Si no eres conocedor de fútbol, pasa de largo porfavor…
Hoy es el día más feliz en la historia del futbol, hoy cayó un equipo de puercos, marrulleros, tramposos, mala leche, carniceros, ardidos y llorones, hoy cayó el equipo que le hizo demasiado daño al futbol. Así termina la carrera de Messi y SE LAS RESUMO:
No es el máximo goleador de los Mundiales, ese es Mbappé.
No es el máximo asistidor de los Mundiales, ese es Pelé (sin robos).
No es el máximo goleador en la historia de la Champions, ese es Cristiano Ronaldo.
No es el máximo asistidor en la historia de la Champions, ese es Cristiano Ronaldo.
No es el máximo goleador de la historia, ese es Cristiano Ronaldo.
Lo único que puede presumir Messi son 8 Balones de Oro, un premio por votos, en donde votan puros periodistas de 150 kilos que nunca en su vida han tocado un balón. Discúlpenme por ser tan sincero.
Suécia, 1958. Chile, 1962. México, 1970.
Três continentes. Três décadas diferentes. Três vezes campeão do mundo.
Nenhum jogador na história fez isso antes. Nenhum fez depois.
O futebol já viu gênios. Já viu lendas. Já viu fenômenos.
Mas só conheceu um Rei.
55 anos depois do México, o recorde permanece intocado. Não porque faltaram grandes jogadores. Mas porque a grandeza de Pelé não tem medida de comparação.
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Sweden, 1958. Chile, 1962. Mexico, 1970.
Three continents. Three different decades. Three-time World Champion.
No player in history did it before. None have done it since.
Football has seen geniuses. Legends. Phenomena.
But only one King.
55 years after Mexico, the record stands untouched. Not because great players were lacking. But because Pelé’s greatness has no comparison.
Servidor público: “aquele que serve ao povo.”
Quem usa o cargo para benefício próprio não é servidor, é traidor da pátria.
Dante Alighieri colocou os corruptos no fundo do inferno.
Talvez porque não exista nada mais desprezível do que lucrar traindo quem você jurou servir.
Coisas que ninguém sabe sobre D. Pedro II, porque sua melhor biografia foi banida das livrarias no Brasil:
1) Era simples e despretensioso. Mantinha audiências públicas regulares. Qualquer pessoa, sem distinção de classe, cor, riqueza ou condição social podia apresentar pessoalmente suas petições ao Imperador. Todos eram tratados com respeito e afabilidade, traço pelo qual D. Pedro II se notabilizou.
"O traço principal do seu caráter é uma tolerância inquebrantável, à prova de todas as tentações e de todos os gravames pessoais, e que por todos os títulos merece o nome de magnanimidade." (Joaquim Nabuco)
2) Recusava qualquer tipo de tratamento diferenciado no Brasil ou em suas viagens.
“Em Lisboa recusou interromper, a seu favor, a quarentena imposta aos demais passageiros do vapor em que viajava; recusou depois os aposentos no Palácio Real, preferindo ir para um quarto do Hotel Bragança. Na Inglaterra recusou as carruagens do palácio e a guarda real, como recusou a hospedagem da Rainha, indo, como qualquer outro viajante de distinção, para o Hotel Claridges. Em França recusou as homenagens do Governo, e na Suécia e na Dinamarca a hospedagem real. E assim em toda a parte.” (Heitor Lyra)
3) Quando soube que seria expulso do país, em meio à comoção geral de sua família e de alguns amigos mais próximos, disse apenas: “Pois se tudo está perdido, haja calma. Eu não tenho medo do infortúnio”. Não se opôs nem à república, nem às humilhações que sofreu por aqueles que até a véspera lhe beijavam a mão.
