Esse é Márcio Pochmann, guru econômico de Lula que atualmente está destruindo o IBGE a mando do petista. Como podem ver, eles sempre foram CONTRA o PIX, mas agora, para te enganar, dizem defendê-lo e, inacreditavelmente, tem quem acredite.
Lula e seus devotos continuam a guerra contra o “grande satã americano” enquanto tratam como parceiros e modelos o Irã dos aiatolás atômicos, a ditadura cubana e a Venezuela bolivariana. Mas exigem ser tratados com muito carinho pelo governo Trump. É muito cinismo. Ou excesso de idiotia
Cuidado com a velha narrativa anti-imperialista do PT (e do Celso Amorim). Os EUA não vão intervir militarmente no México, em El Salvador, em Honduras, na Guatemala, no Equador, na Colômbia e no Haiti porque organizações criminosas desses países foram designadas como organizações terroristas. Propagar que vão intervir no Brasil porque PCC e CV foram classificadas (erradamente) como terroristas é uma espécie de "terrorismo" para dizer que se Lula não for reeleito nossa soberania e nossa democracia estarão em risco.
O indicador mais confiável de autoritarismo é a punição e/ou intimidação oficial daqueles que criticam as autoridades.
Xandão vem fazendo isso há anos, mas poucos na mídia se importaram porque era dirigida contra os bolsonaristas e outros inimigos políticos.
Mas era sempre inevitável que ele usasse isso contra todos os críticos. Eles criaram esse monstro. A agora ele nunca vai parar por vontade própria.
🤪
O agente secreto
Eduardo Affonso, O Globo (17/01/2026)
Não é segredo que, contrariando o que declarou na campanha de 2022, Lula se candidatará a um quarto mandato. Secretas tampouco devem ser suas novas promessas — certamente as mesmas descumpridas desde que subiu a rampa, escoltado por um indígena, uma catadora, um afrodescendente, um portador de deficiência, uma cozinheira, um metalúrgico, um professor, um artesão e uma cachorra sem raça ou ideologia definidas.
Deve insistir na regulação das big techs (consequentemente, das redes sociais), o que ajudará a evitar a disseminação de conteúdo falso (como suas fotos com shape de fisiculturista e a reposição do dedo amputado). Garantirá que, na quarta tentativa de erradicar a fome, todo brasileiro terá, enfim, três refeições diárias — sem dúvida, graças à agricultura orgânica familiar do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Sim, o mesmo MST que, após mais de 16 anos de PT, continua sem um minifúndio subprodutivo para chamar de seu.
Também há de acenar com a universalização do acesso à água e à luz (talvez um Kit Garrafão e um Vale-Vela, nos moldes do Auxílio-Gás). E com a criação do Ministério da Segurança Pública — como se sabe, ter ministérios do Turismo, das Mulheres, da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e dos Povos Indígenas transformou o Brasil numa daquelas ilustrações do paraíso terrestre que vemos nos folhetos das Testemunhas de Jeová.
Além da jornada 6 x 1, o novo governo poderá oferecer investimentos baseados na Lei Rouanet: cada real aplicado renderia R$ 7,59 — e quem garante é a FGV. Nem CDB do Banco Master era tão vantajoso.
Mas o que pode decidir a segunda reeleição é a renovação do propósito de extinguir o orçamento secreto (aquele que acabou, mas ainda tem) e o famigerado sigilo de cem anos. Neste caso, é só dar replay no discurso de 2022:
— Não haverá sigilo nas contas públicas. Não haverá sigilo de cem anos, nem de dez anos, nem de um dia. E o Portal da Transparência voltará a funcionar, e a Lei de Acesso à Informação será cumprida.
Esqueçamos que, nos últimos três anos, um de cada três pedidos via Lei de Acesso foi negado. Não é mesmo preciso saber o montante dos gastos no cartão corporativo, que uso tem tido o helicóptero presidencial, o valor do contrato de aluguel do barco onde o presidente se hospedou durante a COP30, quem visitou a primeira-dama, quantas vezes os primeiros-filhos estiveram no Palácio do Planalto. Nem se há conflito de interesses na gestão do ministro de Minas e Energia, ou que militares do Batalhão de Guarda Presidencial trabalhavam no fatídico 8 de Janeiro.
