Post novo: Por que uma eleição digital perfeita ainda não seria viável?
Não, o sistema atual não é bom. Sim, o sistema perfeito existe e eu posso demonstrar. Não, ele não seria viável também. Entenda porque:
https://t.co/neu0yrP3gu
Todo mundo que ficou latindo "ain urna não tem IP", absolutamente nenhum chegou nem perto de menciona zk proofs. Dá zero pra eles.
@AkitaOnRails Um problema que vejo é que permitir o uso de celular durante a votação para fazer a auditoria. Isso pode ser usado como justificativa para inviabilizar esse formato, já que o eleitor poderia gravar em vídeo seu voto.
@AkitaOnRails Este artigo respondeu um questionamento que eu sempre fiz: como garantir que o número digitado no teclado não foi substituído pelo software ao salvar.
Parabéns Akita pela abordagem.
@AkitaOnRails Mas se o software intercepta o número que o eleitor digitou no teclado e direciona para outro candidato antes de salvar na memória, o hash será sobre o voto alterado. Continua o problema.
@dgsouzabr@AkitaOnRails Se o voto fosse impresso, ou houvesse qualquer comprovação do que o eleitor digitou no teclado foi o mesmo que foi registrado, poderíamos confirmar no BU.
NÃO é possível confiar que os números que o eleitor digitou foram os mesmos registrados na urna.
@dgsouzabr@AkitaOnRails Lá na Venezuela, só foi possível confirmar no BU porque o voto é impresso. É possível confiar que os números que o eleitor digitou foram os mesmos registrados na urna.
Já aqui, o eleitor precisa confiar que o número que ele digitou foi registrado. Não há como saber.
@HabibJarrouge@oraulsena E como se garante ou audita que o número XX teclado não foi gravado YY em memória?
O problema não é o BU. Mas o registro do voto. Por isso as urnas de última geração possuem alguma materialidade física do voto.
O sistema de somatório de votos não inspira preocupação pois ele é auditável por leigos, por qualquer cidadão. Basta comparar o boletim de urna impresso com os números parciais e totais do TSE. Isso torna essa parte do sistema altamente confiável. É por isso que máquina de pagamento de cartão imprime o cupom do lojista compulsoriamente.
O que não é auditável por leigos é o registro do voto na memória da urna já que ela não dispõe do mesmo mecanismo de auditoria e recontagem.
É necessário um grupo de cientistas da computação e meses de inspeção no código fonte para avaliar o risco da urna exibir na tela o voto para um candidato e registrar na memória para outro. E ainda assim eles podem não encontrar uma vulnerabilidade que já exista.
Isso torna o grau de confiança nessa etapa do processo muito mais baixo do que a totalização de votos auditável pelo boletim de urna.
Bom dia, amigos.
Neste fim de semana li todo o material dos diários do Fauci (a quem me nego chama de "dr."). Foram 1.141 páginas, ok? Um trabalho do cão!
Muitos aqui devem reconhecer que sou um homem cartesiano, procuro manter-me longe de emoções e edificar raciocínios lógicos.
Pois bem.
Em resumo: da leitura desse calhamaço, tive a confirmação definitiva de que a "resposta à pandemia" foi guiada por interesses políticos, vaidade pessoal e controle social, em detrimento da verdadeira postura científica de questionamento e transparência! Esse diário expôs os bastidores de como a máquina burocrática estatal ("Deep State") moldou a narrativa pública. Os principais pontos que emergem, para mim, dessa leitura evidenciam distorções escabrosas:
1. Supressão Deliberada (dolosa!) da Teoria do Vazamento de Laboratório
Desde o primeiro momento dessa pandemia, ainda com meu perfil antigo (hoje retido, como muitos sabem), apontei que a origem da pandemia foi em um laboratório de "pesquisas científicas" de Wuhan, onde buscavam o "aumento de ganho de função" do vírus da Covid. Enquanto Fauci e o establishment médico rechaçavam publicamente a teoria de que o vírus teria escapado desse Instituto de Virologia de Wuhan como "teoria da conspiração", os diários revelam que ele expressava profunda preocupação e debatia ativamente a plausibilidade do vazamento em laboratório nos bastidores desde o início de 2020. Ora, por que ele o fez? Porque ele financiava essa pesquisa de "aumento de ganho" do vírus! Ou seja, a supressão dessa hipótese serviu para proteger o financiamento federal americano a pesquisas de "ganho de função" (o que quer dizer: tornar patógenos mais perigosos!) na China, as quais o próprio órgão de Fauci (NIAID) apoiava.