“Afastou-se da pátria com uma dignidade tão alta e emocionante, com uma grandeza de alma tão verdadeira e espontânea, que constituía, naquele momento, a melhor glória para o seu nome.” (Ramón Cárcano)
4) Após 49 anos de governo pacífico, já tendo aceitado o exílio, pediu permissão para assistir a uma última missa no dia seguinte, antes de partir. Teve, no entanto, a residência invadida de madrugada para ser, junto de sua família, jogado numa lancha, às escondidas da população. Idoso, com locomoção debilitada, foi obrigado a saltar da lancha a uma escada na embarcação que foi utilizada para expulsá-lo do país, correndo o risco de cair no mar.
“A escuridão era quase completa. Apenas uma pequena lâmpada espalhava na escada tênue claridade. Ajudado de um e outro lado por Mallet e Motta-Maia, em vão o Imperador diligenciava passar da lancha à escada. Com um pé sobre a borda da pequena embarcação, dobrava-se para a frente, procurando livrar a cabeça de um golpe contra a tolda. O grande vulto, a fraqueza das pernas, a incerteza dos movimentos, tudo embaraçava o Imperador. Entre a lancha e a escada poderia ele cair e seria quase impossível salvá-lo.” (Heitor Lyra)
5) O Governo Provisório assinou um decreto oficial afirmando ter-lhe concedido um subsídio para se estabelecer na Europa, e que D. Pedro II o aceitou e agradeceu. Era falso.
“O cinismo desta falsidade com que a história há de perpetuamente infamar os nomes dos signatários de tal decreto é tão extraordinário e revoltante que haverá quem entre em dúvida sobre a integridade mental e moral dos membros de um governo que não hesita em forjar e em assinar documento tão desonroso.” (Eduardo Prado)
6) Já no exílio, o Governo Provisório fez questão de formalmente bani-lo para sempre do Brasil.
“Quando teve conhecimento da resolução do Governo Provisório, de o banir e à sua família, definitivamente, do território nacional, voltaram a indagar-lhe se não pensava em lançar um manifesto. Ele repetiu a mesma verdade: 'O meu manifesto será a minha vida.'” (Heitor Lyra)
7) Expulso e humilhado, tomado de incalculável tristeza, nunca praguejou, nem contra o Brasil, nem contra aqueles que o trataram como um criminoso. Dizia apenas: “A História me fará justiça, eis a minha fé consoladora”. Quando já estava muito enfraquecido e sentiu que ia morrer, “fez vir um punhado de terra do Brasil, do seu querido Brasil, que guardou discretamente no armário do quarto, num pequeno embrulho, ao lado do qual foi encontrado, depois de sua morte, um papel com estas palavras: ‘É terra do meu país; desejo que seja posta no meu caixão.’” (Heitor Lyra)
8) Teve o velório pago pela França, em agradecimento por ter sido D. Pedro II o primeiro chefe de Estado a visitá-la após a Guerra Franco-Prussiana. Governantes e celebridades do mundo inteiro estiveram presentes. Os oportunistas que tomaram o país de assalto não só esconderam e abafaram a notícia da população, como tiveram a desfaçatez de não enviar ao velório um único representante oficial.
🚨 Presidente argentino @JMilei "O único que pode gerar riqueza neste país e no mundo é o empresário, não o político".
O político não sabe como criar riqueza, nem tem os incentivos certos para isso. A única coisa que gera é a corrupção.
Eu sempre digo para minha esposa que não podemos deixar as circunstâncias externas, causadas por pessoas ruins como as que temos no poder, retirem o brilho dos momentos maravilhosos que temos como casal e família. E de fato, apesar de termos escolhido abrir os olhos para a dura realidade, a verdade é que cada ano que passa tem sido melhor em todos os sentidos. É por isso que eu também sempre digo aqui: não deixem a política destruir suas vidas. Não dêem a eles esse gostinho. Essas pessoas já roubam o seu esforço e o seu dinheiro, não permitam que levem também sua saúde e sua felicidade.