Assim como as cartas trocadas com Putin, igualmente secretas parecem ser as manifestações de repúdio ao massacre de iranianos pelo regime dos aiatolás. Tudo bem que tenhamos um baita superávit comercial com os financiadores do terrorismo internacional e que os misóginos teocratas sejam nossos parças no Brics, mas não é possível que um governo que condena com veemência o ataque americano a instalações nucleares apenas “acompanhe com preocupação” a chacina de milhares de cidadãos que clamam por liberdade.
Enquanto isso, Dias Toffoli (ex-advogado do PT, hoje ministro do STF) impõe sigilo máximo a processo envolvendo Daniel Vorcaro e a fraude bilionária no Banco Master.
Esqueçam Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho. Temos agentes secretos bem melhores — e sem necessidade de ditadura.
Não vi ninguém da esquerda reclamando que soltaram o Vorcaro ou que o Toffoli blindou o cara.
O cara roubou milhões de brasileiros e ninguém fala nada ?
VTNC. 9 anos e alguns meses atrás eu estava em Gibraltar enchendo a cara de cerveja e comemorando alguma coisa relacionada ao St Patrick’s day quando recebi a Breaking News do Moro derrubando sigilo da conversa entre Lula e Dilma chamando o “Bessias”.
Ali falei com a minha mulher: nosso país vai decolar. Futuro brilhante.
Corruptos estavam na cadeia. Lula em breve iria pro xilindró. Empresas envolvidas haviam sido fechadas e estavam devolvendo bilhões aos cofres públicos. Brasileiros felizes e esperançosos com a nossa “primavera”.
Estamos aqui hoje.
O presidiário saiu da cadeia para a cadeira de Presidente. A então Presidente é líder do Banco dos Brics E O GAROTO DE RECADOS SERÁ MINISTRO DA SUPREMA CORTE DO PAÍS.
Que lugar amaldiçoado.
Lula colocou no Supremo Tribunal Federal seu advogado pessoal e agora as pessoas estão indignadas com a escolha do Messias.
Senhores, vocês estão alguns anos atrasados.
É um projeto de poder de longo prazo.
Quem não enxergou isso faz tempo é iludido ou mal caráter.
Simples assim.
Moro Parcial?
O advogado de defesa de Lula, Cristiano Zanin, foi indicado por ele próprio ao STF.
E o ex-ministro do Supremo, Ricardo Lewandowski, virou ministro da Justiça do governo Lula.
Mas o juiz que o condenou, @SF_Moro, foi chamado de “parcial” porque, anos depois, aceitou ser ministro da Justiça de Bolsonaro.
O detalhe que quase ninguém menciona é simples.
Moro começou a julgar Lula em 2016, quando Bolsonaro ainda era um deputado irrelevante, sem partido e sem qualquer perspectiva de chegar ao poder.
Não havia relação política possível, nem interesse previsível.
Mesmo assim, o STF declarou Moro suspeito. Alegou “parcialidade” por três razões:
.Autorização de escutas e divulgação de um áudio entre Lula e Dilma
.Condução coercitiva para o depoimento
.E o fato de Moro ter se tornado ministro anos depois.
Nenhuma dessas ações configurou fraude, manipulação ou corrupção. A condenação de Lula foi confirmada por duas instâncias superiores, o TRF e o STJ, que validaram todos os atos do processo. Nada foi feito fora da lei.
O STF não declarou Lula inocente. Apenas anulou o processo por suposta suspeição do juiz, anos depois de todas as sentenças terem sido revisadas e mantidas.
Ou seja, apagaram o processo, não o crime.
Curioso como a ideia de “parcialidade” muda conforme o lado do poder. Quando o advogado do réu vira ministro do Supremo, é confiança.
Quando um ex-ministro do Supremo assume cargo no governo do mesmo réu, é normalidade. Mas quando um juiz condena o poderoso e depois aceita um cargo político, é suspeito.
O que o Supremo fez não foi corrigir uma injustiça.
Foi corrigir um resultado que incomodava o sistema.
Moro foi punido não por errar, mas por ter acreditado que a lei valia para todos.