🔴 BREAKING:
The regime in Iran has now confessed that the IRGC mistakenly bombed an Iranian school yesterday, killing many children.
To all the legacy media and pro regime influencers who peddled your fake news:
RETRACT and DELETE.
@naoseimasacho@flferronato Como é a questão da saúde (custo de consultas, internação, etc)? Estou entre mudar pra Bali ou pra Costa Rica, mas já estou perto dos 60 e este ponto deve estar bem definido dentro da equação.
É surreal como que uma parte considerável do país embarcou numa HISTÓRIA PARALELA por causa de pressão da televisão
Eu gosto de pensar que a TV está perdendo espaço, pq a Globo hoje não tem 20% da relevância que ela tinha em 1990. Mas é inegável que ela ainda tem um poder absurdo.
A tv ADESTROU metade da população do país a acreditar numa versão alternativa da história
I am told that as a state representative this is the moment where I'm supposed to express my heartfelt condolences and then stand in solidarity with those on the other side of the aisle as we condemn political violence and stand unified as one people.
But we aren't "one people" are we?
The truth is we haven't been for some time now, and there is really no point in pretending anymore, if there ever was.
We are two very different peoples. We may occupy the same piece of geography, but that is where the similarities seem to abruptly end.
I convinced myself for a long time that whenever the left called me a racist, a bigot, a sexist, a fascist, a "threat to democracy" for even the most innocent of disagreements, that it was simply hyperbolic rhetoric done for effect.
And now the "effect" is a widow and two orphaned children, because the left couldn’t bear the thought of a peaceful man debating them and winning.
I don’t think they realize it yet, but murdering Charlie is going to be remembered as the day where we finally woke up to what this fight really is.
It’s not a civil dispute among fellow countrymen. It’s a war between diametrically opposed worldviews which cannot peacefully coexist with one another. One side will win, and one side will lose.
Charlie tried to win that fight through argumentation, through discussion, through peaceful resolution of differences.
And the other side murdered him.
Not because he was “extreme” or “inciting violence” or any other hyperbolic slur they hurled at him. They murdered him because he was effective. Because he was unafraid. Because he inspired others and made them feel like they had a voice, that they were not alone. And he did it at the very institutions which have fomented so much hatred toward conservatives.
I don’t want to “stand in solidarity” with the other side of the aisle. I want to defeat you. I want to defeat the godless ideology that kills babies in the womb, sterilizes confused children, turns our cities into cesspools of degeneracy and lawlessness…and that murdered Charlie Kirk.
Social media is aflame right now with leftist celebration of Charlie’s death.
I wonder if any among them understand what has just happened. If there is a Yamamoto somewhere in their midst warning, that all they have done is awoken a sleeping giant.
I doubt it. I think they gave up such introspection and self-awareness long ago.
I don’t know exactly what will happen next. I just know that it won’t be the same as what has happened in the past.
There will be thoughts and prayers…Charlie would have wanted prayers. Not for himself but for those left behind and for the country that he loved.
But then there will be a reckoning.
My Christian faith requires me to love my enemies and pray for those who curse me. It does not require me to stand idly by in the midst of savagery and barbarism...quite the opposite.
So every time I feel tired, every time I feel discouraged or overwhelmed, I am going to watch the video of a good man being murdered in Utah…I will force myself to watch it…and then I will return to the work of destroying the evil ideology responsible for that and so much more.
Rest with God Charlie, your fight is over.
Ours is just beginning.
Grok indo direto ao ponto: Moraes não é normal nem ético ao chamar pessoas que julgará de "traidores da pátria". Passou há muito tempo de todo nível do ridículo e do abusivo. Órgão de imprensa, jornalista, político e operador de direito que apoia "isso", é cúmplice.
Diante dos fatos recentes e gravíssimos, que culminaram na sanção internacional do ministro Alexandre de Moraes pelos Estados Unidos, com base na Lei Magnitsky - instrumento jurídico reservado a violadores de direitos humanos e corruptos, venho informar que irei protocolar mais um pedido de impeachment desse ministro, que já não representa a Justiça, mas sim o autoritarismo travestido de legalidade.
Não se trata mais de denúncia isolada. O mundo está assistindo. E agora, oficialmente, uma das maiores democracias do planeta reconhece que há no Brasil um magistrado que viola direitos fundamentais, persegue opositores e destrói as bases do Estado de Direito.
O Senado Federal, única instituição constitucionalmente capaz de julgar ministros do STF, está diante de uma encruzilhada histórica: ou cumpre sua função ou será conivente com a tirania. A omissão agora é cumplicidade direta.
As razões para o impeachment são inúmeras, documentadas e de amplo conhecimento público:
1. Violação sistemática de direitos e garantias fundamentais
A atuação de Alexandre de Moraes tem sido marcada por prisões preventivas arbitrárias, bloqueio de bens sem condenação, quebra de sigilos, censura prévia, ausência de contraditório e restrição de defesa - práticas típicas de regimes autoritários.
2. Inquéritos ilegais e sem fim
Procedimentos como o Inquérito das Fake News (4781) e suas ramificações (atos antidemocráticos, milícias digitais etc.) foram instaurados de ofício, sem provocação do Ministério Público, e são conduzidos pelo próprio ministro que se declara vítima, rompendo com o sistema acusatório e a imparcialidade judicial.
3. Medidas abusivas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro
Moraes impôs medidas cautelares completamente desproporcionais e cruéis: proibição de entrevistas, restrição nas redes sociais e, o mais grave, impediu contato com seu próprio filho, em clara afronta aos princípios da dignidade humana, liberdade de expressão e convivência familiar.
4. Ativismo judicial para interferir na política econômica
Em um ato de flagrante desrespeito à independência dos Poderes, Moraes anulou a decisão soberana do Congresso Nacional que havia derrubado o aumento do IOF, violando o princípio democrático da separação de Poderes. O que era para ser uma decisão do Parlamento passou a ser controlado por um ministro - consolidando um cenário de ditadura judicial.
5. Censura institucionalizada e perseguição ideológica
Jornalistas, influenciadores, parlamentares e cidadãos comuns vêm sendo sistematicamente perseguidos por críticas à Suprema Corte. A liberdade de expressão virou alvo, sob o pretexto de combater desinformação, sem critério, sem defesa e com punições desproporcionais.
6. Concentração inconstitucional de poderes
O ministro atua, frequentemente, como vítima, investigador, acusador, julgador e executor, reunindo funções incompatíveis com qualquer ordenamento jurídico sério. É a negação do Estado de Direito.
7. Construção de uma narrativa política e jurídica artificial (a “trama golpista”)
Os inquéritos e condenações relacionadas ao 8 de janeiro foram conduzidos de forma totalmente parcial, ignorando provas e garantias, com penas desproporcionais, sem direito à ampla defesa. Tudo isso serviu para sustentar uma narrativa de golpe, construída sem imparcialidade, que foi utilizada para criminalizar adversários e mobilizar o sistema contra uma parte da população.
Diante disso, o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes (que já somam 29, e com este 30), não é apenas para responsabilizá-lo, mas para restaurar a ordem jurídica e constitucional no Brasil.
E mais: defendo que o impeachment implique a nulidade de todos os atos praticados por Moraes com abuso de poder e violação de garantias constitucionais.
ÚLTIMA — EUA e Argentina aprovam acordo comercial que garante tarifa zero a 80% das exportações argentinas e apenas 10% de tarifas para o restante das exportações.