2. Culto à Personalidade e Obsessão com a "Fama/Ego" sobre Evidências
Os registros mostram um funcionário público altamente focado em seu perfil midiático. Fauci rastreava meticulosamente suas aparições na TV, entrevistas a jornais e o crescimento da sua fama. Ele contruiu uma narrativa: isso demonstrou claramente para mim que as "decisões de saúde coletiva" foram sequestradas pelo desejo de autopromoção. Ele se colocou na posição de "personificação da própria Ciência" para blindar suas diretrizes autoritárias (como lockdowns, uso de máscaras e fechamento de escolas) de qualquer contestação legítima.
3. Alinhamento Político Partidário e Transição de Poder - Flutuações de Conveniência Pessoal!
Os diários detalharam como suas interações e posicionamentos em relação a Trump variavam conforme a conveniência política do momento. A cronologia das notas mostra, inequivocamente, que a "gestão da pandemia" foi utilizada como arma política para desestabilizar a economia no ano eleitoral de 2020 e pavimentar a transição de poder (eleição de Biden), aplicando restrições que destruíram pequenos negócios privados enquanto favoreciam grandes corporações e o poder central do Estado.
Especialmente em relação à cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina, que Fauci e seus sectários anularam como métodos de tratamento preventivo, são a maior evidência de um boicote deliberado para favorecer a indústria farmacêutica e viabilizar as vacinas (experimentais, então)! Aliás, na audiência, esse "Mengele" moderno foi confrontado diretamente pelos parlamentares com pilhas de estudos clínicos que apontavam eficácia de até 60% ou 70% no uso precoce de ivermectina e hidroxicloroquina!
Não por acaso, ao ser questionadono senado norte-americano se havia participado de um esforço coordenado para sabotar esses medicamentos genéricos e baratos, Fauci invocou o direito constitucional de permanecer calado (Quinta Emenda) mais de 110 vezes: o silêncio equivale a uma confissão de culpa!
Daí descobri que, de acordo com a legislação federal americana, uma Autorização de Uso de Emergência para uma nova vacina ou droga patenteada (como o alardeado Remdesivir, então) só poderia ser concedida se não existisse nenhum tratamento eficaz e aprovado já disponível - Fauci tratou para que NÃO os houvesse! Ele se empenhou em destruir as reputações da cloroquina e da ivermectina. Se ele admitisse que remédios baratos de farmácia funcionavam, a aprovação emergencial dos bilhões de dólares em vacinas das "Big Pharmas" seria legalmente bloqueada!
Ao longo de toda a pandemia, Fauci foi a principal voz científica a ir à "imprença" lixo para classificar o tratamento precoce como "anticiência" e sem evidências válidas: ele queria, na verdade, lucrar com aas vacinas e remédios então sendo patenteados!
Esse calhorda deu o aval institucional para que conselhos de medicina e plataformas de tecnologia censurassem, cancelassem e cassassem os registros de médicos independentes. Profissionais que estavam salvando vidas na ponta usando reposicionamento de fármacos foram tratados como criminosos por desafiarem o "dogma oficial"!
Ou seja: a revelação dos diários e a postura evasiva de Fauci sob juramento perante o senado provaram que as rejeições à ivermectina e à cloroquina nunca foram por "falta de ciência", mas sim uma decisão política e econômica para centralizar o poder de saúde no Estado e enriquecer a si e às grandes corporações aliadas!
