When Muslims drive cars into European Christmas markets, officials install barriers.
When Muslims stab people in the UK, officials ban pointed knives.
When a Muslim mass-shoots civilians in Australia, the response is tighter gun laws.
When a Muslim stabs a pilot mid-flight, it gets called a brawl.
The west does not have a far right problem, it has a ISLAM problem.
More Christians have been murdered by Islamists in Nigeria alone than Palestinians in Gaza, yet the entire UN General Assembly nonstop mentions Gaza and not once have they mentioned Christians.
En 2007, Chris Benoit asesinó a su esposa y a su hijo, y posteriormente se quitó la vida.
WWE prácticamente lo borró del mapa. Su historia, sus logros y su legado quedaron sepultados. Su nombre prácticamente desapareció de videojuegos, homenajes y programación.
Y eso que Benoit era considerado uno de los luchadores más técnicos de la historia y su cerebro presentaba daños severísimos asociados con ETC.
¿Alguien utilizó eso para convertirlo en mártir? ¿Para minimizar lo que hizo? ¿Para exigir que dejaran de señalarlo como responsable? No.
Por eso me parece absurdo ver a sectores del feminismo y algunos medios intentando hacer de Lindsay Clancy una víctima porque padecía problemas de salud mental después del parto.
No mamen.
Si una enfermedad cerebral gravísima no convirtió a Benoit en inocente ni borró la atrocidad que cometió, tampoco deberían utilizarse los problemas mentales de Clancy como una carta automática para exculparla o romantizarla.
Sus tres hijos murieron. Ese debería ser el centro de la historia.
Dear world, while you’re busy being obsessed with Israel, the Islamic regime of Iran recruits 12-year-old boys to train for self-sacrifice Islamic jihad, and no one gives a shit because they can’t blame Israel for it. Where is the damn outrage?
A partir do momento que Rui Borges foi mantido como treinador no #SportingCP após zero títulos da época passada, defendi-o sempre. Defendê-lo, é na minha opinião, defender o clube. O sentimento não muda só porque o marcador muda, mas porque o caminho encontrou um beco (quase) sem saída.
É e será sempre assim. É pelo elo mais fraco que parte!
O Sporting do Rui Borges está a desabar de um dia para o outro. Está a morrer em câmera lenta. Não são só os pontos mal perdidos, é o controlo e o discurso. Ontem visível no Inácio e no treinador. O banco começa a aparentar falta de liderança!
Varandas não despede no calor da noite. Nunca foi esse o método. Só o fez quando João Pereira não dava mesmo para mais. O caminho, actualmente, depois de 6 pontos perdidos em 7 jogos acessíveis, começa a denotar as mesmas evidências.
A pergunta que fica, a única que interessa e não tenho resposta, o que tem de acontecer para a estrutura largar um caminho que já mostrou o destino?
E qual vai ser o custo de esperar mais uma jornada?
Não sou hipócrita, tenho defendido Rui Borges com todas as minhas forças, mas fingir que isto é só “detalhe” e “dez contra onze” não consigo.
Um clube que quer lutar pelo título não pode transformar cada vantagem num ensaio de sobrevivência!