É muito bonito, aconchegante, imersivo contemplar a contemplação da cantora norte americana, Malinda Kathleen Reese, quando em 23 de outubro de 2018, quando tinha 24 anos, ficou famosa cantando com sua bela voz "O Come, O Come, Emmanuel" (versão em Inglês adaptada em 1851 pelo sacerdote anglicano inglês, John Mason Neale (1818-1866) das antífonas do "Ó" ("O Antiphons"), dos hinos litúrgicos em Latim usados na Igreja Católica desde pelo menos o século VIII para as Vésperas do Advento, entre 17 e 23 de dezembro, baseada na melodia tradicional (“Veni Emmanuel”), publicada em Francês em cerca 1510 num manuscrito de um anônimo).
Malinda aparece no famoso de vídeo de cerca de um minuto no interior da Igreja da Encarnação, em Montefrío, Granada, Espanha, vestida como uma turista e contemplando sua arte e olhando para cima, cercada de feixes de luzes celestiais que entram pelos vitrais e pela abóbada central, quando resolve testar a acústica celestial da igreja com sua linda voz e que no fim nos garante um minuto de vislumbre do Paraíso com seu talento vocal e os ecos espectrais da catedral.
O que eu gosto na Paula é que, embora muitas vezes diga coisas das quais discordo completamente, sua honestidade intelectual é inquestionável. Ela não é pautada por ninguém nem possui agenda. Suas ideias, certas ou erradas, fluem livremente.
https://t.co/YMHMXrPYhc
Sobre Filipe Martins, vou dizer o que ouvi quando soube bem cedo da fraude cometida contra ele. Um ex-assessor dele me disse que Alexandre de Moraes colocou o alvo nele porque, do círculo do presidente, ele era o mais inteligente e capaz.
Lembrei-me do genocídio cometido pelo Khmer Rouge do Camboja, que matava quem parecesse inteligente, até só por ter óculos.
Há aí, claro, um elemento de inveja, já que Moraes mal é capaz de escrever, como provam suas DECISÕES COM CAPS LOCK, e seu livro mais recente é uma merda.
Essa injustiça não vai ficar sem resposta.
Ninguém se importa com o Brasil.
E nunca se importou.
O caso da Lei Magnitsky só escancarou o óbvio:
não houve reação, não houve constrangimento, não houve consequência.
Teve silêncio. Aquele silêncio educado de quem olha e pensa: “deixa afundar”.
E não, isso não é porque o Brasil é respeitado.
É justamente o contrário.
O Brasil nunca foi relevante.
Nunca foi exemplo.
Nunca foi ameaça.
Nunca foi prioridade.
Não seria agora, em pleno colapso institucional, que alguém iria ligar.
Alexandre de Moraes ficou fora das sanções não porque o Brasil é forte, mas porque não vale o esforço.
Sancionar exige custo político.
E o Brasil não justifica nem o incômodo.
Para o mundo, somos apenas um território grande, barulhento, instável e previsível no fracasso.
Um país onde nada funciona direito, mas tudo funciona exatamente como esperado.
E tem mais:
é ótimo para os países de primeiro mundo que o Brasil seja assim.
Instável? Ótimo.
Dividido? Melhor ainda.
Sem segurança jurídica? Perfeito.
Sem poder tecnológico, militar ou institucional? Ideal.
País rico não quer concorrente novo.
Não quer outro país forte sentando à mesa.
Quer fornecedor barato, mercado consumidor e problema distante.
Eles não querem um Brasil desenvolvido.
Querem o Brasil exatamente como sempre foi:
confuso, dependente, barulhento e irrelevante.
Aqui dentro, vendem discurso de soberania.
Lá fora, somos apenas um estudo de caso do que não dá certo.
O mundo não está contra o Brasil.
Isso exigiria algum tipo de respeito.
O mundo simplesmente não liga.
E quando abusos passam sem reação internacional, não é estratégia.
É desprezo.
Esse é o lugar do Brasil hoje.
E, sendo honesto, é o lugar que ele ocupa há décadas.