceite, carinhosamente, as minhas sinceras condolências.
Dr. Basem Naim
Membro do Birô Político do Hamas
Ex-ministro da Saúde – Palestina
Domingo, 23 de novembro de 2025”
Convidamos todos a participar do Ato In Memoriam de Natália Braga Costa Pimenta, no próximo domingo, às 11h, na Casa de Portugal.
A atividade visa relembrar sua trajetória e reafirmar a grandiosidade de seu legado construído ao longo de uma vida dedicada com convicção à luta pelos trabalhadores, à organização e à defesa intransigente dos mais explorados.
Data: 30 de novembro, 11h
Local: Casa de Portugal – Av. da Liberdade, 602 - SP
Contato: (11) 99741-0436
Convidamos a todos para participar do ato in memoriam de Natália Braga Costa Pimenta.
A atividade será dedicada a relembrar sua trajetória e a reafirmar a grandiosidade de seu legado construído ao longo de uma vida dedicada com convicção à luta pelos trabalhadores, à organização e à defesa intransigente dos mais explorados.
30 de novembro, às 11h
Casa de Portugal – Av. da Liberdade, 602 – Liberdade, São Paulo – SP
Para mais informações, contate: (11) 99741-0436
O tempo infelizmente não espera. No dia de ontem fomos surpreendidos com a notícia do falecimento do companheiro Adonai Ribeiro de Freitas, músico da Orquestra de Santos, filiado do PCO e irmão da querida militante Adonize.
Nossos sentimentos a todos os familiares e amigos.
Natália Pimenta, dirigente do Partido da Causa Operária (PCO) e vice-presidente do Instituto Brasil-Palestina (Ibraspal) foi assassinada. Rui Pimenta, presidente nacional do PCO, explica durante Análise da 3ª:
Primeiramente, nós temos que destacar que nosso partido perdeu uma pessoa importante. Não só do ponto de vista imediato, mas da história do partido. A Natália era uma das militantes mais antigas do PCO, com mais de 25 anos de militância.
Começou a militar muito jovem, 13 anos de idade, portanto militou por 27 anos e ela era dirigente do Partido não por acaso: ela teve um papel muito relevante na história do PCO. Não vou narrar todas as realizações dela, vamos narrar no momento oportuno. Gostaria de destacar uma das várias realizações dela, que foi quando ela era ainda adolescente: ela reuniu em torno da pessoa dela um grupo de jovens e esses jovens criaram o Diário Causa Operária, o jornal do Partido na Internet, que começou de maneira muito modesta, publicando um número de matérias. E num determinado momento discutimos com esses jovens que precisamos publicar uma matéria por dia.
Naquela época, não existiam esses blogues todos, era um investimento pioneiro esse. Eles encamparam a tarefa que hoje parece absurdamente insignificante, mas todo mundo sabe que o começo é sempre mais difícil: publicar uma matéria por dia. Quando por volta de 1999 houve a insurreição boliviana, o jornal passou a publicar várias matérias por dia. Esses jovens, sob a direção dela, fizeram uma grande cobertura e assim nasceu o Diário Causa Operária. Na época não tinha esse nome, era o Causa Operária Online. Depois passou para DCO.
O DCO é o único jornal da esquerda diário. Seja na Internet, seja como for. Nós temos uma quantidade verdadeiramente gigantesca. Estamos na edição 8.029 deste diário e essa foi uma realização dela quando era muito jovem. Essa é apenas uma das coisas, não vou me estender aqui. Um partido como o nosso, pequeno, com muita dificuldade, essas realizações são fundamentais. No futuro, ninguém lembra. Mesmo no PT, que hoje é um partido grande...
Não vou falar aqui nada em caráter pessoal. Vou escrever alguma coisa falando dela, mas vou falar da parte política dela. A parte política é a seguinte: nós temos que dizer, com todas as letras, que a morte de Natália não foi um problema meramente biológico. A morte dela tem um grande componente, que é um componente político. E neste sentido, podemos falar sem nenhum exagero, que não foi uma morte, foi um verdadeiro assassinato.
Ela estava doente e nós, família e companheiros de partido, fizemos uma pesquisa e descobrimos que, para tratar a leucemia dela, havia um medicamento que poderia, no mínimo, prolongar a vida dela por um período, que é esse medicamento Revumenib.
Nós conversamos com os médicos do hospital em que ela estava e o médico receitou, fez o pedido desse remédio. Isso aconteceu há aproximadamente dois meses. Até agora, nós não conseguimos a aprovação para que o remédio chegasse aqui.
Quando uma pessoa precisa urgentemente de uma coisa, como aconteceu na pandemia, você precisa de um aparelho de ar, e você está numa situação limite, se as pessoas demorarem para entregar o aparelho, isso aí é um homicídio. Não tem como disfarçar, como diminuir o impacto do que está acontecendo. Ela precisava do remédio, e precisava com urgência. Isso é um fragmento da história sinistra e macabra toda.
Entramos na Justiça. A juíza Anita Vilani negou a liminar. Esse tipo de coisa deveria ser automático. Se alguém precisa do remédio, então que o Estado dê o remédio. O remédio era um vidrinho de comprimidos.
Ela pediu um monte de documentos, negou o processo, negou uma segunda vez, alegou problemas de dinheiro. Que vamos fazer? Economizar dinheiro para o Estado? No Judiciário, eles têm umas palavras que todo mundo deveria desconfiar dessas palavras, como o interesse da coletividade. O tal interesse é o dos bancos estrangeiros, que nem fazem parte do coletivo brasileiro.
A juíza se revelou uma defensora da coletividade dos banqueiros contra a coletividade de milhões de brasileiros.
Nós conseguimos, na segunda instância, derrubar a decisão e a segunda instância autorizou o remédio. Aí entramos no segundo inferno, que é a burocracia estatal. Não vou entrar em detalhe, mas o remédio nunca chegou. Isso não é uma morte comum, seria mais normal se você fosse atropelado, mais aceitável. Embora fosse algo evitável.
Foi uma morte praticamente premeditada. A engrenagem do Estado brasileiro é muito criminosa. Nós somos militantes há muito tempo, sabemos que saúde pública é uma das grandes questões do povo brasileiro. Enquanto tem gente preocupada com o pronome neutro, tem muita gente precisando disso. É mais grave que o problema da fome, pois é mais fácil dar um jeito do que a questão da saúde.
Temos o problema dos planos de saúde, que existem para dar mais eficiência, mas não resolve nada para você. E o sistema público, que deveria ser gratuito, também não resolve nada. E temos o Judiciário a serviço dos banqueiros.
São milhões que estão sofrendo assim. O caso dela está muito longe de ser um caso único ou excepcional. O caso dela simboliza a situação. Porque se nós, que somos um partido político, que temos departamento jurídico, conhecemos as coisas e tudo, ficamos nessa situação de impotência, imagine o cidadão comum. Isso é como uma pessoa que estivesse na estrada esperando para ser atropelada por um caminhão.