4. Falta de Transparência e Obstrução Institucional, isto é, Ocultação de Dados
O fato de esses diários terem sido retidos e distribuídos por múltiplos servidores federais - exigindo meses de auditoria para serem recuperados - corrobora que o aparato de saúde pública operou sem o devido accountability (prestação de contas). Mais ainda: o reiterado uso do direito ao silêncio diante do senado, diante do peso de suas próprias anotações confrontadas no Congresso, esse canalha e covarde "recuo" de Fauci ao invocar a Quinta Emenda várias vezes para não responder às perguntas sob juramento, é a cartada final 1ue mostra, de modo inequívoo, que ele não conseguiu agora sustentar a narrativa técnica que impôs ao mundo!
Diante de tudo isso, rogo para que TODOS, nesta manhã, revejam o depoimento do dr. Osmar Terra -@OsmarTerra - a quem sigo desde meu antigo perfil, neste também, e de quem tenho a imensa honra de ser seguido de volta: NUNCA FOI "CIÊNCIA", foi política e desejo de lucro! https://t.co/e3aAduzVUb
Em audiência nos EUA, o cardiologista Peter McCullough apresentou uma análise de autópsias de pessoas que morreram após receberem vacinas contra a Covid-19. Segundo a análise citada por ele, 73,9% dos casos avaliados teriam relação causal com a vacinação. A apresentação reacendeu o debate sobre a segurança das vacinas e a necessidade de investigações independentes.
Dr. Anthony Fauci confirms in an email that he has received an “alert” about how “the uterus and ovaries take up mRNA-LNPs and translate the mRNA.” Days later, Fauci is publicly saying there’s “no red flags” for pregnant women.
Como confiar?
- Diretor da PF escolhido pelo governo fez tour internacional com o presidente da República e participou de degustação de whisky com ministros do STF e o PGR em Londres, bancada pelo protagonista da maior fraude da história do país;
- Presidente foi flagrado convidando um desses ministros do STF para tomar café, enquanto a PF tentava driblar o atual relator do caso de seu filho, pedindo ao Supremo redistribuição da investigação por supostos crimes de corrupção e tráfico de influência, e acionando o próprio governo, na AGU, contra a atuação do mesmo relator;
- O relator do caso do filho do presidente,
no âmbito do escândalo do roubo dos aposentados, havia reclamado do corpo mole da PF e cobrado informações e imparcialidade, sobretudo após a cúpula da corporação ter trocado três delegados que conduziam os trabalhos e um perito, em manobras vistas como evidências de pressão política;
- O ministro do café, como presidente interino do STF, remeteu o pedido da PF ao PGR indicado pelo próprio presidente da República, e o PGR não se opôs à redistribuição do caso do filho dele para um novo relator;
- Esse PGR jamais pediu investigação sobre qualquer ministro do STF, incluindo o do resort, cuja empresa teve cotas milionárias compradas pelo cunhado e operador do protagonista da maior fraude do país, e o do café, cuja esposa fechou contrato alegadamente advocatício de R$ 130 milhões com o banco do protagonista da maior fraude do país, com quem o próprio ministro do café conversava via WhatsApp;
- No Supremo, a redistribuição do caso do filho do presidente foi então a sorteio, mas, por ironia do destino e para decepção de todos que atuaram ou torceram pela troca, o caso caiu novamente com o mesmo relator que a PF tentou driblar;
- A outra ironia da história é que os ministros do café e do resort, exercendo controle já criticado como intrusivo sobre os trabalhos da PF em relatorias anteriores (seja de trama golpista e 8/1, seja na etapa inicial do caso da maior fraude do país), abriram precedentes para legitimar até eventuais excessos do relator do caso do filho do presidente na supervisão da atividade policial...
Haja cafezinho agora.
Com esse novo inquérito sobre Lulinha, a PF tentou dar um passa-moleque em André Mendonça, transferindo a relatoria da investigação contra o filho do presidente no caso da fraude do INSS para outro ministro do STF. Tudo com a bênção dos suspeitos de sempre. Quebrou a cara porque deu Mendonça no sorteio. A PF voltou a se balcanizar sob Lula.
