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Que saiba transformar o vigor do homem de operações na firmeza do homem de Estado; que a disposição para enfrentar desafios permaneça intacta, agora acompanhada da serenidade e da responsabilidade que a tribuna do Senado exige.
A ambos, que saibam honrar a cadeira que ocuparão.
Que tenham a serenidade dos estadistas, a firmeza dos homens públicos e a coragem necessária para lembrar, sempre que preciso, que nenhum Poder está acima da Constituição — e que nenhum cidadão está abaixo dela.
Talvez seja essa uma das maiores lições que a História do Senado nos deixou.
Que venha 2027!
Que o Senado volte a ser aquilo que deve ser: Casa da Federação, Casa do equilíbrio, Casa da liberdade e Casa dos limites do poder.
🇧🇷 Viva o Brasil! Viva a liberdade! 🇧🇷
Ricardo Massei - cidadão brasileiro
Bom dia, Brasil! 🇧🇷 🇧🇷 🇧🇷
E antes que alguém estranhe o tom desta publicação, permitam-me um pequeno esclarecimento: hoje quem lhes fala não é o amigo das piadas, das provocações e das brincadeiras de sempre.
Hoje, peço licença para deixar de lado, por alguns minutos, esse meu lado descontraído e permitir que fale o cidadão — e, talvez, o professor de Direito Constitucional.
Prometo não abusar da intelectualidade. Afinal, até eu preciso, de vez em quando, lembrar aos amigos e familiares que existe uma versão minha que sabe falar sério.
Dito isso, permitam-me uma pequena licença para celebrar uma instituição que, muito mais do que um edifício em Brasília, representa uma das mais antigas tradições políticas do Brasil: o Senado Federal.
Minhas sinceras homenagens àqueles que, ao longo da nossa História, compreenderam que um Estado forte e uma Nação próspera não se constroem pela concentração de poder, pelo personalismo ou pelo aplauso fácil, mas pelo respeito às instituições, à liberdade e à soberania nacional.
Homenagens que começam muito antes de Brasília — e, na verdade, muito antes da própria República.
Antes de falar daqueles que ocuparam uma cadeira no Senado, uma reverência ao Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva, cuja visão de Nação e cujo papel na construção do Brasil independente ajudam a compreender as próprias raízes da tradição política que atravessaria nossa História.
E, então, minhas homenagens a grandes homens que tiveram a honra de ocupar uma cadeira no Senado e que, em diferentes momentos, deixaram suas marcas na construção das instituições brasileiras.
Ao Duque de Caxias, senador do Império, cuja trajetória transformou as palavras Pátria, honra e dever em verdadeira profissão de fé.
Ao Visconde do Rio Branco, senador do Império e estadista, exemplo de que autoridade, responsabilidade e espírito público podem caminhar juntos.
A João Alfredo Correia de Oliveira, senador do Império e chefe de gabinete que conduziu a aprovação da Lei Áurea, lembrando-nos de que a História é feita também por homens que tiveram a coragem de transformar o seu tempo.
A Rui Barbosa, senador pela Bahia e Patrono do Senado, jurista e parlamentar, um dos maiores defensores brasileiros das liberdades civis, do constitucionalismo e da separação dos Poderes.
A Pinheiro Machado, senador pelo Rio Grande do Sul, símbolo do republicanismo conservador e da defesa do federalismo — um homem que compreendeu, como poucos, a importância de um Senado forte como contrapeso ao poder.
A Afonso Arinos de Melo Franco, senador e uma das grandes vozes do liberalismo constitucional brasileiro, cuja trajetória foi marcada pela defesa das instituições e do Estado de Direito.
A Milton Campos, senador por Minas Gerais, que fez da defesa da liberdade e das instituições democráticas uma das marcas de sua trajetória política.
E a tantos outros senadores que, cada qual em seu tempo e a sua maneira, ajudaram a construir a tradição institucional brasileira.
É nessa longa tradição que deposito minha esperança ao olhar para o novo Senado que começa a se desenhar a partir de 2027.
Uma Casa que recebeu das urnas uma mensagem bastante clara: o brasileiro deseja representação, equilíbrio entre os Poderes, respeito à Constituição, segurança, liberdade, responsabilidade fiscal, valorização da família e, sobretudo, limites para o exercício do poder.
Em São Paulo, minhas homenagens especiais aos novos senadores eleitos Guilherme Derrite e André do Prado, escolhidos pelos paulistas para representar o Estado na Câmara Alta da Nação.
Ao Guilherme Derrite, em especial, desejo que leve para o Senado a mesma determinação, energia e firmeza que marcaram sua trajetória na ROTA, agora colocadas a serviço de uma missão ainda maior: a defesa das instituições, da segurança pública e dos interesses de São Paulo e do Brasil.
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A grande divisão ideológica está entre aqueles que acreditam que as teorias devem ser ajustadas à realidade e aqueles que acreditam que a realidade deve ser ajustada às suas teorias. Muitos dos horrores do século XX foram criados por estes últimos.(Thomás Sowell)
Como vcs podem ter a coragem de assistir o corpo de uma jovem assassinada ser cuspido e pisoteado e ainda vir com um "pera lá, a história tem dois lados"...
Vcs ficaram loucos?
De tanto tentar desumanizar adversários políticos quem perdeu a humanidade foram vocês!
Ou você está do lado de Israel hoje, ou você é um enorme de um filho da puta apoiador de terrorista assassino de velhinhas, crianças e mulheres. Cretinos “intelectuais” e muristas profissionais querem ainda ver razão em desfilar mulheres judias mortas pelas ruas de Gaza. Excomungados
Junto com o HAMAS, que já está presente, virá o HEZBOLLAH pelo Norte, que pode conseguir entrar no país pelo Líbano e Síria, e o TALIBÃ pelo Leste (Irã/Iraque/Afeganistão), que é capaz de cruzar a Jordânia.
Todos unidos pelo único objetivo de matar israelenses e acabar com o Estado de Israel, pois não aceitam a existência do povo judeu e não reconhecem a soberania de Israel.
E todos com a característica singular, que deve ser falada aqui: serem muçulmanos.
Israel tem pouco mais de 7.000.000 de habitantes, enquanto esses que o querem destruir possuem uns 100.000.000. Isso, apenas ali na região do Oriente Médio. Espalhados pelo mundo certamente atingem facilmente os mais de 1 bilhão, considerando os muçulmanos de outras terras, igualmente antissemitas e antissionistas.
E tem gente dizendo que Israel não tem o direito de atacar para se defender, ou dizendo que o país usará “medidas desproporcionais” para retaliar os terroristas.
A falta de percepção da realidade ao redor de si é o grande problema crônico desse período em que estamos.
Hoje, quando você sair de casa para aproveitar o domingo com a família, ao passar por um policial sorria, dê boa tarde ou boa noite, e agradeça o seu serviço.
Você não faz ideia do quanto isso representa.