O que há em comum entre os casos de Jaques Wagner, Lulinha e Guido Mantega?
Todos recebiam, direta ou indiretamente, dinheiro de empresários para abrir as portas do governo Lula a seus negócios e interesses?
Tirem suas conclusões:👇
1) Jaques Wagner (PT-BA) articulou encontro em seu gabinete entre executivos do Master e o ministro da AGU, Jorge Messias.
Em áudio, o senador relatou que era o local “mais protegido e discreto para todo mundo” e disse a seu amigo Augusto Lima, o “Guga”: “eu posso ir lá embaixo, chegar mais ou menos junto com você... e você não precisa nem passar pela identificação”.
No dia seguinte ao encontro, Messias adicionou o contato de Lima no WhatsApp e ativou o recurso de mensagens temporárias, configurado para apagar automaticamente as conversas após sete dias.
Lima comprou um apartamento de R$ 2,45 milhões para a filha de Wagner em
Salvador, e uma empresa ligada ao empresário, a PKL One Participações S.A., transferiu R$ 3,5 milhões para a BN Financeira Ltda., associada ao núcleo familiar do senador. Sem falar em ingressos de mais de R$ 63 mil para show de diva pop e em anotações sobre “Lembranças de Final de Ano” com o nome do petista ligado a vinhos entre R$ 2.500 a R$ R$ 5.300.
2) Lulinha agora é investigado pela Polícia Federal por supostos crimes de corrupção e tráfico de influência na autorização da comercialização de cannabis medicinal.
O tráfico de influência teria sido exercido junto ao Ministério da Saúde e ao gabinete da Presidência, no governo de seu pai.
A suspeita da PF é que Lulinha tenha atuado com sua amiga Roberta Luchsinger em favor da empresa World Cannabis, ligada a Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, lobista preso no caso do roubo dos aposentados.
O pedido de abertura de inquérito, já aceito pelo ministro André Mendonça, do STF, menciona contatos entre os alvos e servidores, inclusive do gabinete de Lula.
Roberta recebeu, em parcelas, R$ 1,5 milhão do Careca do INSS, segundo a PF; e, em mensagens, orientou o lobista a descartar telefones após uma busca e apreensão.
Em outra mensagem, o Careca do INSS pediu a um operador que transferisse R$ 300 mil a uma empresa em nome de Roberta e, questionado sobre o destinatário do dinheiro, respondeu que seria “o filho do rapaz”.
Segundo Edson Claro, testemunha no processo, o lobista fez um pagamento de R$ 25 milhões para Lulinha e pagava também uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil.
A defesa do filho de Lula só admite as despesas pagas pelo Careca do INSS em viagem de Lulinha a Portugal em novembro de 2024, feita alegadamente para conhecer um projeto comercial e visitar uma fábrica de produção de cannabis medicinal.
3) Guido Mantega articulou encontro entre o presidente Lula e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em 4 de dezembro de 2024, no Palácio do Planalto.
A reunião contou com a presença de ministros e de Gabriel Galípolo, então futuro presidente do Banco Central.
Mantega recebia cerca de R$ 1 milhão mensais de Vorcaro para atuar alegadamente como consultor estratégico.
Prezado Sr. André Mendonça,
O que falta para você abrir um inquérito sobre essas interferências na investigação das fraudes do INSS?!
Eu nunca vi a PF acionar a AGU para questionar decisões judicias em inquérito no STF. Inclusive, a AGU não tem o MENOR papel nesse inquérito.
Aliás, até hoje a cúpula da PF aceitou calada todas as determinações ~exóticas~ do ministro Alexandre de Moraes. Agora, quando as questões começam a chegar ao filho do Lula, a cúpula da PF quer se rebelar contra o relator do inquérito?
Já esqueceu, ministro, que houve troca de delegados nesse caso?
Já esqueceu, ministro, que o Ministério da Justiça tentou retirar policiais federais lotados no seu gabinete?
Você já tinha ameaçado abrir esse inquérito.
Cumpra.